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Fiocruz lança novo site Rede Dengue, Zika e Chikungunya

03/02/2016

160203 - Rede Dengue

Fonte: Portal Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz lança oficialmente, nesta segunda-feira (1/2), o novo site Rede Dengue, Zika e Chikungunya. Trata-se de uma versão ampliada do antigo site Rede Dengue e tem como objetivo manter a população informada e atualizada sobre as principais notícias em relação a essas três viroses.

A iniciativa é da Rede Dengue, Zika e Chikungunya, coordenada pela Vice-presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz (VPAAPS).  A Rede visa a promover a integração de competências e ações, a fim de criar soluções e ser um modelo de ações integradas e intersetoriais para o controle da dengue, zika e chikungunya.

“A ideia é que o site seja um instrumento onde a população em geral possa ter informações qualificadas e de fonte segura, por meio de uma linguagem de fácil compreensão, sobre as principais questões em relação a dengue, zika e chikungunya nos campos do ensino, da pesquisa, promoção, assistência e desenvolvimento tecnológico”, afirmou o coordenador da Rede Dengue, Zika e Chikungunya, José Augusto de Britto, assessor da VPAAPS.

O site está dividido por projetos nos eixos preconizados pela diretriz do Programa Nacional de Combate à Dengue, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, cujas metas abrangem as áreas de controle ambiental, comunicação e informação, gestão, mobilização social, serviços laboratoriais, atenção de referência, educação, pesquisa e vigilância em saúde.

EUA registram 1ª transmissão do vírus zika

03/02/2016

160203 - Mapa Eua Texas

Fonte: Portal Terra

Segundo a imprensa local, um paciente de Dallas, no Texas/EUA, contraiu o microrganismo após ter feito sexo com uma pessoa que fora infectada na Venezuela durante uma viagem recente.

Até o momento, os especialistas tinham apenas a suspeita de que o vírus pudesse ser transmitido desse modo. Geralmente, a infecção ocorre por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que dissemina a dengue.

SBP divulga novo Boletim

28/01/2016

150507 - SBP1

A Sociedade Brasileira de Parasitologia, SBP, publicou resumo da ata da Assembleia Geral Ordinária, realizada em outubro de 2015 em Salvador no boletim de janeiro. Clique aqui para ver a versão na íntegra.

OMS alerta que zika vírus deve afetar quase todo continente

28/01/2016

160128 - mapa mundi America

Fonte: Portal UOL

O zika vírus, transmitido por mosquitos e suspeito de provocar más-formações fetais, deve atingir todo o continente americano, com exceção do Canadá e Chile, advertiu a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O vírus já está presente em 21 dos 55 países e territórios das Américas, afirma a OMS em um comunicado.

O zika, quando acomete uma mulher grávida, está sendo associado a casos de microcefalia nos bebês, que nascem com uma caixa craniana particularmente pequena.

Mas, de acordo com a nota oficial, o mosquito Aedes Aegypti, que transmite o zika vírus, assim como dengue e chikungunya, já está presente em todos os países do continente, com exceção de Chile e Canadá.

Por este motivo, a agência da ONU prevê que “o zika vírus continuará a expansão e provavelmente afetará todos os países e territórios da região com presença do Aedes Aegypti”.

OMS explica que como a população do continente não ficou exposta ao vírus antes do registro de casos no Brasil, em maio do ano passado, carece de imunidade, o que permite a propagação da doença com mais rapidez.

Ao abrir a reunião do comitê executivo da organização nesta segunda-feira em Genebra, sua diretora, Margaret Chan, disse que “a propagação explosiva do zika vírus a novas áreas geográficas com escassa imunidade entre a população é motivo de preocupação, sobretudo pelo possível vínculo entre as infecções durante a gravidez e as crianças nascidas com microcefalia”.

Chan destacou que “o vínculo causal entre a infecção pelo zika vírus na gravidez e a microcefalia não foi comprovado”, mas que os indícios existentes “são sugestivos e extremamente preocupantes”.

Um forte aumento do número de casos na América Latina, especialmente no Brasil, onde ocorrerão as Olimpíadas, levou os Estados Unidos e outros países a lançarem alertas às mulheres grávidas que viajam para a região.

Em 2015, 3.174 casos de microcefalia em recém-nascidos foram registrados no Brasil e são ligados ao zika vírus contraído pela mãe, segundo o ministério da Saúde brasileiro. Antes, havia uma média de 160 casos ao ano.

