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XXIX Prêmio Jovem Cientista

16/07/2018

Fonte: Biologia na Rede

Estão abertas as inscrições para o XXIX Prêmio Jovem Cientista com o tema: “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”. A premiação consiste em mais de R$ 1,2 milhão, entre valores em espécie, computadores portáteis, troféus, diplomas e bolsas de estudo do CNPq (Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado).

As inscrições vão até 31 de julho. Todas as informações sobre o Prêmio: categorias, linhas de pesquisa e regulamento podem ser encontrados no site: https://goo.gl/9XwdSs.

Inscrições abertas para o Imunno 2018

16/07/2018

180716 - Imunno 2018

Estão abertas as inscrições com desconto para a 43ª edição do Congresso Anual da Sociedade Brasileira de Imunologia, que será realizado entre os dias 1 e 4 de outubro em Ouro Preto (MG).
Esperamos poder contar com seu apoio na divulgação do evento!
 
As principais informações sobre o principal evento anual da SBI, com palestrantes nacionais e internacionais que atuam na fronteira do conhecimento, se encontram abaixo (é possível acessar o texto clicando aqui) e na arte para divulgação. Pedimos que divulguem em seus sites, redes sociais e/ou enviem por e-mail para estudantes e profissionais. 
 
Anexado também encaminhamos um panfleto em A4 para impressão. Solicitamos a gentileza de que coloquem em murais de comunicado e próximo a restaurante e cantinas. 
 
A SBI atua apoiando, defendendo e promovendo a imunologia brasileira. Toda e qualquer ação que ajude na divulgação do evento será bem-vinda! 
Aproveite e visite nossa página no Facebook:
https://www.facebook.com/sociedadebrasileiraimunologia.sbi/

SBPC comemora 70 anos com manifestações públicas pelo País

28/06/2018

180628 - SBPC 70 anos

“No dia 8 de julho a SBPC celebra 70 anos de sua fundação e mobiliza toda a comunidade científica do Brasil para realizar manifestações em defesa da ciência e da educação. Nesta data se comemora também o Dia Nacional da Ciência e o Dia Nacional do Pesquisador”

Dia 08 de julho é o Dia Nacional da Ciência (Lei nº 10.221, de 18 de abril de 2001) e o Dia Nacional do Pesquisador (Lei nº 11.807, de 13 de novembro de 2008). É também o dia em que foi fundada a SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, há exatos 70 anos. Para celebrar a data, a SBPC realiza, em diversas cidades, uma comemoração aberta a todos com atividades culturais e manifestações públicas.

São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE) e Salvador (BA) já têm atividades programadas.

Fortaleza vai realizar a 1ª edição do “Ciência no Parque”. O evento está marcado para o próximo domingo, dia 1º de julho, no Parque do Cocó. Será uma manhã repleta de atividades para públicos de todas as idades. A programação contará apresentações de teatro científico, experimentos de Física, Química, Biologia e Tecnologia, jogos digitais, mostras de Robótica, atividades de Astronomia, entre outros.

No dia seguinte, segunda-feira próxima, Salvador (BA) organiza o “Dois de Julho em Defesa da Ciência”, no Largo da Lapinha, às 7h30. O evento foi marcado para 2 de julho pois é a data dos festejos da independência da Bahia.

Em São Paulo, as atividades começam às 10h, no Instituto Moreira Salles (IMS), onde ocorrerá uma intervenção comemorativa ao septuagenário da entidade, seguida de uma “Marcha Pela Ciência” na Avenida Paulista, que parte às 12h do IMS até o cruzamento com a Avenida Brigadeiro Luís Antonio. A expectativa é que, a exemplo da última edição da manifestação da comunidade científica, o evento reúna cerca de 1500 pessoas na capital paulista.

No Rio de Janeiro, será realizado o “Domingo com Ciência na Quinta”, também no dia 8 de julho. O evento será na frente ao Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, das 10h às 14h.

Belo Horizonte realizará atividades no Espaço do Conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), praça da Liberdade, no dia 08, às 10h.

Já em Brasília, as atividades serão no dia 12 de julho, no Plenário da Câmara. O deputado Celso Pansera fez o requerimento para a realização da Comissão Geral “Marcha para a Ciência: o presente e o futuro do setor de Ciência e Tecnologia no País”. O evento é aberto e contará com a participação de representantes de entidades científicas e deputados.

A organização do evento conta com a participação de cientistas, professores, pesquisadores, graduandos e divulgadores científicos.

O objetivo dessas manifestações é chamar a atenção da população para a queda dramática de investimentos do governo em ciência, tecnologia, inovação e educação no Brasil. Neste momento, no Congresso Nacional e no governo, se iniciam as discussões sobre o Orçamento de 2019. É o momento exato de mobilizar toda a sociedade para impedir que mais cortes afetem negativamente esses setores estratégicos do desenvolvimento social e econômico do País.

