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Minicurso online gratuito do Acessa SP orienta sobre a dengue

16/03/2015

150316 - Acessa SP

Fonte: Governo de SP

O Acessa SP, programa de inclusão digital do Governo do Estado, oferece aos seus usuários o minicurso gratuito online Dengue: Uma guerra a ser vencida. Por meio da tecnologia, o participante aprende o que é a dengue, como identificá-la, os locais sujeitos à contaminação, as fases do mosquito, reprodução, como evitar a proliferação e como tratar a doença.

Para ter acesso ao conteúdo disponível na página do programa, basta cadastrar o e-mail e senha e ir para o tema. Uma vez cadastrado, o usuário tem acesso aos demais assuntos disponíveis.

Além deste minicurso sobre a dengue, o Acessa SP disponibiliza outros 31 temas. O objetivo é incentivar a educação à distância com temas aplicáveis no dia a dia. Os conteúdos incluem áudios, imagens, ilustrações, lições, testes e links externos.

Todos os minicursos do Acessa SP são certificados pela Escola do Futuro da USP, parceira institucional do programa e responsável por todo o conteúdo do portal.

Dengue já atinge 604 das 645 cidades de São Paulo

16/03/2015

150316 - Dengue SP

Fonte: Exame

Legenda: Evolução da dengue em SP

Dos 645 municípios, 604 já registraram ao menos um caso com diagnóstico da doença pelo Sistema Único de Saúde (SUS) neste ano. Foram 123.738 notificações, ou 281 para cada 100 mil habitantes – acima de 300, configura-se epidemia.

Sorocaba, Marília, Catanduva, Rio Claro e Guararapes, por exemplo, estão entre as cidades com as maiores ocorrências da doença.

De acordo com o governo federal, o Estado já registrou 35 mortes entre janeiro e o dia 7 deste mês, ante nove no mesmo período de 2014.

A Secretaria Estadual da Saúde, por sua vez, informou que, em janeiro e fevereiro, foram confirmados 38.714 casos e 32 mortes. A pasta só considera as ocorrências confirmadas por exames.

A doença se espalha por todas as regiões. Sorocaba, de 630 mil habitantes, tem o maior número de casos confirmados. Foram 12.780 infectados, com 12 óbitos – cinco já detectados pelo Instituto Adolfo Lutz.

Não é difícil encontrar famílias devastadas pelo mal, como a da diarista Tereza Lopes, de 49 anos, do bairro Aparecidinha.

O pai, Joaquim Lopes, de 76, morreu no fim do mês passado. A doença foi diagnosticada logo no início, mas a causa não foi confirmada. “Não saíram os exames, mas pouco importa.”

Segundo ela, o pai tinha boa saúde. “A gente esperava que ele vivesse muito, quem poderia imaginar que um mosquito fosse acabar com a vida dele?” Ela, um filho e a netinha de 2 anos também pegaram dengue.

A doença também derrubou a corretora de seguros Adelina Casari de Oliveira, de 56 anos. “Nunca imaginei que passaria por momentos tão difíceis. Tinha febre, tremores, dor no corpo todo. Nesse estado, tive de esperar quatro horas na fila do UPH”, disse, referindo-se à Unidade Pré-Hospitalar da Zona Leste, para onde são encaminhados os casos suspeitos.

Ela ainda não tem certeza se teve dengue. “Sei pelos sintomas, pois não foi feito nem exame.”

De acordo com o secretário Francisco Fernandes, os números vão aumentar até a 16.ª semana, podendo chegar a 45 mil até junho na cidade. A média tem sido de 700 casos por dia. “Estamos vivendo estabilidade no número de casos, mas não há queda.”

Depois de instalar um centro de monitoramento – uma unidade improvisada em um galpão – para acelerar o atendimento, a prefeitura destinou mais 15 leitos na Santa Casa para casos graves. Na quinta, 25 pessoas estavam internadas com suspeita de dengue hemorrágica.

