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Workshop Contribuições da Bioinformática para Leishmaniose

22/11/2017

150928 - Fiocruz

 

A Fiocruz Brasília, por meio do Colaboratório Ciência, Tecnologia e Sociedade promove, no dia 30 de novembro, o Workshop Contribuições da Bioinformática para Leishmaniose. A programação conta com apresentações de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, Instituto Butantan, além de pesquisadores da Fiocruz do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Brasília. A atividade é gratuita e aberta ao público e será realizada a partir das 8h30, no auditório interno da instituição. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet até o dia 29 de novembro.

https://www.even3.com.br/works hop-bioinfo-leish — 

 

Casos de dengue diminuem em 84,8% no Brasil em 2017

22/11/2017

Foto: Shutterstock

Fonte: R7

Casos de dengue diminuem em 84,8% no Brasil em 2017

No dia de combate à doença, confira dicas para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti

Considerada um dos maiores problemas de saúde pública do mundo, a dengue é uma doença infecciosa transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que põe seus ovos em água parada e limpa, e aproveita a época das chuvas para se reproduzir.

No Dia Nacional de Combate à Dengue, celebrado no penúltimo sábado do mês de novembro, o site Coração & Vida faz um alerta para que a população não descuide dos criadouros.

A dica é sempre adotar hábitos como armazenar lixo em sacos plásticos fechados, manter a caixa d’água vedada e não deixar água acumulada em calhas.

Também é importante encher com areia os pratinhos dos vasos de plantas e tratar a água de piscinas e espelhos d’água com cloro. Outras medidas, como uso de repelentes, também são recomendadas.

Segundo dados do Ministério da Saúde, até 2 de setembro de 2017, foram notificados 219.040 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 84,8% em relação ao mesmo período de 2016 (1.442.208).

Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa (87%), reduzindo de 678 óbitos em 2016 para 88 em 2017.

A dengue pode provocar infecções mais leves, como febre, dores de cabeça, musculares, náuseas e vômitos, e até evoluir para situações mais graves, quando a pessoa apresenta sangramentos, queda de pressão arterial e insuficiência respiratória, podendo levar à morte.

Não existe remédio específico para tratar a dengue. Quem for infectado pelo mosquito deve fazer repouso e evitar a desidratação, tomando muito líquido e se alimentando de forma saudável.

Medicamentos como ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios podem aumentar complicações hemorrágicas, principalmente em caso de dengue. Por isso, ao apresentar os sintomas, a pessoa não deve se automedicar.

Dengue hemorrágica

A dengue hemorrágica acontece quando a pessoa infectada com o vírus da dengue sofre alterações na coagulação sanguínea. .

Os sintomas iniciais são parecidos com os da dengue clássica. No entanto, após o terceiro ou quarto dia, surgem hemorragias causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos.

Na dengue hemorrágica, ocorre uma queda na pressão arterial do paciente, podendo gerar tonturas e quedas da própria altura.

Vale lembrar que dengue, zika e chikungunya são três infecções transmitidas pelos mesmos vetores, os mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus. As três doenças possuem sintomas parecidos, mas algumas características podem ajudar a diferenciá-las.

Distúrbios circulatórios

O cardiologista Roberto Kalil Filho afirma que o vírus da dengue pode provocar distúrbios circulatórios. “A circulação fica comprometida, assim como a irrigação do coração, o que pode levar ao infarto agudo”, explica.

Apesar de relativamente raro, o problema pode ocorrer na fase aguda da dengue e causar diminuição da função ventricular, ou seja, queda da capacidade de o coração se contrair.

Kalil destaca que, além do quadro clássico de febre, mal-estar, dor no corpo e fraqueza, a dengue também pode provocar aumento das enzimas hepáticas, queda das plaquetas (plaquetopenia) e inflamação no músculo cardíaco (miocardite).

Segundo o cardiologista, o quadro cardíaco causado pela dengue pode provocar sintomas de dores no peito, arritmias, alterações de eletrocardiograma e elevação das enzimas cardíacas, situação semelhante ao quadro de infarto.

Em muitos casos, porém, a manifestação é tão pouco sintomática que passa despercebida. Sendo assim, é fundamental que o próprio paciente fique atento a esses sinais.

Outro fator que torna esse sintoma especialmente preocupante no Brasil é que muitas vezes ela acomete pacientes de idade mais avançada, já com cardiopatia e, possivelmente, em uso de medicamentos que interferem na coagulação sanguínea.

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MedTrop 2018 – Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

16/11/2017

Imagem inline 2Fonte: Evento MedTrop 2018

O Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (o MedTrop) e  eventos satélites, como a Reunião de pesquisa aplicada em doença de Chagas e leishmaniose, a Reunião de pesquisa em malária, a Reunião da rede de tuberculose, o workshop sobre vetores de doenças tropicais, entre outros,  reúne anualmente uma grande diversidade de profissionais que atuam na área, médicos, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, veterinários, geógrafos, historiadores, técnicos da saúde pública, legisladores, enfermeiros, estatísticos, etc, que constituem a comunidade científica nesta grande área.

