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Minas lança jogo de celular para combater dengue e febre Chikungunya

18/12/2014

Jogos celular 141215

Fonte: Estado de Minas – 17/12/2014

O governo de Minas lançou, nesta quarta-feira, em Belo Horizonte, o game “Acabe com o mosquito”. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, jogo é uma das formas para tentar sensibilizar e estimular a população no combate ao mosquito Aedes aegypti que transmite a dengue e a febre Chikungunya. Em 2014, o estado tem 47.437 casos confirmados de dengue, com 47 mortes. Além isso, a secretaria recebeu até o dia 12 deste mês 95 notificações de Chikungunya, sendo que duas foram confirmadas, 65 descartadas e 28 estão em investigação.

O jogo contempla 11 fases e em cada uma delas os jogadores devem ser capazes de superar os desafios enquanto aprendem sobre as doenças (sintomas, riscos da automedicação etc). O usuário ainda é desafiado a extinguir focos do mosquito, tapando caixas d’água, virando garrafas, eliminando pratos de plantas

Os personagens do jogo fazem parte de uma família formada por pai, mãe, uma filha adolescente, um filho e um cão. Moram em uma casa com quintal, sendo todos responsáveis por manter o mosquito longe da residência. Além dos mosquitos que deverão ser evitados, o jogo também terá outro personagem: uma lagartixa, que será um vigilante da família e cuidará do bem-estar dela.

O jogo é compatível com as plataformas Android, Apple e Windows Phone e estará disponível para baixar gratuitamente nas lojas on-line de cada uma delas.

OMS deve aprovar primeira vacina contra malária em 2015

15/12/2014

malária

 Fonte: Estadão – 08/12/14

GENEBRA ­ O combate contra a malária ganhará um capítulo inédito em 2015. A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai analisar o uso da primeira vacina contra a doença, que promete mudar de forma radical a estratégia internacional para lidar com a infecção parasitária, que, apenas em 2013, matou quase 600 mil pessoas no mundo. O imunizante, porém, não será eficiente contra o parasita que atua na América Latina e, se aprovado, terá sua implementação reservada para a África e Ásia, onde estão 90% dos casos.

 

O diretor do Programa da OMS contra a Malária, Pedro Alonso, indicou ao Estado que uma vacina produzida pela GSK já passou por todos os testes e agora aguarda um sinal verde por parte da agência da ONU para poder ser comercializada e recomendada aos governos

de todo o mundo.

 

Segundo ele, a proteção da vacina não será ainda completa, mas pode ter um impacto “significativo”. “Trata­se de uma vacina de primeira geração. A proteção é de cerca de 45% e 50%, mas isso já é um passo enorme”, explicou.

 

A GSK desenvolveu a dose graças ao financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates e se concentrou em produzir uma vacina que atue contra o Plasmodium falciparum, o parasita mais frequentemente encontrado na África. Não é o mesmo mosquito que afeta as Américas e, portanto, a recomendação não valerá para o Brasil.

 

Levantamento anual. Nesta terça­feira, 8, a OMS lança seu levantamento anual sobre a malária e revela que, apesar de a comunidade internacional ter destinado US$ 2,7 bilhões em 2013 para lutar contra a doença, os recursos são apenas 50% do que se necessita. No ano passado, 198 milhões de pessoas foram infectadas pelo parasita e 584 mil mortes foram registradas, 90% delas na África.

 

Apesar da doença ainda representar uma séria ameaça para dezenas de populações pelo mundo, a OMS também comemora seus resultados e indica pela primeira vez que a malária “pode ser vencida”.

 

Entre 2000 e 2013, a mortalidade por conta da doença caiu em 47% e 4 milhões de mortes foram evitadas. O número de novos casos foi reduzido em 30%. Na África, a mortalidade de crianças de menos de 5 anos caiu em 58%. “São poucos os exemplos na saúde mundial em que os resultados positivos são tão importantes”, indicou Alonso, revelando que os primeiros reais esforços de lidar com a doença foram registrados nos anos 50.

 

Segundo Alonso, duas medidas contribuíram de forma decisiva para esse avanço. Uma delas foi a distribuição de mais de 400 milhões de redes antimosquito para camas desde 2012 na África. Outra estratégia foi a introdução de um equipamento que permite um rápido diagnostico da doença. Em 2013, 319 milhões de testes foram comprados por governos.

Meta. A OMS também comemora o fato de que conseguirá atingir sua meta de frear a expansão da doença e começar a reverter a curva em 2015. Ainda assim, a OMS não prevê acabar com o parasita antes de 2030. A malária ainda é endêmica em 97 países.

Cerca de 278 milhões de pessoas ainda vivem em regiões fortemente afetadas pela doença e não contam com nenhuma ajuda. 15 milhões de mulheres grávidas não receberam remédios para evitar doença durante a gestação.

