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UFF-RJ realiza um novo Processo Seletivo na área de Parasitologia

18/10/2017

Pós-graduação em microbiologia e parasitologia na UFF

Remuneração será de até R$ 5,7 mil

A partir de hoje, 17 de outubro de 2017, a Universidade Federal Fluminense (UFF) recebe inscrições do novo Processo Seletivo que visa contratar um Professor Substituto na área de Parasitologia.

A jornada do Docente contratado será de 20h semanais, para atuar junto ao Departamento de Microbiologia e Parasitologia. A remuneração que será paga pode variar de R$ 2.236,29 a R$ 5.742,14, em virtude da titulação obtida pelo profissional. Haverá também auxílio-alimentação no valor de R$ 458,00, de acordo com a carga horária.

Se você tem Graduação em: Biomedicina, Ciência Biológicas, Farmácia, Nutrição, Enfermagem, Medicina ou Medicina Veterinária, e deseja participar, inscreva-se até 26 de outubro de 2017, no site da Universidade www.sistemas.uff.br/cpd. Mas lembre-se que após preencher a ficha é necessário entregar a documentação exigida conforme discrimina o edital disponível em nosso site.

Os inscritos que tiverem seus pedidos homologados serão submetidos à aplicação de Provas Escrita, Avaliação Curricular e Prova Didática, cujo resultado tem validade de dois anos, não podendo ser prorrogado.

Ação na Justiça Federal requer que INSS não exija miserabilidade para concessão de benefício a bebês com microcefalia

18/10/2017

Primeiros casos da zika foram notificados em abril de 2015, na Bahia. Foto: Paulo Paiva/DP (Primeiros casos da zika foram notificados em abril de 2015, na Bahia. Foto: Paulo Paiva/DP)

Fonte: Diário de Pernambuco

Iniciativa é do MPF, que reconhece exigência legal mas reforça que o critério econômico deve ser examinado em conjunto com outros indicativos socioeconômicos

A miserabilidade não pode ser requisito para a concessão de benefício assistencial de prestação continuada a bebês com microcefalia e/ou malformações congênitas decorrentes do Zika Vírus no estado. Esse é o entendimento do Ministério Público Federal (MPF), que ajuizou ação civil pública (ACP) na Justiça Federal para que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixe de fazer essa exigência. O MPF requereu a imposição de multa no caso de descumprimento de possível determinação judicial, além do ressarcimento de todos os prejuízos e danos morais sofridos pelas crianças que tiveram seus benefícios indeferidos.
Assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Alfredo Falcão Jr., e pela procuradora da República Natália Lourenço Soares, a ACP reconhece que a Lei Orgânica da Assistência Social (Lei 8.742/93) e a Lei 13.301/2016, que disciplinam a concessão do benefício, consideram o critério da miserabilidade segundo a Constituição Federal. Mas se argumenta que a mensuração da renda familiar é inadequada para a aferição dos efeitos psicológicos e financeiros das famílias dos bebês afetados. Para os procuradores da República, segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), o critério econômico deve ser examinado em conjunto com outros indicativos socioeconômicos.
A ACP decorreu de inquérito civil instaurado pelo MPF para apurar dificuldade na obtenção de benefícios previdenciários perante o INSS por parte das famílias de crianças com microcefalia em Pernambuco. Durante as apurações, documento enviado pela própria autarquia indicou que houve 87 indeferimentos, entre 2015 e 2017, justificados por renda per capita incompatível e pelo não atendimento de outras exigências. No mesmo período, foram concedidos 326 benefícios às crianças com microcefalia no estado. Para os procuradores da República, a autarquia previdenciária não pode informar o número exato de indeferimentos e, por outro lado, chegam regularmente, ao MPF, notícias de pessoas que tiveram pedidos indeferidos.

Aplicativo identifica vetores da doença de chagas

06/10/2017

Resultado de imagem para barbeiro inseto

Fonte: UnB TV

Cerca de três milhões de pessoas no Brasil ainda sofrem com esse mal.