Colômbia, Equador, El Salvador e Jamaica recomendaram às mulheres que evitem engravidar, conselho também adotado por parte das autoridades brasileiras – embora o discurso oficial recomende apenas a prevenção contra o mosquito.

A OMS informou que o método de prevenção mais eficaz é manter-se longe das áreas com água parada, onde os mosquitos afluem, e se proteger com repelentes, assim que dormir com mosquiteiros.

Segundo a OMS, o vírus se transmite pelo sangue.

“Se descreveu um possível caso de transmissão sexual entre duas pessoas”, indicou a OMS, que destacou a necessidade de mais testes para comprovar a hipótese.

Não há cura nem vacina contra o zika, apenas tratamentos para os sintomas. Suas manifestações são mais frequentemente do tipo gripal (febre, dor de cabeça, dores no corpo) com erupções cutâneas, e se manifestam entre 3 a 12 dias após a picada do mosquito.

Boletim da Sociedade Brasileira de Parasitologia

28/01/2016

Boletim da Sociedade Brasileira de Parasitologia

Janeiro de 2016

XXIV Congresso Brasileiro de Parasitologia e FLAP, Salvador-BA, 27 a 31 de outubro de 2015

No encerramento do principal evento desta Sociedade, o XXIV Congresso Brasileiro de Parasitologia e do XXIII Congreso Latinoamericano de Parasitologia (FLAP), seu presidente, Artur Gomes Dias Lima, relatou a participação de 1.010 inscritos (133 convidados) recebendo elogios pela excelente programação científica.

Resumo da ata da Assembléia Geral Ordinária da SBP em Salvador, BA, 29 de outubro de 2015