A pesquisa brasileira sobre Malária

28/06/2018

Há dez anos, pesquisadores iniciaram em Manaus um estudo internacional sobre a tafenoquina, um medicamento que pode reduzir o tratamento da malária para apenas uma dose.

Fonte: UOL Notícia

Brasil pesquisa doença indo até os lugares onde ela faz mais vítimas. Saiba o que mais vai ser notícia no Futurando.Para a ciência brasileira, pesquisar a Malária é um desafio que vai além das análises frias de laboratório dos transmissores e parasitas, embora isso também seja necessário. O mais importante, como você vai ver nesta edição do Futurando, é estar perto das comunidades atingidas, ouvir as vítimas da doença.

Vamos trazer as informações do último relatório da Organização Mundial de Saúde sobre a doença. Segundo a OMS, o número de casos aumentou. Apesar de uma tendência de redução global até 2020, o alerta permanece, inclusive para o Brasil. Na região amazônica, os diagnósticos podem crescer.

Importante, portanto, é prevenir e ter um diagnóstico cada vez mais preciso. Na África, o continente mais afetado pela Malária, uma médica suíça está ajudando a transformar essa realidade, perigosa principalmente para as crianças. Na Tanzânia, é comum o uso de antibióticos quando os menores sintomas aparecem, o que não é recomendável.

Os africanos contam com ajuda estrangeira nesse trabalho, mas também criam seus próprios meios para detectar a Malária. Um kit chamado de “Matibabu” dispensa até a coleta de sangue e oferece um resultado em dois minutos. O método já está disponível para testes clínicos e você vai saber como funciona.

A África é, aliás, conhecida por acumular desigualdades. Mas é o tipo de situação que não é exclusiva de um continente. O mundo tem hoje mais de 800 milhões de pessoas com carência do básico, ou seja, comida. O Futurando mostra como a tecnologia pode ajudar a resolver esse dilema, além de combater outros tipos de problemas sociais.

O programa ainda apresenta um software que permite a leitura de emoções. Obra da indústria da publicidade para determinar o efeito de um vídeo sobre quem assiste. Claro, porque é preciso saber o que vai agradar ou não um potencial consumidor. A questão é que essa mesma tecnologia pode, no futuro, ter outras implicações sérias para nós.

O programa

O Futurando traz novidades sobre ciência, meio ambiente e tecnologia e é produzido todas as semanas pela redação brasileira da Deutsche Welle, em Bonn, na Alemanha.

O programa é exibido, no Brasil, pelo Canal Futura às terças-feiras, às 22h30 com reprise às quartas 16h30, quintas, sábados e segundas; pela Rede Minas aos sábados, às 14h30, com reprise às sextas-feiras, às 13h00 e aos domingos às 17h; pela TV Brasil todas as terças, às 21h45, com reprise às quintas, às 3h15; pela TV.
Cultura aos domingos às 00h, com reprise todas as quartas às 22h.30 .

Instituto Butantan de São Paulo inova ao conseguir patente de vacina contra a dengue

19/06/2018

150615 - Butantan

Fonte: Blastingnews

Uma boa notícia vem do mundo da pesquisa científica brasileira: o Instituto Butantan. Conhecido pela fabricação de soros e vacinas contra animais peçonhentos, obteve um grande e importante passo no combate à dengue.

Os pesquisadores brasileiros conseguiram a patente para o processo de produção da vacina contra a dengue.

Isso possui uma significação incomensurável sob diversos aspectos, já que os estudos estão em fase bem avançada e faltando pouco para chegar à população em geral.

A patente foi concedida no mês passado pelo Escritório Americano de Patentes e Marcas (USPTO) e assegurará maior visibilidade à pesquisa feita aqui no Brasil.

No entanto, os cientistas estão radiantes ao saber que o fluxo de patentes e a detenção de tecnologia para tal poderão ser alterados. Comumente, os países desenvolvidos são os que possuem, esmagadoramente, direitos na criação e no uso de pesquisas e vacinas. Com a concordância da USPTO, o Brasil poderá inverter esse fluxo e exportar essa tecnologia proveniente da vacina [VIDEO]contra a dengue para outros países.

Em comunicado, o Butantan cita que os países desenvolvidos têm feito estudos e pesquisas sobre a doença e é natural que futuramente haja uma demanda [VIDEO], objetivando a cura da doença por meio da vacina.

Atualmente, existe um grande número de cientistas que se debruçam em seus laboratórios na busca por uma solução de uma doença que correu mundo afora.