Para erradicá-lo, é fundamental conhecer o barbeiro, inseto transmissor da doença. Só no Brasil, há 67 espécies. E nem sempre é fácil identificar. A tecnologia é um recurso fundamental nesse trabalho. O Núcleo de Medicina Tropical da UnB, em parceria com a Universidade do Kansas e o Instituto de Saúde Pública no México, desenvolveu um dispositivo para identificar os vetores de forma mais fácil e rápida.

Confira:https://www.youtube.com/watch?v=8jqGNnkU5eU&feature=youtu.be

Anticorpos produzidos em laboratório impediriam infecção pelo vírus da zika

06/10/2017

Fonte: O Globo

RIO — Anticorpos produzidos com técnicas de biotecnologia como os utilizados no tratamento de alguns tipos de câncer, como os de mama, gástrico e dos ossos — chamados “monoclonais” — podem ser aplicados contra o vírus da zika para impedir que infecte pessoas. A descoberta, publicada ontem na revista “Science Translational Medicine”, é fruto de uma parceria entre cientistas americanos e pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e da Universidade de São Paulo, que tem como principal objetivo achar uma maneira rápida e segura de proteger grávidas da infecção pelo vírus, e, consequentemente, seus fetos de sequelas como a microcefalia.

No estudo, os cientistas primeiro isolaram linfócitos B, um tipo de célula de nosso sistema imunológico que fabrica anticorpos, de um indivíduo na fase aguda da doença. Estes linfócitos foram então cultivados em laboratório (clonados) para produzirem mais anticorpos, por isso passando a ser denominados “monoclonais”. Delas foram então extraídos, isolados e purificados 91 anticorpos. Após testes in vitro em que os anticorpos monoclonais eram desafiados a combater o zika, foram selecionados os três que apresentaram as mais altas taxas de neutralização do vírus, batizados então SMZAb1, SMZAb2 e SMZAb5.

A seguir, um “coquetel” com este três anticorpos foi injetado em quatro macacos, com outros quatro animais recebendo uma injeção de placebo, sem anticorpos capazes de combater, para servir de grupo de controle. No dia seguinte, todos animais foram inoculados com uma cepa identificada como especialmente danosa do vírus. Exames subsequentes mostraram que nos macacos que receberam a injeção com os três anticorpos o vírus não conseguiu se multiplicar, enquanto nos que receberam o placebo a infecção rapidamente se instalou, com o vírus se replicando e a carga viral atingindo altos níveis em seus organismos.

— Os anticorpos foram tão eficazes no bloqueio da infecção pelo zika que não deu tempo dos macacos sequer construírem sua própria resposta imunológica ao vírus — destacou ao GLOBO David Watkins, pesquisador da Universidade de Miami, EUA, e líder do estudo.

Segundo Watkins, estes primeiros resultados das experiências com os anticorpos monoclonais contra o zika são tão promissores que já estão em curso estudos para fabricá-los com pureza e segurança suficientes para iniciar testes com humanos. Ainda de acordo com o pesquisador americano, se tudo der certo, em dois a três anos eles já estarão disponíveis para a população, numa muito necessária alternativa de prevenção da doença em grávidas.

— Por melhor que seja uma futura vacina com vírus atenuado contra o zika, ela terá que ser usada com cautela em grávidas pelo perigo que o vírus apresenta para o fetos — lembra. — Já com os anticorpos não há esse tipo de preocupação. Bastará uma injeção e a mulher estará protegida da infecção.

Descoberta de ponto fraco dos vírus pode viabilizar vacinas contra doenças globais

29/09/2017

Descoberta de ponto fraco dos vírus pode viabilizar vacinas contra doenças globais

Diário da Saúde

Ponto fraco dos vírus

Uma equipe da Universidade de Southampton (Reino Unido) fez uma descoberta significativa nos esforços para desenvolver uma vacina contra zika, dengue, hepatite C e outras doenças causadas por vírus ou, até mesmo, contra o câncer.

Mohammed Naiyer e seus colegas demonstraram que as chamadas “células assassinas” naturais, que são uma parte fundamental do nosso sistema imunológico e encarregadas de matar invasores, podem reconhecer muitos vírus diferentes, incluindo agentes patogênicos como vírus zikadengue e hepatite C, através de um único receptor chamado KIR2DS2.

Isto pode mudar a forma como os vírus são alvejados pelas vacinas.