 

Nos países afetados pelo Ebola, a incidência da doença aumentou, e o Sudeste Asiático vive uma nova realidade: a resistência do parasita diante dos inseticidas.

Saúde libera recursos para prevenção e controle da dengue e da chikungunya

15/12/2014

Fonte: EBC – 12/12/2014

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (12) no Diário Oficial da União autoriza o repasse de R$ 150 milhões para ações de vigilância, prevenção e controle da dengue e da febre chikungunya.

De acordo com o texto, a pasta levou em consideração fatores como a circulação simultânea de quatro sorotipos de dengue no país e a existência de um grande número de pessoas expostas previamente a infecções pelo vírus, aumentando o risco de epidemias com formas graves da doença e elevado número de mortes.

O ministério destacou a recente introdução da febre chikungunya no Brasil, com transmissão autóctone comprovada em alguns municípios e “risco iminente de expansão do vírus”, transmitido pelo Aedes aegypti e pelo Aedes albopictus, mesmos transmissores da dengue.

 

A assessoria do ministério esclareceu que toda a população brasileira está suscetível à doença. A portaria entra em vigor hoje.

 

 

 

Investigadores desenvolvem estratégia nano para combater parasita da malária

12/12/2014

Fonte: TV Ciência – 09/12/14

Cientistas na Suíça desenvolvem imitador de membrana de células hospedeiras à escala nano
que impede ciclo de infeção da malária no organismo. A nova estratégia poderá vir a ser
adotada para combater outras doenças infeciosas.
Na edição de 29 de novembro, da revista científica ACS Nano, investigadores da
Universidade de Basel e do Instituto de Saúde Pública e Tropical na Suíça, publicam um
estudo onde demonstram a eficácia de uma nova estratégia à escala nanométrica no combate
do parasita da malária.
O parasita da malária, Plasmodium falciparium, quando é transmitido pelo mosquito
Anopheles infeta os glóbulos vermelhos do sangue onde se esconde e reproduz. Passadas 48
horas, em geral o parasita destrói a célula hospedeira, de onde sai para infetar novas células.
Através do desenvolvimento de um imitador de membranas das células hospedeiras à escala
nano, o nanomímico, os cientistas na Suíça desenvolveram uma inovadora estratégia para
impedir este ciclo de infeção.
A ideia dos investigadores passa por enganar o parasita, ao fazer com que este quando sai da
célula hospedeira se anexe ao nanomímico em vez de entrar em novas células para as infetar.
O nanomímico consiste em pequenas bolhas artificiais produzidas por polímeros que na
superfície possuem recetores de células hospedeiras. E são exatamente estes recetores das
células hospedeiras que o parasita procura para infetar novas células.
Com esta estratégia, o parasita através de recetor presente na membrana da pequena bolha
artificial vai ser enganado, porque ao em vez de se anexar a uma verdadeira célula hospedeira
vai anexar-se ao nanomímico. Assim, o ciclo de infeção é interrompido e o parasita fica à
mercê do sistema imunitário.
Nos testes realizados pelos cientistas, a nova estratégia foi cem vezes mais eficaz no combate da infeção da malária, quando comparada com uma outra estratégia onde foi usada uma
forma solúvel de recetores das células hospedeiras.
Os cientistas indicam que esta poderá ser uma nova estratégia para que no futuro se
desenvolvam novos tratamentos ou vacinas contra a malária, mas acrescentam que como
muitos patógenos usam os recetores das células hospedeiras para infetar o organismo, que
esta poderá também ser uma boa estratégia para o combate de outras doenças infeciosas.

