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Concurso Público no Campus Seropédica é anunciado pela UFRRJ

08/06/2018

UFRRJA Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) anuncia novo Concurso Público, que objetiva a contratação de quatro profissionais como Professores Adjuntos A-1 na Carreira do Magistério Superior, no Campus Seropédica.

Os aprovados são responsáveis por ministrar aulas nas áreas de Hospitalidade (1), Parasitologia/ Artrópodes (1), Parasitologia/ Protozoários e Rickettsias (1) e Parasitologia/ Helmintos (1), nos departamentos de Ciências Sociais Aplicadas/ Economia Doméstica e Hotelaria e Veterinária/ Parasitologia Animal.

Com carga horária de 20h ou Dedicação Exclusiva, a remuneração dos candidatos de nível superior tem valor entre R$ 2.876,09 e R$ 9.877,98.

Interessados em alguma destas chances podem efetuar inscrição até às 15h do dia 4 de julho de 2018, por meio do endereço eletrônico www.ufrrj.br. A taxa de participação tem valor entre R$ 72,00 e R$ 247,00.

Este certame, com validade de um ano, compreenderá Provas Escrita ou Prática, Análise do Perfil de acordo com as exigências do edital, Prova Didáticas, Prova de Títulos e Plano de Trabalho.

Mais informações podem ser obtidas nos documentos oficiais disponíveis em nosso site.

Brasil tem mais de 330 mortes por febre amarela, diz ministério

13/04/2018

Vacina da febre amarela está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS)  (Foto: Reuters)

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (12) os novos dados sobre as infecções de febre amarela no Brasil. Foram confirmados 1.127 casos da doença, sendo que 331 pessoas morreram desde julho de 2017.

Ao todo, foram 5.052 notificações – pessoas com suspeita da doença. Além dos casos confirmados, 2.806 foram descartados e mais 1.119 permanecem em investigação.

 

Casos confirmados de febre amarela

Estado Nº de casos Nº de mortes
Distrito Federal 1 1
Espírito Santo 6 1
Rio de Janeiro 187 63
São Paulo 453 134
Minas Gerais 480 152
TOTAL 1127 331

De julho até a mesma semana epidemiológica de abril entre os anos de 2016/2017, foram 712 casos de febre amarela. Ou seja: no período entre 2017/2018 ocorreu uma alta de 58% nas infecções no país.

O número de confirmações por febre amarela diminuiu em relação a 27 de março. Segundo o Ministério, isso se deve à constante revisão e investigação de óbitos e casos.

Vacina no SUS

governo anunciou em março deste ano a ampliação da vacina da febre amarela para todo o Brasil. A medida foi tomada após o segundo ano de alta no número de casos da doença e com a maior proximidade do vírus nas zonas urbanas.

O programa de vacinação chegará agora a alguns estados do Nordeste e parte do Sul e Sudeste que não faziam parte das áreas de recomendação. A ampliação irá ocorrer de forma gradual até abril de 2019, de acordo com cronograma previsto pelo governo. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia manterão a campanha com base nas doses fracionadas.

Malária 180413

Pesquisa vai acompanhar 257 pacientes e avaliar eficácia no tratamento contra malária no interior do Acre

13/04/2018

Pesquisa vai avaliar eficácia no tratamento contra malária em Cruzeiro do Sul  (Foto: Adelcimar Carvalho/G1)

Fonte: G1:

Uma pesquisa vai avaliar a eficácia do tratamento contra malária em Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre. De acordo com um boletim divulgado pela Saúde, em 2017, o Vale do Juruá registrou 35.406 casos da doença – que equivalem a 98% dos casos totais do estado – que são 36.087. No ano passado, Cruzeiro do Sul teve 21 mil casos da doença.

O projeto envolve o Ministério da Saúde, Governo do Estado, Prefeitura de Cruzeiro do Sul e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.

O médico infectologista Alexandre Macedo de Oliveira, que está a frente da pesquisa, explica que a intenção é acompanhar o tratamento de 257 pacientes, que serão avaliados por seis meses.

Eles terão acompanhamento semanal durante o primeiro mês e depois uma vez por mês.

“Queremos avaliar como está o tratamento da malária na região feito com a cloroquina e primaquina. Os pacientes serão acompanhados durante 6 meses para verificar a resposta do paciente ao tratamento”, explica Oliveira.

O médico destaca que equipe é composta por oito pessoas, entre três enfermeiras, três técnicos de enfermagem e dois microscopistas. A supervisão fica a cargo da infectologista Suiane Negreiros.