Células matadoras contra os vírus

As vacinas funcionam estimulando a resposta imunológica ao revestimento de proteínas dos vírus, permitindo ao corpo combater o vírus e reconhecê-lo no futuro. No entanto, os vírus são capazes de mudar seus revestimentos de proteínas, o que os ajuda a fugir dos anticorpos, fazendo com que alguns vírus sejam muito difíceis de serem alvejados por vacinas.

O receptor das células matadoras agora descoberto é capaz de atingir uma parte não-variável do vírus, chamada proteína NS3 helicase, que é essencial para que o vírus funcione corretamente. Ao contrário de outras proteínas, a helicase NS3 não muda, o que permite que o sistema imunológico a agarre e deixe que as células matadores façam sua parte para eliminar a ameaça.

“A proteína helicase NS3 pode ser a chave para desbloquear a defesa de vírus letais que afetam tantas pessoas ao redor do mundo. É muito emocionante descobrir que outros vírus semelhantes à hepatite C, como o vírus zika, o vírus da dengue, o vírus da febre amarela, vírus da encefalite japonesa e, na verdade, todos os flavivírus, contêm uma região dentro das proteínas NS3 helicase que é reconhecida exatamente pelo mesmo receptor KIR2DS2. Acreditamos que, atingindo essa região da helicase NS3, poderemos produzir um novo tipo de vacina com base em células assassinas naturais, que poderão ser usadas para ajudar a proteger as pessoas,” disse professor Salim Khakoo, coordenador da equipe.

Estratégia contra o câncer

É importante ressaltar que a pesquisa ainda está em estágio inicial, sendo a seguir necessário realizar estudos em animais e, posteriormente, ensaios clínicos em humanos, para testar a descoberta.

Os pesquisadores querem agora confirmar que essas células KIR2DS2 são protetoras durante infecções agudas por flavivírus e esperam desenvolver uma vacina que aponte para as células assassinas naturais.

A equipe acredita que, se funcionar, um processo semelhante poderá ser usado para atingir o câncer.

“Os tratamentos de câncer que usam o próprio sistema imunológico do corpo [imunoterapias] estão se tornando mais comuns. Nossos resultados apresentam uma estratégia completamente nova para a terapêutica viral que pode ser facilmente traduzida para o câncer. Os próximos anos serão muito emocionantes nesta área,” disse o professor Khakoo.

Teste instantâneo detecta zika e quatro tipos de dengue

29/09/2017

Resultado de imagem para Teste instantâneo detecta zika e quatro tipos de dengue

Fonte: Diário de Pernambuco

O exame tem resultado em 20 minutos e evita a confusão entre as doenças, que causam efeitos similares no corpo