Droga usada para tratar câncer apresenta efeito contra leishmaniose

12/12/2014

Fonte: EBC – 08/12/14

Estudos pré-clínicos realizados no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São
Paulo (ICB-USP) mostraram que o tamoxifeno – droga normalmente usada no tratamento de
tumores na mama – pode ser uma ferramenta poderosa contra a leishmaniose.
O grupo pretende agora, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), dar início
ao primeiro ensaio com humanos, no qual o tamoxifeno será testado em associação com
antimoniato de meglumina, medicamento considerado de primeira escolha para tratar a
doença atualmente.
“Tanto o antimonial como a anfotericina B – as principais opções terapêuticas disponíveis
contra a leishmaniose – são drogas caras, muito tóxicas e precisam ser administradas por via
parenteral. Nossa ideia de associar o antimônio com o tamoxifeno é conseguir o mesmo
resultado com uma dose bem menor, o que diminuiria também os efeitos colaterais”,
explicou Silvia Reni Bortolin Uliana, coordenadora do projeto de pesquisa apoiado pela
FAPESP.
A leishmaniose é uma doença infecciosa causada por parasitas do gênero Leishmania e
transmitida pela picada do mosquito-palha (gêneros Lutzomyia e Phlebotomus). Dependendo
da espécie do parasita causador da infecção, a manifestação pode ser cutânea, na forma de
feridas na pele localizadas principalmente nas partes descobertas do corpo, ou visceral,
acometendo órgãos como fígado, baço e medula óssea.
Segundo Uliana, professora associada do ICB-USP, dados da literatura apontam uma taxa de
sucesso de apenas 55% no tratamento da leishmaniose cutânea com antimônio no Brasil.
Embora não existam dados precisos para a leishmaniose visceral no país, também nesse caso
as drogas disponíveis atualmente são consideradas pouco eficazes.
“Iniciamos há cerca de dez anos uma triagem de novos compostos candidatos para o
tratamento da leishmaniose. Cerca de dez substâncias que mostraram ação contra o parasita
in vitro foram testadas em animais e, dessas, o tamoxifeno foi a que apresentou os melhores
resultados”, contou Uliana.
O quimioterápico foi incluído no screening inicial por haver evidências de que, além de
interagir com os receptores do hormônio estrogênio – motivo pelo qual ele é usado no
tratamento do câncer de mama –, ele também altera o pH em determinadas organelas das
células tumorais, deixando-o alcalino.
“Sabemos que a leishmania precisa de um ambiente ácido para sobreviver no organismo
hospedeiro. Então imaginamos que o tamoxifeno poderia modificar o pH nos vacúolos onde o
parasita se instala, prejudicando seu metabolismo. Isso foi confirmado nos testes
subsequentes, mas, aparentemente, este não é o único mecanismo pelo qual o tamoxifeno
atua. Parece ser uma ação multifatorial, que ainda estamos investigando”, contou Uliana.
Testes pré-clínicos
Após o sucesso nos testes in vitro, o grupo do ICB-USP decidiu testar o tamoxifeno em
modelos animais. Em camundongos, a droga foi usada no tratamento de infecção pela
Leishmania braziliensis e pela Leishmania amazonenses – ambas causadoras da forma
cutânea da doença. Em um modelo de hamster, o tamoxifeno foi usado contra a Leishmania chagasi, causadora da forma visceral.
Os resultados foram descritos em artigos publicados nas revistas PLoS Neglected Diseases e
Journal of Antimicrobial Chemotherapy.
“No modelo de leishmaniose cutânea, o parasita era injetado na pata ou na base da cauda ou
no pavilhão auricular e, no local, os animais desenvolviam uma lesão que se transformava em
úlcera. O tratamento com tamoxifeno era iniciado quando os roedores já estavam com
sintomas e mantido por 15 a 20 dias. Depois, o animal era acompanhado por mais 3 meses
para termos a certeza de que a lesão não voltaria”, disse Uliana.
No modelo de infecção por L. braziliensis, o grupo tratado com tamoxifeno apresentou uma
redução de 99% na carga parasitária quando comparado ao controle, que apenas recebeu
placebo. Além disso, houve redução no tamanho máximo da lesão na pele e uma evolução
mais rápida para a cura nos animais tratados, em comparação com o grupo controle.
Já no modelo de L. amazonenses, no qual os animais desenvolvem feridas mais agressivas e
que não se curam sozinhas, o tamoxifeno conseguiu promover redução significativa no
tamanho das lesões em comparação ao controle. Também houve redução de 99,7% na carga
parasitária dos animais tratados.
Nos hamsters infectados com a L. chagasi, os pesquisadores avaliaram o fígado e o baço e
verificaram redução de 95% a 98% na carga parasitária dos animais tratados com tamoxifeno.
“Embora os testes com animais tenham sido bastante promissores, ainda não é possível
inferir o que aconteceria em humanos. Por isso estamos agora desenhando um ensaio clínico
que será realizado em parceria com o professor Edgar Marcelino de Carvalho, da UFBA. O
tamoxifeno será testado em associação com o antimonial”, afirmou Uliana.
Para ter certeza de que usadas em conjunto as drogas não teriam um efeito antagônico,
foram realizados testes com os mesmos modelos animais de leishmaniose cutânea e visceral.
Em um artigo publicado este ano no Antimicrobial Agents and Chemotherapy, foram descritos
os resultados da associação do tamoxifeno com a anfotericina B. Os resultados dos testes com
a associação de tamoxifeno e antimonial em roedores devem ser publicados em breve.
“De maneira geral, com apenas um terço da dose normal de cada uma das drogas,
conseguimos obter o mesmo efeito do verificado com o tamoxifeno usado de maneira
isolada”, contou Uliana.
Aperfeiçoamento
O efeito do raloxifeno – outro modulador dos receptores de estrogênio indicado para
tratamento de osteoporose – foi testado pelo grupo do ICB-USP no combate a parasitas do
gênero Leishmania.
“A ação não foi tão boa quanto a do tamoxifeno, mas os resultados serviram de base para
outros estudos nos quais tentamos entender qual parte dessas moléculas é importante para a
ação antileishmania”, explicou Uliana.
Os pesquisadores do ICB-USP obtiveram com o laboratório farmacêutico Eli Lilly um painel
com cerca de 150 moléculas estruturalmente relacionadas com o tamoxifeno e com o
raloxifeno e verificaram que a parte das moléculas que interage com os receptores de estrogênio não é importante para a ação contra o parasita.
“Esse é um resultado muito bom, pois significa que podemos modificar a droga e tirar a parte
que interfere com o hormônio. Dessa forma, o medicamento ficaria mais seguro para tratar
crianças ou mulheres em idade fértil”, disse Uliana.
Em um artigo publicado em 2013 na revista Chemical Biology & Drug Design, os pesquisadores
descrevem outros fatores que podem ser modificados na estrutura do tamoxifeno para
potencializar sua ação antiparasitária.
“Com base nesse conhecimento, pretendemos sintetizar novos compostos que poderão ser
ainda mais potentes que o tamoxifeno e não vão interferir com a parte hormonal”, disse
Uliana.