A Assembléia Geral Ordinária da Sociedade Técnico-Científica de Parasitologia (SBP) teve lugar durante o XXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Parasitologia e XXIII Congreso de la Federación Latinoamericana de Parasitología, no Centro de Eventos do Bahia Othon Palace Hotel, na cidade de Salvador, Estado da Bahia, na quinta-feira do dia 29 de outubro de 2015, às 18h30min. Atingindo o quórum e contando com a presença de 40 associados, a assembléia foi presidida pelo Dr. Alejandro Luquetti Ostermayer, Presidente da SBP, que convidou os demais membros para compor a mesa, designando o Secretário Geral da Diretoria, Dr. Alverne Passos Barbosa, para proceder à redação da presente ata. O Presidente fez a leitura da ordem do dia, que foi aprovada pelos presentes e passou a palavra ao Dr. José Roberto Machado e Silva para que procedesse a leitura da ata da assembléia anterior, realizada em 24 de outubro de 2013 na cidade de Florianópolis (SC), aprovada sem ressalvas. O Dr. Alverne apresentou o relatório da secretaria comunicando que foi consolidada a transferência da sede da SBP para Goiás, junto com a Revista de Patologia Tropical, situada no Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás, na Rua 235 com a 1a. Avenida s/n, Setor Leste Universitário, Goiânia (GO), CEP 74605-050. Também, o registro da ata da última assembléia no Cartório do 2o. Tabelionato de Protestos e Registros de Títulos e Documentos de Goiânia, situado na rua 6, no. 225, Centro. Relatou que a secretaria continua recebendo um expressivo número de contatos por diversas vias dos seus associados, acadêmicos, outras sociedades científicas, população em geral, empresas organizadoras de eventos e da imprensa escrita, falada e televisiva de diversas regiões do país. Relatou que o portal da SBP, tem mantido um significativo número de acessos. Registrou a efetivação da transferência da contabilidade para a Alpha Escritório Contábil situado na rua C-157, no. 301, bairro Jardim América em Goiânia, após reunião administrativa em Goiânia com o Vice–presidente e a Primeira Tesoureira. O relatório da secretaria foi aprovado por maioria absoluta. Dra. Amália Verônica apresentou o relatório da tesouraria. Referiu estar satisfeita com a nova empresa de contabilidade, cujo custo fixo é de R$ 394,00 por mês, além de outras despesas, como 13o salário, vários impostos a pagar, taxas de cartório, registro de ata, encadernação, cópias, etc. Este escritório fez também a contabilidade do ano de 2014. Refere outras despesas apenas com deslocamento e hospedagem de palestrantes, conselheiros e membros da diretoria em atividades de representação da sociedade. A SBP não tem outra fonte de recursos além das anuidades e eventuais saldos dos congressos. Destacou que atualmente a SBP tem um total de 544 associados, com elevada inadimplência. Ate a data desta assembléia, somente 128 (24%) sócios profissionais, 27 (5%) sócios pós-graduandos e 12 (2%) sócios da graduação estavam adimplentes até o ano de 2015. Apresentou o balanço referente ao ano de 2014 apurando um saldo positivo de R$ 96.257,00. Destacou que a SBP não tem funcionários e que todo trabalho realizado pela diretoria é executado em nível de voluntariado. Também foi apresentado um balanço parcial de 2015, com fechamento até a data da presente assembléia resultando em um saldo positivo de cerca de 120 mil reais. Após a explanação da tesouraria foi solicitado pela Dra. Cinthia Furst Leroy um esclarecimento quanto a despesa de assinatura de jornais e revistas discriminadas nos balanços apresentados. A Dra. Amália respondeu se tratar da contribuição da SBP com as despesas de edição, impressão e postagem da Revista de Patologia Tropical. O relato da tesouraria foi colocado em discussão e foi aprovado por todos os associados presentes. No terceiro ponto de pauta, a palavra do presidente, o Dr. Luquetti destacou que nesta gestão como na anterior, buscou máxima transparência com intenso intercambio de e-mails e profusão de idéias junto a diretoria. No primeiro ano houve muito tempo dedicado na consolidação da transferência da sede para Goiânia, que por final foi resolvida. No final do ano de 2014 houve a visita a Goiânia do vice-presidente e da tesoureira para auxiliar neste processo. Os boletins, juntamente com a Revista de Patologia Tropical foram feitos com regularidade, estão em dia e foram entregues a todos os sócios quites com a SBP. Ressaltou a importância do boletim impresso com o resumo de todos os acontecimentos do último trimestre. Um dos destaques do primeiro ano foi o Congresso Mundial de Parasitologia no México, onde vários componentes desta plenária estavam presentes. Nesse congresso o Dr. Benjamin Cimerman foi escolhido como membro geral, compondo a atual diretoria da World Federation of Parasitologists (WFP). Outro destaque foi a solicitação de Procurador Geral da República do Estado do Pará buscando informações isentas e fidedignas sobre medidas profiláticas da malária. O Dr. Pedro Luiz Tauil foi acionado e encaminhou um laudo contendo recomendações nacionais e internacionais sobre o tema. O segundo ano já foi mais dedicado ao evento atual, para o que esteve por dois dias em Salvador em reuniões com o Dr. Artur, com a empresa Eventus System e com o Dr. Mitermayer G. dos Reis para tratar de assuntos relacionados aos congressos. A partir desse momento foi decidido que o Dr. Luquetti, como presidente da Federación Latinoamericana de Parasitología (FLAP) e da SBP responderia pela organização da parte científica e o Dr. Artur Gomes Dias Lima, como presidente do XXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Parasitologia responderia pela parte operacional, do relacionamento com a empresa organizadora, Eventus System e pela obtenção de verbas para os eventos. Relatou que a SBP se fez presente em reuniões convocadas pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) na cidade de São Paulo, representada pelo Dr. Pedro Paulo Chieffi que elaborou os respectivos relatórios para divulgação nos boletins e no site da SBP. O presidente ainda registrou o falecimento do Dr. Nicolau Maués Serra-freire, ex-presidente da SBP e do Dr. Adauto José Gonçalves de Araújo, representante perante a FLAP da presente diretoria. No quarto ponto da pauta o Dr. Artur foi convidado a falar sobre o evento atual. Anunciou que o evento havia alcançado 940 inscritos sendo 63 destes inscritos nos cursos, totalizando 940 inscrições. O Evento contou com uma receita de R$ 2.000,00 provenientes da empresa Alesco, R$ 50.000,00 da Capes, R$ 80.000,00 do CNPq e aproximadamente R$ 285.000,00 derivadas