Por outro lado, o congresso atrai também um grande número de estudantes de graduação e de pós-graduação, vinculados a diversos programas das áreas de ciências biológicas, medicina e saúde coletiva, que representam a renovação e a continuidade desta grande comunidade que o Brasil construiu ao longo de seis décadas de atuação da SBMT.

Em 2018 o congresso retorna ao Recife, que o sediou em 2009, naquele que é considerado a maior edição de todas as realizadas, reunindo mais de 3.000 participantes. Uma das principais cidades do país, no centro da região nordeste, a realização quase dez anos depois desta edição histórica em nossa região certamente propicia novamente uma grande expectativa, mas também um grande desafio, retornando à terra do frevo, do maracatu e do forró, além das outras atrações especiais do Leão do Norte, com a beleza natural de suas praias, ilhas, rios e tradições multiculturais.

Outro aspecto a se destacar será o enfoque à discussão das arboviroses e outras doenças endêmicas transmitidas por vetores, no mais amplo e importante fórum de discussão dos programas de controle, da vigilância em saúde e de novas alternativas para o diagnóstico e tratamento de agravos que constituem grandes desafios em saúde pública, na perspectiva do fortalecimento do SUS. Neste sentido, o tema central do congresso será “Perspectivas de controle das doenças transmissíveis e fortalecimento da vigilância em saúde no enfrentamento de novas epidemias”. A programação científica contemplará os temas mais relevantes e atuais em ciência em abordagens diversas de estudos básicos, ensaios clínicos e estudos de coortes, avanços no diagnóstico, tratamento e controle de doenças infecciosas e parasitárias, com ênfase especial para as doenças de populações negligenciadas, dentre outros temas hot spots.

povo pernambucano é como sempre muito hospitaleiro e muito nos orgulha sediar novamente o congresso da SBMT, esperando poder reunir um grande número de participantes para revisar temas tão em evidência e relevantes para a saúde pública.

Contamos com a sua presença e participação!

Sinval Pinto Brandão Filho,
Presidente do 
MEDTROP 2018

5th International Conference on Parasitology

16/11/2017

171116 - Evento FranceFonte: Emed Events

The target audience for this medical event is Parasitology Students, Scientists, Parasitology Researchers, Parasitology Faculty, Medical Colleges, Parasitology Associations and Societies, Business Entrepreneurs, Training Institutes, Manufacturing Medical Devices Companies.

Conference Description :
Parasitology-2018 is to gathering people in academia and society interested in parasitology to share the latest trends and important issues relevant to our field/subject area. The scientific programme of the conference is broad and embraces different research aspects with focus on applied and ecological parasitology, and in particular with a veterinary and medical interest. The conference will include invited speakers, oral presentations, poster session and the young scientist award. Conferenceseries organizes a conference series of 1000+ Global Events inclusive of 300+ Conferences, 500+ Upcoming and Previous Symposiums and Workshops in USA, Europe & Asia with support from 1000 more scientific societies and publish 700+ Open access journals which contains over 30000 eminent personalities, reputed scientists as editorial board members.

Conference Highlights :
• Basic Parasitology
• Animal Associations
• Parasitic Host
• Therapeutic Parasitology
• Protozoology
• Helminthology
• Experimental Parasitology
• Arthropod Parasites
• Anatomical Parasitology
• Veterinary Parasitology
• Transmission of Parasitic Infection
• Immunoparasitology
• Tested Parasitology
• Equatorial Parasitology
• Scientific Manifestations of Parasitic Diseases
• Cataloging of Parasites
• Benefits of Parasites
• Epidemiology of Bacterial Infections
• Nourishment and Biochemistry of Parasites
• Recombinant DNA Technology on Parasitology
• Analysis and Limitation of Parasitic Diseases
• Vector-Borne Diseases
• Molecular Biology and Immune Evasion
• Ticks and Tick-Borne Diseases
• Marine Parasites and Exposure to Public Health
• Remunerative for Parasite Diseases
• Approaches to Control Parasitic Diseases
• Health Policy Environment

Conference Objectives are :
• Able to Discuss emerging issues in Parasitology
• Discuss and apply recent research findings related to Parasitology
• Reflect on the place of critical distance in Parasitology,

CFMV atualiza documento informativo sobre Leishmaniose Visceral Canina

10/11/2017

Resultado de imagem para CFMV

Fonte: Seguros de Transporte Nacional e Responsabilidade Civil – SEGS

O documento com perguntas e respostas sobre a Leishmaniose Visceral Canina (LVC) foi atualizado, em outubro, pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNSPV/CFMV). A atualização foi feita levando em conta a autorização do registro do produto Milteforan, indicado para o tratamento da LVC, junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

No documento, a CNSPV esclarece a permissão do uso do Milteforan no tratamento individual de cães com diagnóstico laboratorial confirmado para LVC. Também esclarece que o registro do fármaco não inviabiliza o cumprimento da Portaria Interministerial nº 1426/2008 e que continua proibido o tratamento da LVC em cães infectados ou doentes, com produtos de uso humano ou não registrados no Mapa.