O acompanhamento é feito por dois postos de atendimento – no hospital e outra na Santa Casa. Os pacientes não podem ter passado por nenhum tratamento contra a doença nos últimos 30 dias.

“A coleta de dados deve durar até janeiro de 2019. O objetivo é verificar como está funcionando o tratamento que é recomendado pelo Ministério da Saúde. Vamos avaliar se é necessário aumentar o número de dias de tratamento com a primaquina para prevenir a recaída dos casos da malária”, destaca o médico.

Ruth Nussenzweig, precursora no estudo da vacina contra a malária, morre aos 89

04/04/2018

A pesquisadora Ruth Nussenzweig, da Universidade de Nova York, que morreu aos 89 anos

Folha de São Paulo

Nascida na Áustria, veio para o Brasil aos 11 anos e, atualmente, era pesquisadora nos EUA

Novas vacinas contra a malária, com potencial para salvar dezenas de milhares de vidas por ano, devem muito da fase inicial de seu desenvolvimento a uma ex-refugiada de origem austríaca, que cresceu em São Paulo e passou a maior parte de sua carreira científica nos EUA, sem nunca cortar seus laços com o Brasil. Essa pesquisadora, a médica Ruth Sonntag Nussenzweig, morreu na noite deste domingo (1), aos 89 anos, de  embolia pulmonar.

De origem judia, filha dos médicos Eugenia e Baruch Sonntag, Ruth nasceu em Viena e veio para a capital paulista em 1939, aos 11 anos. A família deixara a Áustria por causa da crescente perseguição aos judeus promovida pelo regime nazista (a Alemanha de Hitler havia anexado o território austríaco pouco tempo antes).

Foi durante o curso de medicina na USP que ela iniciou um namoro tanto científico quanto sentimental com o futuro marido, Victor Nussenzweig, outro jovem judeu, de família polonesa. Na época militante comunista, atraído por ideais revolucionários, Nussenzweig contaria mais tarde que foi convencido por Ruth a tentar mudar o mundo pela ciência, e não pela política.

Em um de seus primeiros trabalhos conjuntos, os dois desenvolveram um método inovador e menos “medieval”, como diziam eles, para identificar a presença do parasita do mal de Chagas no sangue de possíveis doentes. Antes das inovações introduzidas por eles, um barbeiro, inseto transmissor da doença, era induzido a picar diretamente a pessoa e depois examinado; o casal achou uma maneira de oferecer apenas a amostra de sangue ao bicho, sem o contato com o paciente.

Após temporadas de pesquisa de campo no Nordeste, uma tentativa frustrada de ida aos EUA (um diplomata americano, sabendo das inclinações esquerdistas de Victor, chegou a mandar que ele pedisse emprego a Stálin) e um pós-doutorado na França, Ruth e Victor
finalmente conseguiram uma bolsa para trabalhar numa instituição americana, a NYU (Universidade de Nova York), que lhes parecia oferecer melhores oportunidades de pesquisa.

Depois de dois anos por lá, porém, já queriam voltar a São Paulo. Mas o retorno se deu quando o golpe militar de 1964 tinha acabado de acontecer, e um coronel instalado na faculdade de medicina quis ter uma longa conversa com Victor assim que ele apareceu por lá.

Voltaram logo depois, portanto, para a NYU, onde se tornaram professores em caráter permanente.

Foi já nessa época, em 1967, que Ruth publicou o trabalho que mais marcaria sua carreira. Ela demonstrou que era possível produzir imunidade contra o parasita da malária depois de banhar o micróbio numa dose de radiação ultravioleta e inoculá-lo em camundongos.

Essa prova de princípio muito simples revelou que uma vacina contra a doença não seria um alvo totalmente inviável. A continuidade do trabalho da pesquisadora mostrou qual era a proteína envolvida no processo de imunização e a região exata da molécula essencial para esse processo.

Esses dados seriam importantes para o desenvolvimento da vacina RTS,S (ou Mosquirix), que está em fase inicial de testes em países africanos, os mais afetados pela doença. O nível de proteção não é alto, em torno de 40%, mas ainda assim deve ser o suficiente para alvar vidas. “Vai funcionar, inclusive em crianças”, disse Ruth à Folha em 2017.

DESCENDÊNCIA CIENTÍFICA
Com dificuldades de mobilidade por causa de uma queda há alguns anos, a pesquisadora precisou parar de orientar alunos e não pôde realizar o desejo de voltar para o Brasil em definitivo.