de inscrições dos congressistas, totalizando R$ 417.374,67. As despesas somadas alcançavam cerca de R$ 401.506,00, resultando em um saldo positivo, até o momento, de aproximadamente R$ 15.800,00. Esclareceu que não usou nenhum recurso financeiro proveniente da Sociedade para realização do evento, sendo tudo pago com a captação dos recursos acima mencionados. Dentro do panorama apresentado ele acreditava estar cumprindo o seu papel do ponto de vista financeiro e que o balanço final seria oportunamente publicado. O Dr. Luquetti pediu esclarecimento quanto aos números de convidados e de inscritos. O Dr. Artur explicou que foram 877 inscritos mais 133 convidados, resultando 1010 inscrições. Não havendo mais dúvidas e pedidos de esclarecimentos, o Dr. Carlos Graeff Teixeira, propôs um voto de louvor ao Dr. Artur e a equipe local pelo esforço despendido. No quinto ponto da ordem do dia, a alteração do estatuto para implementação do regimento interno. De acordo com o encaminhamento da assembléia anterior, antes de ser submetido para ratificação em assembléia o regimento interno necessitaria, além de alteração no estatuto, de um prazo maior para análise dos sócios e principalmente do conselho consultivo. Neste sentido o Dr. Luquetti esclareceu que logo após a assembléia de 2013 o regimento interno foi encaminhado para apreciação dos oito membros do conselho consultivo e aprovado por unanimidade. Posto isto, o presidente submeteu a alteração do estatuto com a inclusão do regimento interno em votação plenária que o aprovou por maioria absoluta. Como sexto item da pauta seguiu-se a apresentação de candidaturas e eleição da próxima sede do XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Parasitologia (2019). Nenhuma das regionais se apresentou para sediar o congresso de 2019. A Regional do Rio de Janeiro, representada pelo Dr. José Roberto Machado e Silva, aprovada desde a assembléia anterior para sediar o XXV Congresso Brasileiro de Parasitologia (2017), reforçou o convite para todos estarem presentes, discorreu sobre possíveis instituições parceiras e juntamente com o Dr. José Mauro Peralta ponderaram sobre as possíveis datas para realização do Congresso de 2017 no Rio de Janeiro. A eleição da nova Diretoria e do Conselho Diretor seguiu-se como o sétimo ponto da ordem do dia. Foi apresentada a chapa única, tendo como Presidente, o Dr. José Roberto Machado e Silva (RJ). Com a palavra o candidato destacou a busca de novos sócios como a meta principal e relacionou como Vice-presidente, o Dr. José Mauro Peralta (RJ); Secretário Geral, o Dr. Alverne Passos Barbosa (GO); Secretário, o Dr. Marcos André Vannier dos Santos (BA); Primeiro Tesoureiro, a Dra. Amália Verônica Mendes Silva (MG); Segundo Tesoureiro, o Dr. Edmundo Carlos Grisard (SC). Representantes perante a World Federation of Parasitologists (WFP): titular, o Dr. Benjamim Cimerman (SP); suplente, o Dr. Naftale Katz (MG). Representantes perante a Federacion Latinoamericana de Parasitología (FLAP): titular, o Dr. Mário Steindel (SC), suplente o Dr. Gilberto Fontes (MG). Representantes perante a Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência: titular, o Dr. Pedro Paulo Chieffi (SP); suplente, a Dra. Regina Maura Bueno Franco (SP). Conselho Consultivo, por estatuto: o Dr. Alejandro Luquetti Ostermayer (GO), o Dr. Naftale Katz (MG), o Dr. Carlos Graeff Teixeira (RS), o Dr. Mauro Célio de Almeida Marzochi (RJ), o Dr. Benjamin Cimerman (SP), o Dr. Edward Félix da Silva (MG), a Dra. Dulcinéa Maria Barbosa Campos (GO) e o Dr. Pedro Paulo Chieffi (SP). Não havendo outra candidatura, foi procedida a votação e a chapa única foi aprovada por aclamação para tomar posse a partir desta data e com mandato a vencer em 29/10/2017. Como oitavo ponto de pauta, foi apresentado, pelo Dr. Benjamin Cimerman, o parecer do conselho consultivo sobre a indicação do professor Dr. Pedro Paulo Chieffi para categoria de Sócio Honorário. De imediato o parecer foi aceito por aclamação pela plenária. Com a palavra, o Dr. Pedro Paulo Chieffi fez os agradecimentos. Na pauta de assuntos gerais, o Dr. Habib Fraiha Neto registrou e lamentou a perda de um terceiro grande parasitologista o Dr. Ralph Lainson do Instituto Evandro Chagas. Destacou os cinquenta anos de trabalho no Brasil e que ele fora agraciado com o titulo de Fellow da Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene, London e teve a ventura de assinar no mesmo livro de Isaac Newton, Darwin e outros grandes nomes da ciência naquela parte do mundo. O Dr. Fernando Pedrosa, presidente do próximo Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical agradeceu a acolhida e parabenizou o Dr. Artur e o Dr. Luquetti pelo congresso realizado e fez o convite para todos estarem presentes em Maceió de 21 a 24 de agosto de 2016. A Dra. Cristina de Souza Chaves, da UFCeará, solicitou esclarecimentos quanto às normas para escolha da representação das Regionais da SBP, sendo esclarecida sobre o Regimento aprovado nesta assembléia. A Dra. Rosângela Rodrigues e Silva lembrou, também, do falecimento da Dra. Virgínia Schall. O Dr. Luquetti esclareceu que sobre os falecimentos da Dra. Virgínia Schall e o Dr. Nicolau foram publicadas homenagens no boletim, quanto ao Dr. Adauto, também foi publicado um texto no último número da Revista. O Dr. Edmundo Grisard referendou as palavras do Dr. Fraiha referentes ao Dr. Lainson. Comentou que a SBP não vai angariar novos sócios se ela não for atrativa para seus afiliados, vários dos ali presentes são sócios de outras diferentes sociedades científicas. O Dr. Grisard também deixou seu voto de extremo agradecimento por todo o trabalho do Dr. Luquetti e sua Diretoria. Em todo o seu mandato o presidente se mostrou sempre incansável e merecia muito mais do que o respeito, merecia toda a admiração da SBP. O Dr. Alverne agradeceu a ativa participação do Dr. Grisard na condução deste evento e recomendou um voto de louvor que também foi acolhido pela plenária. O Dr. Fraiha propôs a criação de um acervo digital histórico, documental e iconográfico da SBP e solicitou a contribuição de todos os colegas detentores de informação na busca de documentos, fotografias de congressos, eventos e reuniões promovidas por regionais para que se consiga bom êxito nesta empreitada. A seguir o Dr. Luquetti encerrou seus trabalhos e passou a palavra ao novo Presidente da Diretoria, o Dr. José Roberto que convidou a nova Diretoria para se apresentar para uma seção de fotos proposta pelo Dr. Artur. Não havendo mais nada a tratar, o Sr. Presidente agradeceu e ao final deu por encerrada a assembléia.