Mais casos

Entre as regiões norte e noroeste do Estado estão as maiores concentrações da dengue. Em Catanduva, o número de mortes confirmadas subiu de 6 para 15. Há ainda outros 19 óbitos em investigação e 7.649 casos confirmados – a cidade tem 118,2 mil habitantes.

Para os moradores, como a empresária Ivana Sahão, que perdeu o tio no dia 8 de janeiro, o número é maior. “Naquele mesmo dia morreram outras quatro pessoas e as mortes nem foram contabilizadas. Eles (autoridades) não querem revelar o número correto para não mostrar que é mais grave.”

Parentes reclamam também da falta de indicação correta da causa da morte. “Na certidão de óbito do meu tio consta que ele morreu de doença cardíaca”, disse Ivana.

Daniele dos Santos, irmã de Joyce Fernanda, que morreu na quarta-feira, também se queixa. “Os médicos disseram que ela estava com dengue, mas na certidão está causa desconhecida.”

Uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) foi aberta na Câmara Municipal para apurar as denúncias. A prefeitura nega que haja mais casos do que os anunciados e informou que a definição da causa da morte compete aos serviços de saúde.

Estrutura

Em Marília, no centro-oeste, com 7.240 casos, seis mortes confirmadas e oito sob investigação, a prefeitura montou mais uma tenda para atender os pacientes. Depois de advertidos, os moradores que mantêm criadouros do mosquito estão sendo multados.

Limeira, na região de Campinas, contabilizava na quinta-feira 11.153 casos notificados – e 3.905 confirmados. Seis mortes estão sob investigação, além de duas já confirmadas.

Itapira, com 72,5 mil habitantes, também na região de Campinas, teve mais uma morte suspeita, elevando para dez o total de casos – oito confirmados.

A cidade tem 3.125 casos positivos de dengue, mas a prefeitura informa que o número vem caindo. O elevado número de mortes assusta.

A comerciante Thaís Delgado pensou em tirar os dois filhos da escola. “Eles estão indo com repelente, mas reduzi as atividades externas.” De acordo com a prefeitura, as mortes aconteceram principalmente entre pessoas idosas.

Tese aponta nova alternativa para tratamento da malária na região Amazônica

12/03/2015

150312 - Tratamento Malária

Fonte: SBMT

 Segundo o doutor em Doenças Tropicais André Siqueira, fármaco cloroquina tem perdido eficácia de forma “preocupante” na região de Manaus.

Vantagens da associação medicamentosa: menor ingestão de remédios diariamente, princípios ativos apresentarem alta eficácia e ser formulação pediátrica.

O parasita conhecido como Plasmodium vivax, a principal espécie causadora da malária na região Amazônica, tem como seu maior inimigo um medicamento chamado cloroquina, utilizado há cerca de 50 anos no País no combate à enfermidade. No entanto, os efeitos do tempo mostram que o fármaco já não é mais tão eficaz e que alternativas são necessárias no tratamento contra a doença. Uma dessas novas possibilidades foi apontada na tese de doutorado defendida pelo infectologista Dr. André Siqueira, sob orientação do prof. Marcus Lacerda, que estudou os efeitos de um tratamento à base da combinação dos medicamentos artesunato e amodiaquina.

Essa associação de medicamentos (Coarsucam™/WintropR), fruto de uma parceria de desenvolvimento do DNDi e Sanofi, já é utilizada com sucesso em países da África e da Ásia no tratamento de infectados pelo Plasmodim falciparum. “Nós tivemos a oportunidade de ser o primeiro grupo no mundo a avaliar seu uso para malária por Plasmodium vivax”, aponta Siqueira, doutor em Doenças Tropicais.