Segundo a mesma nota, o Instituto Butantan deu um passo enorme em direção à vanguarda, com a aceitação da patente nos Estados Unidos.

Recursos

Desde o início, já foram investidos cerca de R$ 224 milhões que vieram de vários órgãos, como a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa), o BNDES, do Ministério da Saúde e do próprio Instituto Butantan.

Em sua terceira etapa, que começou em 2016, o estudo caminha e se desenvolve em 14 centros clínicos espalhados por todo o território nacional. Estima-se que 17 mil voluntários se apresentarão para colaborar no estudo. A meta é demonstrar a eficácia da vacina contra os quatro sorotipos de dengue. Ainda não existe prazo determinado para o término dos testes dessa etapa.

Segundo fontes, a vacina do instituto paulista é recomendada para pessoas de 2 a 59 anos, agregando também o grupo que nunca contraiu a doença antes. É uma boa notícia, pois indica que o organismo é obrigado a fabricar anticorpos de modo balanceado a fim de combater a dengue.

Caso haja êxito na terceira etapa, o próximo passo consistirá no pedido de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois é o órgão máximo responsável por dar ou não a autorização de aplicação de vacinas no país.

Resultados de pesquisa do HU são destaques em congresso na Suécia

19/06/2018

Saulo Duarte Passos, infectologista do Hospital Universitário e professor da Faculdade de Medicina de Jundiaí

Fonte: Jornal de Jundiaí

Dois renomados médicos do Hospital Universitário (HU) e professores da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), os professores Saulo Duarte Passos, pediatra e infectologista, e a Maria de Fátima Rizzo, pediatra, foram convidados a apresentar os resultados da pesquisa “Infecção vertical pelo vírus zika e suas repercussões na área materno-infantil” durante o 36º Congresso Anual da Sociedade Europeia de Infectologia Pediátrica (conhecido como ESPID), realizado em Malmö, na Suécia. O evento ocorreu de 28 de maio a 2 de junho.

A pesquisa foi desenvolvida com 752 mulheres e 750 bebês de Jundiaí e Região. “Pudemos perceber o quanto o Brasil, especialmente a pesquisa que nós coordenamos, está adiantado em relação às pesquisas desenvolvidas a cerca do vírus zika. Os outros países têm grande interesse em saber tudo o que já foi descoberto para que possam prevenir que epidemias, como a que vivenciamos em novembro de 2015, possam chegar a seus países”, relata Passos. Durante o evento, os médicos brasileiros apresentaram três trabalhos: “Pesquisa vírus zika – Coorte Jundiaí”; “Sífilis e o vírus zika”; e ”Más notícias em tempos de zika”. As temáticas foram expostas para uma plateia de 500 pessoas de todas as regiões do mundo.

“Eu tive a oportunidade de expor o trabalho da Corte Jundiaí e que está em andamento desde 2016. Acompanhamos a gestação das mães e agora o desenvolvimento dos bebês. Neste grupo, temos 33 crianças com microcefalia, sendo que três delas já têm relação comprovada com o vírus zika. Também abordei as más notícias em tempos de zika, que estão relacionadas à maneira adequada de passar a notícia sobre o zika positivo para os pais dos bebês ou como falar sobre o assunto com as mães ainda gestantes. Este trabalho é de autoria da enfermeira Maria Manoela Duarte Rodrigues. Já a dra. Rizzo abordou a questão da sífilis e a relação com o vírus zika”, enumera o infectologista.

A pesquisa desenvolvida em Jundiaí e Região captou gestantes de alto risco, que passaram por atendimento médico no HU entre março 2016 e março de 2017. As grávidas passaram por exames e tiveram a gestação monitorada semanalmente. Aquelas que deram resultado positivo para o zika, realizaram exames de ultrassom 4D em clínica especializada em São Paulo. Este exame permite avaliar a circunferência craniana do feto com poucos meses de gestação. Agora, nesta segunda fase, o acompanhamento tem sido dedicado aos bebês.

“Hoje, além das mães e bebês monitorados desde a gestação, o projeto tem recebido crianças maiores com microcefalia para acompanhamento de nossa equipe multidisciplinar. Isso sinaliza maior preocupação social com o desenvolvimento destas crianças”, diz. “Por outro lado, ainda temos a dificuldade de fazer com que mães que participaram na fase inicial do projeto, mantenham o acompanhamento de seus bebês, mesmo quando não há o diagnóstico de microcefalia”, lamenta o médico, destacando que é fundamental manter o acompanhamento.

“Nem todo bebê que teve contato com o vírus irá desenvolver microcefalia, já identificamos bebês com problemas neurológicos, na audição, visão e outras limitações. Quanto antes estes problemas são descobertos, maiores são as chances de reduzir o impacto para a qualidade de vida destas crianças”, conta o médico.