O documento ressalta ainda que o produto não provoca a cura parasitológica para a doença e sim que alguns estudos demonstram, com seu uso, o declínio da carga parasitária e a redução do potencial de infecção e transmissibilidade da doença.

Em relação à eutanásia, a CNSPV explica que somente os cães positivos que estiverem em tratamento exclusivamente com o Milteforan não precisarão ser submetidos à eutanásia.

Confira aqui o documento atualizado:

http://portal.cfmv.gov.br/uploads/files/07_11_2017_Perguntas%20e%20Respostas%20LVC_%20Atualiza%C3%A7%C3%A3o%201(1).pdf

Pesquisadores descobrem marcadores do vírus da Zika

10/11/2017

Foto: Perri

Fonte: Jornal da Unicamp

Trabalho coordenado pelo professor Rodrigo Ramos Catharino, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Unicamp, a partir de análise do sangue de pacientes infectados com o vírus da Zika, levou à descoberta de marcadores como a Angiotensina e a Angiotensina (1-7), moléculas ligadas diretamente ao processo de infecção e que ativam importantes vias metabólicas relacionadas ao desenvolvimento neural. Essas vias são caminhos de moléculas que se abrem dentro de um sistema e que podem conduzir à compreensão do percurso seguido pela infecção. Com base nestes achados e em dados da literatura, os pesquisadores entenderam que o vírus da Zika interfere diretamente nessas vias ligadas ao desenvolvimento neural. Concluíram daí que o vírus é efetivamente responsável por problemas relacionados ao desenvolvimento neuronal, como a microcefalia no caso de fetos. A pesquisa foi realizada no Laboratório Innovare de Biomarcadores da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, com a utilização de espectrometria de massas de alta resolução.

O estudo levou ainda a outro marcador, um lipídeo da classe dos gangliosídeos, moléculas abundantes no sistema nervoso central e que também fazem parte da estrutura do vírus. A descoberta fornece fortes evidências de que o aumento de gangliosídeos em indivíduos afetados pelo vírus da Zika pode levá-los a desenvolver a síndrome de Guillain-Barré, uma condição autoimune em que o próprio organismo ataca o sistema nervoso central, levando-o à degeneração. Para Catharino, a combinação desses resultados serve como base para futuros estudos nas áreas de diagnóstico e terapias para o vírus da Zika.

Financiada pela Fapesp, a pesquisa, que faz parte do projeto de doutorado do aluno Carlos Fernando Melo, teve ainda a participação dos farmacêuticos Jeany Delafiori, Diogo Noin de Oliveira, Tatiane Melina Guerreiro, Cibele Zanardi Esteves; da biomédica Estela de Oliveira Lima; da química Victoria Pando-Robles, da Unidad de Proteómica do Instituto Nacional de Salud, Cuernavaca, México; e da Rede Zika Unicamp Network,  criada por iniciativa de pesquisadores da Universidade com a finalidade de produzir estudos e conhecimentos que possam levar a desenvolvimentos significativos no combate ao Zika. O trabalho deu origem a artigo publicado no periódico Frontiers in Microbiology, intitulado “Serum metabolic alterations upon Zika infection” – Alterações metabólicas no soro a partir da infecção por Zika.

Alterações metabólicas

O Zika vírus surgiu em meados do século XX na floresta de Zika, na África, e os primeiros relatos dão conta de sua grande transmissibilidade entre humanos. Através de mutações, o vírus passou a ser transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, que prolifera na América. Relatos revelam que mulheres grávidas picadas pelo mosquito contaminado geram bebês com cérebros menores que o normal, o que se denomina microcefalia. Estudos mostram que o Zika pode induzir perda de neurônios em células nervosas em fase de intensa multiplicação, caso dos fetos, impedindo que o cérebro se desenvolva normalmente.

Com o estudo, os pesquisadores se propuseram a identificar as alterações no sangue de pais e mães de crianças infectadas com o Zika vírus. Neste particular, e esta é a novidade, tratam-se dos primeiros relatos de alterações de vias metabólicas do soro sanguíneo descritas diretamente a partir de um paciente infectado e não de animais experimentais ou do cultivo de células in vitro.