Costumava dizer que a única vantagem dos EUA era a facilidade para fazer pesquisa, mas declarou certa vez à revista “Pesquisa Fapesp” que nunca se acostumara ao país e que praticamente todos os seus amigos ainda viviam no Brasil. Boa parte de seus familiares também seguiu a carreira acadêmica.

O filho Michel é professor da Universidade Rockefeller e membro da Academia de Ciências americana; a filha, Sonia, antropóloga da Escola de Sociologia e Política de São Paulo; e o outro filho, André, atua nos NIH (Institutos Nacionais de Saúde dos EUA).

Febre amarela: 43% dos transplantados sobreviveram

04/04/2018

Febre amarela: 43% dos transplantados sobreviveram Leo Munhoz/Diário Catarinense

Fonte: Diário Catarinense

Em seus quase 30 anos de experiência em transplantes de fígado, o médico Luiz Carneiro D’Albuquerque poucas vezes viu uma situação tão dramática como a dos pacientes com quadro grave de febre amarela.

— A gente colocava o doente na lista de espera por um órgão no fim da tarde, recebíamos autorização para transplantar em duas horas e, quando era no outro dia de manhã, enquanto esperávamos o fígado, o paciente já estava agônico, quase morrendo. Era desesperador — diz.

Professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e chefe de transplantes de órgãos abdominais do Hospital das Clínicas, o especialista chefiou a equipe que fez, em 30 de dezembro, o primeiro transplante de fígado em um paciente com febre amarela no mundo. Desde a primeira cirurgia, outras 20 foram realizadas em hospitais de São Paulo, Rio e Minas, segundo Carneiro. Dos 21 pacientes operados, 9 sobreviveram, dos quais ao menos 4 tiveram alta.

A taxa de sucesso do transplante, de 43%, pode parecer baixa numa primeira análise, mas representa um marco no tratamento da doença no mundo e, ao mesmo tempo, um desafio para os cientistas brasileiros envolvidos no processo.

Nos casos agudos da doença, em que há comprometimento neurológico – uma das situações em que o transplante é indicado -, a mortalidade chega a 90%. Mas o transplante de fígado em casos de febre amarela nunca havia sido realizado, por duas razões: primeiro, porque geralmente o paciente morre antes da chegada do órgão; segundo, porque os médicos não sabiam se, após a cirurgia, o vírus passaria a atacar o fígado novo.

Com a observação dos transplantados, os médicos descobriram que o vírus da febre amarela é tão devastador que os pacientes com hepatite fulminante causada pela doença não podem esperar pelo novo órgão o mesmo tempo que os doentes com insuficiência hepática por outras causas. Isso porque, mesmo que o fígado seja trocado, se o vírus já tiver atacado outros órgãos vitais, a chance de recuperação é pequena.

— A gente não conhecia bem essa doença em São Paulo. O último surto urbano foi na década de 40. Percebemos que os critérios clássicos para indicação de transplante de fígado não servem para febre amarela. Nos casos em que o paciente morreu após o transplante, o que aconteceu foi que o comprometimento de outros órgãos já era tão grave que a troca do fígado não bastou — diz D’Albuquerque, que transplantou seis pacientes no HC, metade ainda viva.

Critérios

Em fevereiro, o grupo de especialistas brasileiros envolvidos nos transplantes definiu, em conjunto com o Ministério da Saúde, critérios específicos para os casos de troca de órgão em pacientes com febre amarela. Segundo os médicos, a principal diferença entre os pacientes que sobreviveram e os que morreram foi o momento em que o transplante foi realizado.

— Os que tiveram êxito foram encaminhados para transplante mais precocemente – e quando digo precoce são apenas um ou dois dias de diferença, o que dá uma ideia do quanto a situação era dramática — afirma Antônio Márcio de Faria Andrade, responsável técnico pelo transplante de fígado do Hospital Felício Rocho, de Belo Horizonte, onde quatro pacientes foram transplantados, dos quais dois sobreviveram.

Um dos critérios adaptados para esses pacientes foi referente ao grau de comprometimento neurológico causado pela falência do fígado, a chamada encefalopatia hepática.

— Em casos de hepatite fulminante por outras causas, nós indicamos o transplante com comprometimento (máximo) grau 3 ou 4. No caso da febre amarela, o paciente já pode ter indicação com comprometimento grau 1, tamanha a agressividade da doença — afirma Andrade.

Os cientistas também já começam a definir sinais que indicam pouca chance êxito no transplante.