Entre as vantagens da associação medicamentosa – também conhecida como ASAQ – em relação à cloroquina está a menor ingestão de remédios diariamente, além dos princípios ativos apresentarem alta eficácia. Outro aspecto positivo é que se trata da existência de formulação pediátrica, o que se contrapõe à necessidade de fracionar os comprimidos de cloroquina para crianças sob o risco de administração inadequada e falha terapêutica neste grupo, como demonstrado em publicação prévia

O trabalho conduzido pelo Dr. Siqueira na Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, em Manaus, foi feito com 190 pacientes em cada braço de tratamento, sendo acompanhados por até 42 dias. Nos primeiros 28 dias, nenhum paciente que recebeu o ASAQ apresentou falha. No entanto, entre o grupo dos que receberam cloroquina, foram registradas 7,6% de falhas. Este último medicamento apresentou diferenças ainda maiores de eficácia quando considerado o seguimento até o dia 42, quando registrou diferença de 22,6% (falha em 26.5% no grupo de cloroquina versus 3.9% no de ASAQ).

“Nossa surpresa se deu pelo fato de a cloroquina ter meia-vida consideravelmente maior do que a amodiaquina, ou seja, a droga fica por mais tempo no sangue, o que proporcionaria, se a droga fosse eficaz, maior proteção”, explica o infectologista.

A diferença nas taxas de cura, segundo o especialista, se deve ao aumento na prevalência de resistência do Plasmodium vivax à cloroquina na área da pesquisa. “Os resultados do nosso estudo – cuja equipe foi extremamente ativa e envolvida, eu preciso destacar – demonstram que a cloroquina tem perdido sua eficácia de forma preocupante na região de Manaus”, afirma.

Justamente devido à maior resistência ao fármaco, o médico propõe que a adoção de alternativas sejam ativamente avaliadas e discutidas na região Amazônica. “Os parasitas evoluem rapidamente, desenvolvendo resistência. A substituição da cloroquina, em minha opinião, é uma questão de tempo, necessitando o estabelecimento de critérios bem definidos para a troca, bem como a escolha, entre as drogas disponíveis, da alternativa mais adequada para a nossa região”, explicou.

A busca por novos medicamentos é necessária principalmente porque o Plasmodium vivax é responsável por mais de 80% dos casos de malária na região Amazônica. Segundo o relatório anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado em dezembro de 2014, o Brasil é responsável por 52% de todos os casos reportados da doença nas Américas, ficando bem à frente da Colômbia (13%), segundo país da região com maior número de casos.

Bahia tem teste e aplicativo para detectar dengue e chikungunya

12/03/2015

150312 - App DengueFonte: Brasil 247

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) lançou na manhã desta terça-feira (10) um teste rápido gratuito e um aplicativo que permitem diagnosticar em apenas 20 minutos pacientes infectados por dengue e pela febre chikungunya, além de mapear e localizar pontos de foco de doença. O exame desenvolvido na Bahia é inédito no País e tem a eficácia de 99,8%.

A novidade foi apresentada no Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen), no bairro de Brotas, em Salvador, durante o lançamento da campanha de combate aos mosquitos transmissores das doenças, que este ano tem o tema ‘Dengue ou Chikungunya – Não vacile, vá à unidade de saúde’.

O teste e o aplicativo foram desenvolvidos pelo médico infectologista e subsecretário da Saúde, Roberto Badaró, em parceria com uma empresa nacional. Juntas, as duas ferramentas permitem não só diagnosticar, mas coletar dados sobre o paciente, como sintomas, e ainda mapear, por meio do GPS do smartphone, os locais onde há maior ou menor incidência de casos, possibilitando um controle maior dos focos das doenças.

Na primeira fase da campanha serão distribuídos 100 aparelhos para realização de mil exames na capital e no interior. Esses equipamentos já estarão, a partir da próxima semana, nas mãos de agentes comunitários de Salvador, Feira de Santana, Ribeira do Pombal e Riachão do Jacuípe, municípios onde foram identificados casos da chikungunya.

Segundo o subsecretário, o teste rápido é uma importante medida de prevenção da doença. “O exame permite que encontremos os pacientes com a doença e que eles recebam, de maneira mais rápida e segura, o tratamento eficaz. Por outro lado, cada diagnóstico permite também que localizemos as áreas mais infectadas e possamos combater os focos da doença, evitando que mais pessoas contraiam dengue ou chikungunya”.