O professor Catharino explica: “Primeiramente, determinamos marcadores que permitem caracterizar o estado patológico em questão. Para tanto, os resultados das análises do plasma desses pacientes foram comparados com os provenientes do grupo de controle constituído por indivíduos sadios. Através das diferenças encontradas, são identificadas moléculas que se originam em decorrência da infecção e que podem constituir marcadores da doença e, portanto, só se encontram nos infectados. A hipótese então aventada é a de que esses marcadores seriam os responsáveis pela abertura de novas vias metabólicas”. Para os pesquisadores, então, esses caminhos metabólicos podem levar à explicação do que ocorre no organismo infectado pelo Zika.

O que acontece é que as moléculas originárias da infecção, possíveis marcadores, geram vias metabólicas, conduzindo ao envolvimento de um sistema interno ao organismo. Isso já tinha sido constatado em decorrência da dengue e do H1N1. A mesma hipótese agora é aventada para o vírus da Zika. Esses conhecimentos, que podem vir a ser úteis no desenvolvimento de diagnósticos e tratamentos, no entendimento dos pesquisadores, deverá desencadear uma cascata de trabalhos correlacionados. Catharino enfatiza que as moléculas presentes nos organismo contaminados precisam ser ainda validadas como biomarcadores para o Zika, pois aparecem também nos casos de dengue e de H1N1 e, portanto, não têm especificidade. No Laboratório Innovare de Biomarcadores a procura por respostas às perguntas suscitadas pelo trabalho continua, em que pese a escassez de verbas.

Resumindo, Estela de Oliveira Lima, umas das jovens pesquisadoras, afirma: “O objetivo foi a investigação de moléculas em pacientes infectados com o Zika vírus e que pudessem indicar quais caminhos seriam ativados em decorrência da doença. O estudo ajuda, também, a entender quais são as semelhanças e diferenças em relação a outras arboviroses, ou seja, entre doenças virais transmitidas por mosquitos”.

Professora do ICB é premiada em programa de incentivo às mulheres na pesquisa

31/10/2017

171031 - Rafaela

Fonte: UFMG

A professora Rafaela Salgado, do Departamento de Bioquímica e Imunologia, do ICB, foi uma das sete pesquisadoras brasileiras premiadas na 12ª edição do Programa Para Mulheres na Ciência, iniciativa da L’Oréal em parceria com a Unesco e a Academia Brasileira de Ciências (ABC). A homenagem foi realizada na última terça-feira, 24, na Ilha de Bom Jesus, no Rio de Janeiro.

Rafaela venceu na categoria Química por seu trabalho no desenvolvimento de novos medicamentos para enfermidades como a Doença de Chagas e a infecção pelo zika vírus, por meio de técnicas computacionais. Seu grupo de pesquisa busca alvos terapêuticos para inibir o funcionamento de proteínas fundamentais na fisiologia do vírus e do protozoário Trypanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas.

Com o método da computação, química medicinal e biologia estrutural, o grupo já avaliou 400 substâncias, que foram disponibilizadas, gratuitamente, pela organização Medicines for Malaria Venture. A expectativa é de que um dos compostos identificados seja capaz de inibir a cruzaína, enzima responsável por funções do protozoário – como a nutrição, a invasão das células do hospedeiro e em sua forma –,  resultando em novo tratamento contra a Doença de Chagas.

O próximo passo é utilizar o Planejamento Racional de Fármacos para desenhar um inibidor para uma protease, enzima capaz de quebrar outras proteínas do zika vírus, impedindo sua replicação. O grupo também pretende testar a ação dos inibidores em neurônios infectados para aplicar nos estudos sobre a microcefalia.

Biofábricas

Outra pesquisadora da UFMG contemplada pelo programa é a bioquímica Fernanda Maria Policarpo Tonelli, pós-doutoranda que trabalha no projeto de utilizar tilápias-do-Nilo como biofábricas para a produção de substâncias como o hormônio do crescimento humano (hGH) – inovação que pode economizar milhões de reais por ano ao sistema público de saúde. “Em 2014, o SUS gastou quase R$125 milhões com a importação de hGH”, informou a pesquisadora ao Boletim UFMG, em junho deste ano, para demonstrar a importância dessa linha de investigação. Leia a matéria.

Mais mulheres na ciência

O L’Oréal-Unesco For Women in Science, que no Brasil ganhou participação da ABC, foi fundado em 1998, com o propósito de incentivar a inserção de mulheres no âmbito científico. O programa identifica, recompensa, incentiva e põe em evidência o trabalho de pesquisadoras de todos os continentes. Duas delas, inclusive, chegaram a ser reconhecidas com o Prêmio Nobel em 2009: Ada Yonath, cientista israelense que ganhou o Nobel de Química, pelos seus trabalhos pioneiros sobre a estrutura do ribossomo, e Elizabeth Blackburn, bióloga molecular dos Estados Unidos, vencedora do Nobel de Fisiologia ou Medicina.