Skip to content

Fiocruz abre Programa de Pós-Graduação em Vigilância e Combate aos Vetores

24/04/2017

150727 - FioCruz

 

De 15 a 26 de maio estão abertas as inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Vigilância e Combate aos Vetores do Instituto Oswaldo Cruz – Fiocruz. Outras informações nos sites:

Nota de falecimento; Wilson Mayrink

24/04/2017

image

É sempre com grande pesar que a Sociedade Brasileira de Parasitologia vem comunicar  o falecimento de Parasitologistas. O Professor Wilson Mayrink faleceu na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais) no dia 25 de janeiro de 2017. Parasitologista da chamada geração Amilcar Viana Martins, por mais de 50 anos, o Professor Mayrink dedicou sua vida ao estudo das leishmanioses. Foi Professor Titular, Coordenador e Orientador do Programa de Pós Graduação do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) e Professor Emérito de Parasitologia da Universidade Federal de Minas Gerais.

O Professor José Otílio Leite Machado faleceu na cidade de Niterói (Rio de Janeiro) no dia 15 de abril. Ao longo dos 55 anos de vida profissional e acadêmica, o Professor Otílio Machado foi Professor Assistente, Titular e Emérito de Parasitologia da Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal do Rio de Janeiro e de  Faculdades de Medicina (Gama Filho, Petrópolis, Teresópolis e Campos) situadas no Rio de Janeiro e também Acadêmico Emérito da Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.

José Roberto Machado e Silva

Presidente da Sociedade Brasileira de Parasitologia

 

MARCHA PELA CIÊNCIA

20/04/2017

A Sociedade Brasileira de Parasitologia apoia e convida a todos os Parasitologistas a participar das marchas em favor da valorização da ciência no dia 22 de abril. Essas marchas ocorrerão simultaneamente em várias cidades do Brasil e do mundo.

Precisamos participar para mostrar a nossa indignação frente as ameaças que a ciência vem sofrendo. Informações em https://www.facebook.com/groups/726145034215388/?pnref=story

Cidades e estados que divulgaram sua adesão ao movimento:

  • Belém (PA) – 10:00 h – Theatro da Paz;
  • Belo Horizonte (MG) – 10:00 h – Praça da Liberdade;
  • Boa Vista (RR) – 18:00 h – Praça das Águas;
  • Brasília (DF) – 14:00 h – Museu Nacional da República;
  • Curitiba (PR) – 16:00 h – Praça Santos Andrade – Prédio Histórico da UFPR
  • Diamantina (MG) – 8:00 h – Praça Barão Guacuí;
  • Goiânia (GO) – 16:00 h – Praça Universitária;
  • Ilhéus (BA) – 10:00 h – Cais Consciência.
  • Manaus (AM) – 10h30min – Musa do Largo;
  • Natal (RN) – 16:00 h – Parque da Cidade;
  • Pato Branco (PR) – 15:00 h – Praça da Cidade;
  • Petrolina (PE) – 9:00 h – Praça do Bambuzinho;
  • Petrópolis (RJ) – 10:00 h – Centro Histórico;
  • Porto Alegre (RS) – 11:00 h – Redenção – Parque da Farroupilha;
  • Rio de Janeiro (RJ) – 10:00 h – Museu Nacional;
  • São Paulo (SP) 14:00 h – Largo da Batata;
  • Belém (PA) – 10:00 h – Theatro da Paz;
  • Belo Horizonte (MG) – 10:00 h – Praça da Liberdade;
  • Boa Vista (RR) – 18:00 h -Praça das Águas;
  • Brasília (DF) – 14:00 h – Museu Nacional da República;
  • Diamantina (MG) – 8:00 h – Praça Barão Guacuí;
  • Goiânia (GO) – 16:00 h – Praça Universitária;
  • Ilhéus(BA) – 10:00 h– Cais Consciência.
  • Manaus (AM) – 10h30min – Musa do Largo;
  • Natal (RN) – 16:00 h – Parque da Cidade;
  • Pato Branco (PR) – 15:00 h – Praça da Cidade;
  • Petrolina (PE) – 9:00 h – Praça do Bambuzinho;
  • Petrópolis (RJ) – 10:00 h – Centro Histórico;
  • Porto Alegre (RS) – 11:00 h – Redenção – Pq. da Farroupilha;
  • Rio de Janeiro (RJ) – 10:00 h – Museu Nacional;
  • São Paulo (SP) 14:00 h – Largo da Batata;
  • Petrópolis (RJ) – 10:00 h – Centro Histórico