Teste

O exame utiliza uma gota de sangue do paciente, que é colocada sobre uma fita, semelhante ao já conhecido teste de glicemia. Esse material é acoplado a um smartphone que fornece, em tempo real, o resultado e a localização exata do paciente para uma central da Sesab, permitindo o controle rápido e preciso de locais com surtos ou casos isolados.

A novidade reduz em muito o tempo de espera pelo diagnóstico, especialmente da febre chikungunya, uma vez que, com os exames laboratoriais convencionais, o paciente precisava esperar cerca de 60 dias para que as amostras de sangue enviadas ao estado do Pará resultassem em positivo ou negativo. Com a nova tecnologia, essa espera foi reduzida de dois meses para 20 minutos.

Exportação da tecnologia baiana

Ainda durante o lançamento da campanha de combate aos mosquitos transmissores e do teste, o secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas (foto), anunciou mais investimentos com a construção de uma fábrica para produção desses dispositivos destinados à comercialização. “Com essa fábrica, a Bahia será um centro de tecnologia e uma referência não só para o Brasil, mas também para todo o mundo. Estamos focados em desenvolver estratégias alternativas, com inovações tecnológicas, como nesse caso, para tratar os problemas mais graves da saúde no nosso estado”.

Videoaulas sobre dengue chegam à TV neste domingo (8/3)

09/03/2015

150309 - Dengue videoaulaFonte: Fiocruz

Lançado há apenas dois anos, o projeto de videoaulas Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor, desenvolvido por pesquisadores e profissionais de Comunicação do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), vai ganhar espaço na programação da TV. Com acesso, até então, exclusivo pela internet, a iniciativa vai ser exibida no Canal Universitário do Rio de Janeiro (UTV), nos dias 08 e 15 de março (domingo), às 21h e 22h, respectivamente. A UTV pode ser assistida no canal 11 da NET. Na internet, é possível acessar os vídeos no site do IOC.

Idealizado pela pesquisadora do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto, Denise Valle, o projeto foi pensado para ajudar na rotina de diversos públicos: estudantes, professores, profissionais de comunicação e interessados em conhecer mais sobre a dengue. As videoaulas já alcançaram mais de 33.700 visualizações no YouTube, sendo assistidas em 58 países.

Para a exibição na TV, uma parceria com a VideoSaude, distribuidora da Fiocruz, a iniciativa foi compilada e trará de forma simples e objetiva informações sobre a doença e os seus impactos, bem como as características e comportamento do Aedes aegypti. De forma dinâmica, o material conta com a participação de especialistas da Fiocruz e de outras instituições que apresentam conhecimentos científicos em ambientes diversos, do laboratório ao quintal de casa. Os assuntos são variados, incluindo orientações sobre combate aos focos do mosquito, diferenças entre Aedes aegypti e pernilongo doméstico, informações sobre o vírus, a história do Aedes e como ele se espalhou pelo mundo, além de dados sobre o comportamento do mosquito, conhecido por sua característica oportunista.

Apoio

‘Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor’ foi realizado no âmbito do Projeto Desenvolvimento e Avaliação de Novas Tecnologias e Estratégias de Vigilância e Controle de A. aegypti no Brasil (Pronex-Rede Dengue), financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro.

Número de casos de dengue aumenta mais de 122% em todo o Brasil

09/03/2015

150309 - Dengue 122Fonte: G1

O número de casos de dengue mais que dobrou em todo o Brasil. Do começo do ano até 14 de fevereiro foram registrados 106.616 casos. No mesmo período do ano passado foram 46.582, um aumento de 122,7%.

As piores regiões em número de casos são o Sudeste, com 62 mil casos, o Centro-Oeste com mais de 18 mil pessoas doentes e o Norte com mais de sete mil. Depois vem o Nordeste com 7.400 casos e, por último, o Sul com 5.364.

Já os casos graves e as mortes caíram. O número de mortes caiu de 56 para 24 e os casos graves reduziram de 78 em 2014 para 39 este ano.

O aumento nos casos de dengue pode estar relacionado ao armazenamento de água de forma errada. Com a falta de água, tem muito morador guardando água em casa, mas não está tampando os galões e os potes.