Notícias da tesouraria

O valor da anuidade de 2016 é de R$150,00 para os sócios na categoria profissional, de R$112,50 para aqueles na categoria Pós-Graduação e de R$75,00 para os estudantes de Graduação. Manteremos o desconto de 25% para aqueles que regularizem a anuidade até 30 de abril de 2016 (R$112,50; R$84,00 e R$56,00 respectivamente). A quitação pode ser feita por meio de transferência ou depósito bancário no Banco do Brasil, agência 0643-2, conta corrente 45458-3. Lembramos que o comprovante deverá ser enviado para o e-mail veronicasbp@gmail.com. Dúvidas serão resolvidas por Amália Verônica, tesoureira da SBP. Contato: (31) 98213330.

Contatos com a Sociedade Brasileira de Parasitologia

Portal: www.parasitologia.org.br. Endereço: Dr. Alverne P. Barbosa, IPTSP, UFG, Rua 235 esq. com 1ª Avenida, Setor Universitário, 74605-050 Goiânia-GO. Telefone: 062.3209.6114 ou 6109. E-mail: alverne.sbp@hotmail.com

Diretoria 2015-2017, eleita na Assembléia Geral no XXVI Congresso Brasileiro de Parasitologia

Presidente: José Roberto Machado e Silva, Rio de Janeiro; Vice-presidente: José Mauro Peralta, Rio de Janeiro; Secretário-Geral: Alverne Passos Barbosa, Goiânia; Secretário: Marcos André Vannier dos Santos, Salvador; Primeira Tesoureira: Amália Verônica M. Silva, Belo Horizonte; Segundo Tesoureiro: Edmundo Carlos Grisard, Florianópolis.

Zika vírus atravessa placenta, diz análise da Fiocruz

22/01/2016

160122 - Barriga da mãe

Fonte: Último Segundo

A confirmação aconteceu por meio de uma mãe que teve um aborto retido ainda no primeiro trimestre de gestação, que é quando o bebê para de se desenvolver na barriga da mãe mas não é expelido pelo corpo da mulher. Por ela ter relatado sintomas do zika no início da gravidez, a placenta foi enviada para análise no Instituto Carlos Chagas, no Paraná.