Atenciosamente,

José Roberto Machado e Silva

Presidente da SBP

Vaga para Doutorado em Virulência de Tripanosomatídeos

20/04/2017
Resultado de imagem para ufsc logotipo
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) localizada em Florianópolis, SC, Brasil, é a 10ª melhor universidade Brasileira segundo o The World University Rankings 2016. O Laboratório de Protozoologia do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC desenvolve pesquisas de biologia celular e molecular com diferentes espécies de protozoários parasitos humanos e animais e seus vetores, utilizando como modelos experimentais o Trypanosoma cruzi, o Trypanosoma rangeli e Leishmania spp.
São duas as principais linhas de pesquisa do laboratório: 
i) Biologia celular e molecular de protozoários patogênicos e,
ii) Atividade antiparasitária de produtos naturais e sintéticos.
Requerimentos:
Proficiência em língua Inglesa (Leitura e escrita), experiência em técnicas de cultura celular, em técnicas básicas de biologia celular e molecular e em metodologias básicas de análise filogenética in silico.
Conhecimento em análise computacional de genoma/transcriptoma/proteoma, em análise estatística e experiência prévia de estudo com protozoários patogênicos serão vantajosos.
Descrição dos interesses e expectativas do grupo de pesquisa:
É esperado do Doutorando selecionado que estude, de forma comparativa, as vias de defesa antioxidante de tripanosomatídeos patogênicos e não patogênicos. O estudo de genes de função central nesse sistema envolvendo desde a clonagem e sequenciamento até a expressão/silenciamento e estudo de atividade são esperados. A busca de novos alvos para o desenvolvimento de drogas e/ou vacinas é encorajado. Este estudo deve considerar análises de genômica e proteômica comparativas visando a compreensão da evolução do parasitismo e dos mecanismos de infectividade, virulência e/ou patogenicidade, dentre outros.
Publicações recentes/relevantes na área:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27036062
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21390155
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24761813
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26033728
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27840574
Como aplicar:
O ingresso como estudante de Doutorado no laboratório é realizado através de processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências (PPGBTC) da UFSC. Os editais de seleção usualmente são lançados entre setembro a outubro de cada ano, podendo haver outros editais em função da disponibilidade de bolsas. A realização de estágio prévio no laboratório é condição para a emissão de carta de aceite exigida pelo PPGBTC para inscrição no processo seletivo. Neste estágio serão trabalhados conceitos relacionados aos requerimentos acima. A concessão de bolsas de estudo é regulada pelo PPGBTC, sendo descrita nos editais de processo seletivo. Somente estudantes classificados com bolsa no processo seletivo serão aceitos no laboratório. Interessados em realizar estágio prévio devem enviar por e-mail ao Prof. Edmundo C. Grisard (E-mail: edmundo.grisard@ufsc.br) uma carta explicando sua motivação e disponibilidade, apontando sua posição atual, experiências prévias e atendimento aos requerimentos acima descritos.
Para maiores informações visite:
http://www.proto.ufsc.br
http://www.biotecnologia.ufsc.br

Fiocruz Rondônia solicita patente para novo fármaco anti-leishmaniose

20/04/2017

Foto de pesquisadores da Fiocruz Rondônia

Fonte: Fiocruz

A Fiocruz Rondônia fez solicitação para o primeiro pedido de patente de um fármaco anti-leishmaniose obtido através da serpente Crotalus durissus terrificus. O produto é fruto do trabalho desenvolvido no Laboratório de Biotecnologia Aplicada à Saúde e coordenado pelo pesquisador Roberto Nicolete, Doutor em Biociências. A equipe conta ainda com os pesquisadores Andreimar Martins Soares e Leonardo de Azevedo Calderon, do Centro de Biomoléculas Aplicadas à Saúde (CeBio) e Universidade Federal de Rondônia (UNIR). O pedido de patente foi originado durante o desenvolvimento da tese de doutorado do aluno João Rafael Valentim-Silva, bolsista da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e a Pesquisa em Rondônia (Fapero) e integrante do Programa de Pós-Graduação em rede Bionorte.

Fomentada pela Fapero, via Programa PPSUS (2013), a invenção consiste em avaliar a eficácia e efeitos toxicológicos da crotamina (CTA) isolada da peçonha da serpente Crotalus durissus terrificus associada aos fármacos da terapia empregada na leishmaniose.

Para o pesquisador Roberto Nicolete, o depósito de patente via Tratado de Cooperação de Patentes (PCT) foi muito importante para o grupo de pesquisa, possibilitando maior abrangência e visibilidade do estudo. “Com os resultados obtidos pudemos vislumbrar grande potencialidade de aplicações biotecnológicas dos produtos e processos da combinação terapêutica proposta em nosso estudo e, certamente, irão contribuir para o fortalecimento da ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) do estado e do país”, destacou o pesquisador.