2º Seminário Internacional – Protozoários Patogênicos

07/12/2014

Os relatos de transmissão de doenças de veiculação hídrica, relacionados ao abastecimento de água para consumo humano, inclusive em países desenvolvidos, têm sido registrados, com especial atenção à detecção e ao controle dos protozoários Cryptosporidium spp. e Giardia spp. A principal fonte de contaminação dos recursos hídricos por esses patógenos é o descarte de esgoto doméstico (tratado ou não) nos corpos de água que comumente são utilizados como mananciais. Apesar dos esforços empenhados para tratar o esgoto, as técnicas disponíveis não removem todos os parasitos presentes. No Brasil, os serviços de coleta, transporte e tratamento de esgoto ainda são deficientes, além disso, existem relatos de surtos de veiculação hídrica por protozoários no País, portanto, fica evidente a fragilidade dos sistemas de abastecimento de água.

Apesar dos avanços alcançados no meio acadêmico brasileiro em relação à presença de patógenos na água, ainda existem muitas incertezas relacionadas aos métodos analíticos utilizados e às tecnologias aplicáveis. A importante etapa de desinfecção, a disposição dos resíduos gerados nos tratamentos e o conhecimento das espécies e seu potencial de infecção precisam ser avaliados visando gerar conhecimentos que suportem o estabelecimento de tecnologias de tratamento.

Neste contexto, surge o projeto temático financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), processo nº 2012/50522-0. A pesquisa intitulada “Contaminação ambiental pelos protozoários Giardia spp. e Cryptosporidium spp. e por Ascaris suum: desafios de detecção, remoção e inativação das formas infectantes” vem trabalhando sobre o assunto e agora promove o “2º Seminário Internacional – Protozoários Patogênicos (Giardia spp. e Cryptosporidium spp.): Remoção e Desafios Analíticos em Amostras Ambientais” com o intuito de divulgar e discutir os resultados obtidos.

O evento gratuito está dirigido ao público em geral e aos profissionais da área, incluindo: engenheiros, biólogos, químicos, técnicos e estudantes vinculados à avaliação de parasitos em amostras ambientais.

 

PALESTRANTE INTERNACIONAL

Dra. Maria Elvira Ares Mazás

Professora do Departamento de Microbiologia e Parasitologia (Universidade de Santiago de Compostela – Espanha). Especialista nos parasitos Giardia spp. eCryptosporidium spp. em amostras ambientais. Sua experiência envolve a coordenação de 13 projetos de pesquisa e a orientação de 31 trabalhos, em nível de doutorado e mestrado, específicos nos parasitos supracitados. Possui diversas publicações em revistas e congressos de grande impacto.

 

CONTATO PARA INSCRIÇÃO

Paulo Marcos Faria Maciel – Doutorando – EESC/USP

e-mail: pmfmaciel@gmail.com; favor enviar com cópia para lysaboga@sc.usp.br

As vagas são gratuitas e limitadas.

Número de vagas: 100

 

LOCAL DO EVENTO

Anfiteatro Jorge Caron. Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo. Avenida

Trabalhador São-carlense, 400. Bairro: Parque Arnold Schimidt. São Carlos/SP. Brasil. CEP: 13566 590.

O evento será realizado em 11 e 12 de dezembro de 2014.

Processo Seletivo para Mestrado no ICB/UFPA

07/12/2014

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo para o mestrado do PPG Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários ICB/UFPA, cuja inscrição vai até o dia 09 de janeiro de 2015. A prova escrita será realizada no dia 21 de janeiro de 2015.

Maiores informações podem ser obtidas no site do programa: www.baip.ufpa.br.

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