Infecção pelo zika vírus pode levar a esquizofrenia e autismo

08/06/2018

180608 - ZikaUm estudo realizado por pesquisadores brasileiros indica que as crianças afetadas pelo zika vírus podem desenvolver ao longo da vida transtornos neurológicas, distúrbios de comportamento, como esquizofrenia e autismo, problemas de memória e consequências motoras, tanto em crianças com microcefalia quanto as crianças que não apresentaram a doença. Segundo o Science Daily, os resultados, publicados nesta quarta-feira no periódico Science Translational Medicine, indicaram os camundongos avaliados ainda tinham o vírus da zika no cérebro mesmo depois de chegarem a vida adulta.

Zika Vírus

O zika é um arbovírus, ou seja, sua transmissão ocorre principalmente através de mosquitos, em especial pelo Aedes aegypti, mas também pode ser adquirido através do contato sexual e pela transfusão de sangue. Quando se manifesta em adultos, os sintomas duram alguns dias e são leves, como erupções cutâneas, conjuntivite, artralgia e febre leve.

No entanto, o surto de 2015 no Brasil demonstrou pela primeira vez que a infecção por esse vírus pode ter consequências devastadoras para mulheres grávidas e seus fetos. Durante a epidemia, foi possível perceber a conexão entre a microcefalia e infecção pelo zika durante a gravidez, embora os cientistas afirmem que apenas 10% das crianças infectadas desenvolvam a doença. Também ficou claro que mesmo os bebês nascidos sem microcefalia podem desenvolver sintomas associados à infecção.

Apesar disso, a comunidade médica não era capaz de prever as consequências a longo prazo para essas crianças. Por isso, os cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) decidiram realizar um estudo sobre o assunto. A pesquisa demonstrou que vários sintomas da doença não são superados na vida adulta, como é o caso da perda de peso, dos déficits cognitivos e da função motora comprometida.

Consequências futuras

Usando ratos infectados com o vírus zika logo após o nascimento, a equipe de pesquisa percebeu que a memória e a sociabilidade dos animais adultos também foram afetadas, o que pode estar ligado a observações feitas por outros pesquisadores de que a exposição viral pouco antes ou após o nascimento pode estar associada ao desenvolvimento tardio do autismo e da esquizofrenia.

Outra análise indicou que, assim como os bebês expostos à doença ainda no útero da mãe, os ratos jovens também tinham convulsões espontâneas. Enquanto a maioria dos camundongos não sofreu convulsões logo após o nascimento, 65% deles tiveram no nono dia após a infecção; e 90% dos ratos apresentaram episódios de convulsão no dia 12. No entanto, ao atingir a idade adulta, eles não tiveram mais convulsões, exceto quando expostos a produtos químicos, indicando que, embora as convulsões espontâneas possam ter sido resolvidas à medida que os animais envelheciam, os danos causados ​​ao cérebro eram permanentes.

Replicação viral

De acordo com os resultados, o tempo de convulsão acontece seguindo o tempo de replicação do vírus no cérebro do rato, significando que o problema podem ser uma resposta do corpo à atividade do vírus. A investigação apontou ainda que a replicação no cérebro continuou acontecendo depois que os animais atingiram a idade adulta, embora a maioria dos sintomas tivessem sido resolvidos.

O pico de replicação viral no cérebro foi associado a uma abundância de moléculas que mediam a inflamação. Uma dessas moléculas é o Fator de Necrose Tumoral Alfa (TNF-α), uma molécula intimamente ligada a episódios de inflamação aguda no corpo. O Food and Drugs Administration (FDA), agência responsável pela regulamentação de medicamentos nos Estados Unidos, já aprovou diversos medicamentos capazes de inibir o TNF-α como uma estratégia para conter a resposta inflamatória aguda do organismo.

Possíveis tratamentos

Os cientistas testaram uma das medicações aprovadas pelo FDA para descobrir se ela seria capaz de controlar as convulsões causadas pelo zika vírus. O infliximabe, medicamento usado para tratar doenças autoimunes e artrite reumatoide mostrou-se útil para deter as manifestações convulsivas em camundongos jovens na fase aguda da infecção por zika, diminuindo o número de episódios.

De acordo com o estudo, no dia 12 o infliximabe havia reduzido significativamente o número de convulsões e a maioria dos animais havia respondido bem à droga. “Camundongos jovens responderam muito bem ao inibidor do TNF-α. Descobrimos que alguns animais tiveram uma redução média de 50% no número de convulsões. Além disso, animais adultos não eram mais suscetíveis a convulsões induzidas por drogas”, relata Julia Clarke, pesquisadora UFRJ.