— Sintomas como pancreatite aguda grave, hemorragias cerebral e digestiva e choque refratário (queda severa de pressão) podem contra indicar o transplante — relata Ilka Boin, professora titular da Unidade de Transplantes Hepáticos do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde dois transplantes foram feitos, nenhum deles com sobreviventes.

Além de considerar o quadro do próprio doente, os médicos precisam definir com cautela quem será indicado ao procedimento para que não seja feito o chamado transplante fútil, no qual o órgão doado é desperdiçado com um paciente com poucas chances de sobrevivência.

Com base nos transplantes realizados nos últimos três meses, o Ministério da Saúde deve publicar nos próximos dias uma norma técnica definindo se o procedimento seguirá sendo feito no País e sob quais condições. Atualmente, ele é considerado experimental.

Para D’Albuquerque, o transplante possibilitou salvar pacientes que provavelmente morreriam.

— No HC, indicamos o transplante para 20 doentes, dos quais 6 foram transplantados. Dos 14 que não passaram pelo procedimento, 13 morreram. Me parece que o transplante é válido, mas deve ser feito com critérios muito precisos.

Burroughs Wellcome Workshop in Helminth Transgenesis

21/03/2018
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180321 - Burroughs

Fonte: Burroughs Wellcome Fund

O Burroughs Wellcome Fund está patrocinando uma oficina sobre a transgênese de helmintos em Case Western Reserve University, Cleveland, Ohio, EUA, nos dias 4 a 8 de junho de 2018. O workshop abordará as manipulações básicas para a introdução e avaliação do DNA em Schistosoma mansoni. As técnicas podem ser amplamente aplicáveis a outros helmintos. A oficina será sob a direção de Dr. Emmitt Jolly com a assistência de funcionários da Case Western Reserve University e do Biomedical Research Institute. Materiais de laboratório, viagens dentro dos EUA, hospedagem e comida são integralmente fornecidos pela Burroughs Wellcome Fund. O candidatos internacionais são bem vindos. Aplicações podem ser feitos online: http://case.edu/orgs/cghd/faculty-research/ronald-blanton.htm

UFPB publica edital de Processo Seletivo para contratação de Professores

21/03/2018

UFPB publica edital de Processo Seletivo para contratação de Professores

Fonte: UFPB

Foi divulgado o edital no Diário Oficial da União, Processo Seletivo de Nível Superior para contração de seis Professores Substitutos das Classes Auxiliar; Assistente e Adjunto “A”, oferecido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Destinado aos Campi de João Pessoa – PB e Areia – PB.

Os Docentes lecionarão nas Disciplinas de Doenças Prevalentes do sistema Nefro-Urogenital (1); Doenças Prevalentes do Sistema Hematológico (1); Parasitologia Clínica I; Microbiologia Clínica I; Estágio Vivência V-Hospitalar; Estágio Vivência VIII-Análises Clínicas Toxicológicas e Estágio Supervisionado em Análises Clínicas (1); Nutrição em Saúde Coletiva (1); Danças Populares e Educação (1) e Farmacologia Veterinária e Fisiologia Animal (1).

As inscrições podem ser realizadas por procuração, via postal ou de forma presencial, nas unidades detentoras das vagas, nos seguintes endereços e datas abaixo, conforme os horários especificados no edital:

Campus I – João Pessoa – Localizado no Jardim Cidade Universitária; Centro de Ciências Médicas, Centro de Ciências da Saúde e Centro de Comunicação, Turismo e artes:

  • Doenças Prevalentes do Sistema Nefro-Urogenital – MIV 32; Doenças Prevalentes do Sistema Hematológico – MIV 35; e Parasitologia Clínica I, Microbiologia Clínica I, Estágio Vivência V – Hospitalar, Estágio Vivência VIII – Análises Clínicas Toxicológicas e Estágio Supervisionado em Análises Clínicas: De 20 a 29 de março de 2018.
  • Nutrição em Saúde Coletiva: De 2 a 6 de abril de 2018.
  • Danças Populares e Educação: De 20 a 26 de março de 2018;

Campus II – Areia – Localizado na Rodovia BR 079 – KM 12; Centro de Ciências Agrárias:

  • Farmacologia Veterinária e Fisiologia Animal: De 20 a 28 de março de 2018.

Em jornadas de 20h a 40h semanais, os contratados farão jus á remuneração de R$ 2.236,30 a R$ 5.742,14, de acordo com a Titulação que possuir.

O Processo Seletivo Válido por um ano será realizado por meio de Avaliação Didática e Prova de Títulos. Mais informações acesse o edital disponível em nosso site.