Segundo o instituto, os resultados dos exames da placenta deram positivo para os flavivírus, da família do zika, dengue e chikungunya, ou seja, as proteínas de algum vírus desse grupo estavam presentes tanto na mãe como no feto. Para confirmar se realmente havia sido zika, a equipe do Laboratório de Virologia do ICC/Fiocruz fez a identificação do genoma viral por meio de técnicas avançadas e identificou o zika. A transmissão intrauterina, então, foi confirmada.

Uma das hipóteses para essa transmissão da mãe para o bebê é que o zika vírus estaria “pegando carona” nas células Hofbauer, que são células de defesa e que atuam na placenta. O zika, portanto, estaria sendo capturado por essas células, mas acabaria absorvido na placenta.

Além disso, os pesquisadores fizeram exames para detectar se havia uma possível infecção por dengue, mas o resultado foi negativo.

O zika vírus está associado ao aumento de casos de microcefalia pelo fato de as mães que tiveram bebês com a malformação relatarem terem tido sintomas da doença no início da gravidez. Cientistas, porém, não conseguiram confirmar efetivamente se o zika é o causador da microcefalia, por isso se diz que há uma “associação”, já que o aumento de casos de microcefalia coincidiu com o aumento de casos de zika.

Com a confirmação de o zika ter passado pela placenta, essa hipótese científica está cada vez mais perto de ser confirmada. Mais estudos serão necessários para tirar todas as dúvidas, já que o País está enfrentando um problema ainda novo.

Veja como se prevenir:

Usar repelente de inseto para evitar ser picado pelo Aedes aegypti é ainda a melhor forma de se prevenir contra o zika vírus. Eliminar criadouros do mosquito é igualmente fundamental para evitar a proliferação de vetores.

Além disso, quando alguém adoecer com o zika vírus, dengue ou chikungunya, é importante continuar usando repelentes para evitar ser picado e transmitir o próprio vírus ao mosquito, que picará outras pessoas e espalhará a doença.

Registros de malária aumentam em 2015 e superam 71 mil casos no AM

22/01/2016

160119 - Mosquito na mão

Fonte: G1

O número de casos de malária aumentou 7,64% no Amazonas, em 2015. O acréscimo resultou no registro de 71.890 casos da doença no ano passado, segundo um levantamento preliminar da Fundação em Vigilância e Saúde (FVS). Na capital, as ocorrências chegaram a 8.223, o que pode ter relação com as invasões de terras. Já nos municípios do interior, o maior registro de malária tem relação com a cheia dos rios.

Uma das regiões mais atingidas pela doença foi o Alto Juruá. Em Eirunepé, município a 1.160 km de Manaus, mais de 6,2 mil casos foram registrados. Em Ipixuna, distante 1.380 km, foram fichados mais que o dobro dos casos registrados em 2014, com 6.683 ocorrências em uma população de 26 mil pessoas.

Um total de 975 casos foram notificados no região do Rio Madeira, onde todos os municípios – Apuí, Borba, Humaitá, Manicoré e Novo Aripuanã – registraram diminuição da malária. A situação foi similar nas cidades próximas ao Rio Purus. No local, apenas Boca do Acre teve aumento da doença, com 12% a mais de casos que no ano passado.

Na capital do estado, a malária também avançou, somando mais de 8,8 mil notificações ao longo de 2015. O aumento foi de cerca de 32% em relação a 2014, que teve 5,5 mil casos. Segundo as autoridades sanitárinas, o crescimento se deve a ocupação de terras onde vivem o mosquito Anopheles, vetor da malária.

Já no interior do estado, segundo a FVS, o aumento da malária está relacionado à grande cheia registrada no ano passado, o que dificulta o combate ao mosquito transmissor na Zona Rural e aumenta a concentração de pessoas nas sedes dos municípios.

Conforme a Fundação, a meta para 2016 é diminuir os casos de malária em 20%. Segundo a chefe em exercício do Departamento de Vigilância Ambiental da FVS, Mirna Barata, ações em 12 municípios, que concentram 66% dos casos da doença, devem ser mantidas. “Uma das estratégias que nós vamos utilizar e que já vínhamos utilizando é a compra de mosquiteiros impregnados de longa duração, bem como aquisição de outros equipamentos”, destacou.

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