Há quase dois anos, o vírus zika se transformou em uma ameaça à saúde pública global, com milhares de casos que surgiram no Nordeste brasileiro, seguidos do nascimento de crianças com má-formação craniana e diversas deficiências físicas e cognitivas. Embora já tenha sido rebaixada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que não a considera mais uma emergência internacional, a doença não deixou de existir. Ao contrário, o levantamento mais recente do Ministério da Saúde mostra que, neste ano, houve 13.353 casos registrados no Brasil. É bem menos que em 2016: 205.578. Contudo, como toda epidemia, a zika está sujeita a ciclos descendentes e ascendentes.
A proximidade do verão, quando há proliferação do mosquito transmissor, é um lembrete de que a doença pode voltar. Daí a urgência de um teste rápido e de baixo valor que, além de fazer o diagnóstico preciso, não esteja sujeito à reatividade cruzada, ou seja, que não confunda a doença com outras semelhantes, como a dengue e a chicungunha. Até agora, esse exame não existe no mercado. Mas um estudo publicado na revista Science Translational Medicine mostra que, em breve, ele poderá estar disponível.
Liderada por Irene Bosh, virologista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a equipe de pesquisadores, que inclui brasileiros, desenvolveu um teste rápido e relativamente barato – US$ 5, a unidade – que detecta os quatro sorotipos da dengue, além do zika. “É importante ter um único teste que diferencie os quatro sorotipos da dengue e o zika porque eles cocirculam, eles são transmitidos pelo mesmo mosquito (o Aedes aegypti)”, observa Kimberley Hamad-Schifferli, professora de engenharia na Universidade de Massachusetts em Boston e coautora sênior do artigo.
Além de não ocorrer reação cruzada, o exame consegue identificar as proteínas virais a baixas concentrações, entre 4ng/ml e 21ng/ml, contra 75ng/ml exigidos pelos testes disponíveis hoje. Em 20 minutos, é possível saber se a pessoa está infectada por algum vírus e por qual deles.
Para checar a efetividade do exame, os pesquisadores de Boston recorreram a colegas de todo o mundo, que o testaram em amostras de sangue retiradas de pacientes e confirmaram que, de fato, ele é capaz de diferenciar o zika de outros vírus. No Brasil, esse trabalho foi realizado por cientistas de instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Interação
Kimberley Hamad-Schifferli explica que um dos maiores desafios na detecção do zika é que a maioria dos testes se baseia nos anticorpos fabricados pelo corpo que interagem com uma proteína do vírus chamada NS1. Quando ela é encontrada na corrente sanguínea do paciente, sabe-se que ele foi infectado. Contudo, muitos outros micro-organismos da família dos flavivírus têm versões parecidas da NS1, o que pode produzir o falso positivo. Além de zika e dengue, o vírus do Oeste do Nilo, o da chicungunha e o que causa a febre amarela pertencem a esse grupo.
Para lidar com o problema, os pesquisadores do MIT buscaram anticorpos que agem exclusivamente com a proteína NS1 produzida pelo zika, assim como anticorpos relacionados com cada um dos quatro sorotipos da dengue. No laboratório, expuseram ratos aos vírus da zika e da dengue e, então, investigaram a resposta imunológica deflagrada pelo organismo dos animais. Assim, conseguiram identificar pares de anticorpos que reagem apenas com a proteína do zika. “Sabíamos, por análises de informática, que, se olhássemos o suficiente e provocássemos o repertório das células B desses animais, acabaríamos encontrando esses anticorpos”, disse, em nota, Irene Bosch.
Com o par de anticorpos devidamente identificado, os pesquisadores do MIT trabalharam para criar cinco testes (um para o zika e os restantes para os quatro sorotipos da dengue). O exame é feito em tirinhas que, mergulhadas em uma solução de nanopartículas de ouro, contendo amostra do sangue do paciente, conseguem detectar a infecção viral. Caso a proteína NS1 esteja presente, ela se gruda aos anticorpos presentes na tira de papel e, em 20 minutos, uma mancha azul aparece. Por ora, é preciso usar cinco tiras – uma por vírus — em cada paciente, mas os cientistas norte-americanos trabalham para unificar o exame.
Nas amostras coletadas em países como Brasil, Colômbia e México, que foram visitados pela equipe de Boston, os pesquisadores comprovaram que os resultados eram tão eficazes quanto os obtidos pelos testes de reação da polimerase em cadeia (PCR), que detectam o RNA viral. Apesar da acurácia, o PCR requer equipamentos laboratoriais caros, assim como pessoal treinado, o que nem sempre está disponível em áreas vulneráveis.
Por sua vez, as tirinhas de papel podem ser levadas para todos os lugares e o resultado não depende de nenhuma supermáquina para ser obtido. Cada tira foi produzida a US$ 5, o que se pode traduzir em bilhões de dólares quando se pensa em um número grande de pessoas sendo testadas. Contudo, os cientistas do MIT ponderam que, ao serem produzidas em larga escala comercialmente, esse preço cairá bastante. A equipe pretende que o teste seja capaz, em um futuro próximo, de detectar outros flavovírus emergentes, para que governos não sejam mais pegos de surpresa como ocorreu com a zika.