Roberto Nicolete acrescenta que dentre as contribuições estão a difusão do conhecimento, formação de recursos humanos, nível de pós-graduação, e consolidação de colaborações locais e regionais. “A área de Biotecnologia e Saúde aplicada para o desenvolvimento de produtos e protótipos para o tratamento de doenças infecciosas e crônicas ainda é um gargalo para o fortalecimento e competitividade da indústria nacional de fármacos e biofármacos, a qual setoriza suas prioridades de mercado e acaba deixando de apoiar a sustentabilidade do SUS e a concorrência nacional na área”, frisou o pesquisador.

Sobre a pesquisa

Desde 2013 a equipe do pesquisador Roberto Nicolete avalia a eficácia e efeitos toxicológicos da crotamina isolada da cascavel. Estudos preliminares e in vitro possibilitaram avaliar as combinações de droga, citotoxidade dos tratamentos sobre células, e as duas combinações mais eficazes de cada droga foram testadas para avaliação do efeito sobre a inibição do crescimento das formas amastigotas de Leishmania amazonensis e produção de mediadores imunológicos por macrófagos infectados com o parasito. Os tratamentos dos camundongos infectados com as combinações foram realizados por oito dias alternados. A massa e tamanho da pata infectada foi monitorada diariamente. Após 48 horas do fim do tratamento os animais foram eutanasiados para a retirada de sangue, tecido da pata, linfonodo, rins, fígado e baço para posteriores experimentos. O sangue foi centrifugado e o soro separado para análise bioquímica e imunológica.

A combinação dos fármacos com CTA mostrou-se mais eficaz que as drogas sozinhas na inibição da contagem de parasitos nos tecidos, revelou o estudo. A medida das massas dos órgãos não sugerem megalias [aumento ou desenvolvimento anormal de um órgão ou parte dele], no entanto, a bioquímica do soro dos animais demonstra aumento de enzimas hepáticas e musculares sem apresentar toxidade. “A associação da CTA com os fármacos mostra-se um promissor caminho para tratamentos antileishmania”, considerou o cientista.

Assim, ele espera que os resultados obtidos possibilitem vislumbrar parcerias e potencialidade de aplicações biotecnológicas dos produtos e processos envolvendo a combinação terapêutica proposta no estudo, os quais contribuirão para o fortalecimento da C,T&I do estado e do País.

UFG descobre novos possíveis compostos contra o Zika

12/04/2017

O OpenZika conseguiu identificar 14 substâncias, com potencial de ação no tratamento contra o vírus Zika, que devem ser testadas para a possível fabricação de um medicamento antiviral. O projeto é uma parceria da Universidade Federal de Goiás (UFG) com a World Community Grid (WCG), da International Business Machines (IBM) iniciado em maio de 2016.

Com o intuito de identificar substâncias para tratar pessoas infectadas pelo vírus Zika, os pesquisadores separaram uma lista inicial de aproximadamente 7.600 compostos, dentre elas fármacos já aprovados para uso em humanos. Destes, cinco foram selecionados e estão em fases de testes in vitro na University of California San Diego (UCSD).

Mas a descoberta de mais nove substâncias potenciais, que serão testadas, animou o grupo. Elas surgiram em uma segunda leva de pesquisas com 260 compostos que foram testados por meio de triagem virtual. Esses compostos também serão encaminhados para a universidade californiana.

Falta de investimentos

O OpenZika é um projeto que não conta com auxílio financeiro de nenhuma instituição brasileira ou do exterior e os pesquisadores tem que utilizar recursos de outros projetos para buscar um medicamento contra o vírus Zika.

Para ajudar nos custos da pesquisa foi criada uma loja virtual na Zazzle que reverterá 10% do lucro ao projeto.

Como funciona o OpenZika

O OpenZika procura substâncias candidatas a um medicamento que possa tratar as pessoas infectadas pelo vírus Zika. Para que o fármaco seja desenvolvido, os pesquisadores precisam descobrir qual substância é realmente eficaz na intervenção das proteínas-chave que, provavelmente, o vírus usa para sobreviver e se espalhar pelo corpo humano.

Cada substância ou composto sugerido tem sua eficácia testada a partir de experimentos virtuais chamados de triagem virtual, por meio de cálculos de docagem molecular, realizados em computadores e dispositivos Android de voluntários da WCG. Esses cálculos ajudam a equipe de pesquisa a se concentrar nos compostos mais prováveis que podem levar a um medicamento antiviral.