A dona de casa Marta Soares dos Santos fez uma adaptação na calha para levar a água da chuva direto para o tanque. A água também fica armazenada em baldes e na máquina de lavar. “Minha água acabou e lembramos dessa ideia, que a gente teve antes. Foi onde eu consegui executar meu trabalho dentro de casa sem atraso nenhum”, conta.

Nesta época de crise de abastecimento, a saída caseira pode ser uma boa opção para o dia a dia de muitas famílias, mas também está causando preocupação. A água limpa, parada e a céu aberto nos reservatórios improvisados pode ser um dos motivos para a o aumento nos casos da dengue em várias regiões do país.

“A gente ta passando os dias quentes e a água tá aí. Se as pessoas criarem os reservatórios, tem tudo que o aedes aegypti precisa para proliferar”, alerta o pesquisador da Fiocruz, Fabiano Carvalho.

Muita gente usa um plástico para proteger a água armazenada, mas segundo os especialistas, este cuidado não é suficiente, porque ele não fecha completamente o balde. Pode ser que o mosquito ache um espaço para entrar e botar os ovos dentro dos recipientes.

O ideal é passar uma fita adesiva em volta do plástico ou colocar uma tampa para vedar o recipiente. As telinhas são uma opção, mas tem que ter cuidado. “Tomar cuidado com orifício, tem que ser realmente muito pequeno para o mosquito não passar, porque as vezes você acha que tá cuidando ali e o mosquito não vai passar e ele ainda consegue passar”, afirma o pesquisador.

A auxiliar de gestão Fátima Aparecida de Araújo, também armazena a água da chuva. Em época de dengue e de falta de água, se ela fizer tudo certo, dá até para sair no lucro: “Economia que aí você aproveita, você lava a casa, lava a cozinha, lava o banheiro, tudo com água sem custo”.

Jornada de Iniciação Científica fará parte da 67ª Reunião Anual da SBPC

05/03/2015

150305 - 67ª Reunião Anual da SBPC

Fonte: Site da SBPC

Durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece de 12 a 18 de julho no Campus São Carlos da UFSCar, será realizada a Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), oportunidade única para que estudantes envolvidos com atividades de iniciação científica e em desenvolvimento tecnológico e inovação apresentem seus trabalhos em um evento de abrangência nacional e em um ambiente extremamente estimulante. Devido à realização da Jornada, em 2015 excepcionalmente não ocorrerão o Congresso de Iniciação Científica (CIC) e o Congresso de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CIDTI).

Os estudantes de graduação da UFSCar deverão manifestar interesse em participar da Jornada com apresentação de trabalho até o dia 10 de março, por meio da plataforma PuictWeb (www.puictweb.ufscar.br). O orientador será informado do interesse do estudante e a Pró-Reitoria de Pesquisa (ProPq) enviará e-mail de confirmação ao estudante, com cópia ao orientador, até 15 de março. Após o recebimento desse e-mail, o estudante deverá efetuar a sua inscrição no site da Reunião Anual no período de 17 a 24 de março, sendo que os alunos de graduação da UFSCar que sejam apresentadores de trabalhos durante a JNIC serão isentos da taxa de inscrição no evento. Somente após a confirmação da inscrição o estudante poderá submeter seu resumo – também até o dia 24 de março –, conforme instruções disponíveis no site da Reunião Anual. Estudantes de outras instituições devem conferir os procedimentos junto à sua universidade.

Estudantes vinculados aos programas institucionais de bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) têm o compromisso de apresentar seus trabalhos, desde que já tenham resultados suficientes para tanto, segundo as regras da SBPC. Aqueles que não possuírem resultados poderão apresentar seus trabalhos em 2016, nos CIC e CIDTI. Durante a JNIC haverá avaliação do Comitê Externo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e também haverá seleção dos melhores trabalhos para concorrer ao Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica do CNPq.

Mais informações sobre a JNIC e a 67ª Reunião Anual da SBPC podem ser conferidas em http://www.sbpcnet.org.br/saocarlos.

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