Diagnóstico ágil faz a diferença
“Ter um teste rápido de zika é fundamental, ainda que muita gente fique falando que a epidemia foi muito menor este ano. Somente 20% dos casos de zika têm manifestação clínica, como vai saber se foi menor se não tem o teste diagnóstico?”, questiona o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue/Arboviroses (SBD-A). Além disso, ele lembra que doenças provocadas por vírus surgem em ondas epidêmicas. “Primeiro, o vírus é introduzido. Tem um início insidioso e, por volta do terceiro ano, atinge o ápice, até diminuir o número de casos. Foi o que aconteceu com a dengue: começou no Nordeste, atingiu o auge há dois anos e está decrescendo”, diz.
Contudo, ele destaca que essa é uma realidade nordestina: “No restante do país, estão sendo confirmados muitos casos. Nas regiões Centro-Oeste, em Minas Gerais e em São Paulo, a doença está na fase ascendente e o auge deve ser no ano que vem”, prevê. Como o mosquito Aedes aegypti transmite também o zika, não se pode descartar, segundo o médico, que esses locais sofram uma epidemia dessa doença entre 2018 e 2019. “Precisamos de um teste de zika o mais rápido possível”, insiste.
Escolha brasileira
No fim do ano passado, o Ministério da Saúde anunciou a compra de 3,5 milhões de testes rápidos de zika, produzidos no laboratório Bahiafarma, com tecnologia da sul-coreana Genbody Inc. Cada um custou R$ 34, sendo investido, no total, R$ 119 milhões. Porém, a comunidade científica criticou o fato de não terem sido publicados estudos atestando a eficácia do produto – apenas a Anvisa teve acesso aos resultados, para aprovação do kit.
“Eu mandei diversos questionamentos sobre esse teste para o ministério e jamais fui atendido. Não podemos mais ser atropelados por propaganda de governo, precisamos que as coisas sejam colocadas no caminho da ciência. Ter um teste de confiança é a trilha para lidar com uma epidemia o mais rápido possível. Mas duvido que (no Brasil) isso seja feito com a velocidade que a situação exige”, critica o presidente da SBD-A.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que, desde janeiro, foram distribuídos 1,2 milhão de unidades do exame. “Vale destacar que o gestor local deve solicitar os testes ao Ministério da Saúde, que repassa o quantitativo com base no número de casos notificados, e que as secretarias estaduais de Saúde (SES) são responsáveis pelo recebimento dos testes, armazenamento e distribuição desses para os municípios”, diz o texto.
Segundo o ministério, o teste disponibilizado serve como triagem de pacientes suspeitos e investiga se ele teve infecção recente ou antiga pelo vírus zika. “Por se tratar de um teste de triagem, o resultado reagente/positivo não é suficiente para confirmar o caso e encerrar a investigação. Nessa situação, será necessária a confirmação laboratorial por sorologia (ELISA IgM/IgG) ou pela biologia molecular (RT-PCR) em um dos 27 laboratórios centrais do país (Lacen).”
Neste ano, 24 mil testes sorológicos ELISA de zika foram enviados para seis Lacens do país. Até o fim de 2017, mais de 1,2 milhão de testes ELISA devem ser distribuídos, diz a nota. “Com relação às reações de biologia molecular (RT-PCR), 280 mil foram distribuídas para 26 laboratórios do país. Mais 220 mil devem ser enviadas até o fim do ano para todo o país.” (PO)

 

VI Curso de Verão em Biologia Molecular e Genômica da UFSC

26/09/2017

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Fonte: MIP/UFSC

O Laboratório de Protozoologia, Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP), Centro de Ciências Biológicas (CCB), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá realizar o VI Curso de Verão em Biologia Molecular e Genômica no período de 05 a 09 de Fevereiro de 2018.

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INFORMAÇÕES GERAIS E DE INSCRIÇÃO:

– Período: 05 a 09/02/2018, das 8:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas

– Público-alvo: Alunos de Cursos de Graduação

– Número máximo de vagas: 15

– Local: Laboratório de Protozoologia, Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP), Centro de Ciências Biológicas (CCB), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Setor F, Bloco A, Trindade, Florianópolis, SC. Fone (48) 3721-4551 /3721-7147;

– Inscrições: Preencher a ficha de inscrição até o dia 01/12/2017. A listagem dos alunos selecionados será disponibilizada no site do Laboratório de Protozoologia no dia 15/12/2017. Os selecionados devem confirmar sua participação até 04/01/2018.

– O curso será gratuito para os alunos selecionados e não há nenhuma forma de suporte financeiro disponível.

– A UFSC emitirá certificado de participação para os alunos que finalizarem o curso com aproveitamento.

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