Qualquer pessoa pode ser um voluntário e ajudar na pesquisa. Para isso, basta se cadastrar no site do WCG. A página do projeto OpenZika na UFG traz um passo-a-passo de como se cadastrar e ajudar na busca por um medicamento para o vírus Zika.

Pesquisa do HC gera dados sobre a Síndrome Congênita do Zika Vírus

12/04/2017

fotbebe07.04.17

Fonte: UFPE

Maria Luiza tem um ano e três meses. Ela é um dos 17 bebês com a malformação conhecida como microcefalia – a forma mais grave da Síndrome Congênita do Zika Vírus –, que são tratados pelo Hospital das Clínicas da UFPE, unidade vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Ao todo, 112 crianças que nasceram no HC no período do aumento do número de casos de microcefalia (de outubro de 2015 até março de 2016) são acompanhadas de perto pelo hospital. Os resultados desses tratamentos estão gerando dados sobre a arbovirose ainda desconhecida. No entanto, já é possível observar uma forte determinação social em que pessoas em situação de vulnerabilidade social são as mais afetadas.

As informações coletadas integram o “Estudo de corte das crianças nascidas no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco: os fatores associados à Síndrome Congênita por Zika Vírus”, pesquisa desenvolvida pela professora Bernadete Perez Coêlho, da UFPE, e supervisora do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade do HC, com apoio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe).

A doença de Maria Luiza provocou uma revolução na vida da família. A mãe, Eudênia de Oliveira, de 39 anos, teve que largar o emprego. “Cuidar de um bebê especial exige dedicação exclusiva. Vou ao hospital três vezes por semana para Maria fazer terapia ocupacional e fisioterapia, mas nas semanas em que temos gastropediatra ou neuropediatra, por exemplo, vamos ao HC quase todos os dias”, explica a moradora de Igarassu, cidade da Região Metropolitana do Recife, a cerca de 30 km da capital. “No momento, Maria não consegue sentar. Quem sabe um dia, a gente não consiga dar esse passo”, conta, esperançosa.

Eudênia lembra que teve uma intoxicação na pele do segundo para o terceiro mês de gestação. “Não tive febre e nenhum outro sintoma mais grave. Não imaginava nunca que isso teria um efeito tão devastador na minha filha. Com 20 semanas, fiz a ultrassom morfológica e estava tudo certinho com Maria. No oitavo mês, fiz uma ultra com doppler que detectou a microcefalia. Foi um choque”, recorda.

O estudo detectou uma relação importante entre as más condições de vida e a doença. “As cidades não são democráticas. As pessoas pobres não têm acesso à informação, convivem com o esgoto a céu aberto e estão mais expostas ao Aedes aegypti (o mosquito vetor do zika vírus). Por outro lado, quem tem melhor condição social consegue se proteger mais”, explica Bernadete.

A doença, suas causas e consequências ainda são em grande parte desconhecidas e, por isso, todo tipo de informação sobre ela é importante. “O estudo está baseado em três eixos: a avaliação clínica da criança, a avaliação da rede de atenção (hospitais e postos de saúde que fazem esse acompanhamento) e o contexto social (quase sempre marcado pela vulnerabilidade)”, informa a médica sanitarista, que vai concluir a pesquisa em outubro de 2017.

Bernadete salienta que a prevenção e o controle do mosquito vetor são a melhor forma de combate. “O espectro clínico da doença é muito amplo. Embora alguns pacientes tenham potencial de melhora, desde que estimulados com exercícios que ajudarão a desenvolver habilidades para conviver com algum tipo de deficiência provocada pelo vírus”, disse. “Algumas crianças já estão andando; outras não vão conseguir. Os casos vão do leve ao muito grave e isso é resultado da ação do vírus em cada organismo. Há crianças que desenvolvem sintomas, como a hidrocefalia por exemplo, após meses de vida”, completa a médica, demonstrando a importância de acompanhamento sistemático a esses pacientes.

No HC, as crianças que nasceram com a síndrome passam por estimulação precoce e exames para acompanhar o estágio da doença. O acompanhamento é feito por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, oftalmologistas, otorrinos, gastropediatras, neuropediatras e pediatras. “O grau da síndrome é que determina a frequência com que essa criança vem ao hospital. Umas precisam vir uma vez por semana; outras, a cada 15 dias ou um mês”, diz a médica Bernadete.

Amanhã (8), cinco crianças vão passar pelo procedimento da gastrostomia, técnica de instalação de um dispositivo que atravessa a parede abdominal e se localiza dentro do estômago, que serve como uma alternativa de alimentação, por meio da qual podem ser administradas dietas específicas para a nutrição de pacientes que não podem ser alimentados pela boca.