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USP oferece mestrado profissional em entomologia em saúde pública

28/06/2017

Fonte: Jornal da USP

A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP está com processo seletivo aberto para ingresso no Programa de Pós-Graduação em Entomologia em Saúde Pública – Mestrado Profissional em 2018.

O programa objetiva oferecer condições aos estudantes para a aquisição de conhecimentos sobre a identificação taxonômica, bioecologia e controle de artrópodes de interesse em saúde pública, bem como sobre o papel desses organismos na epidemiologia das doenças em que participam, para atuarem como lideranças e multiplicadores do conhecimento junto às instituições de ensino ou nos serviços de controle de vetores.

O curso apresenta duas linhas de pesquisa científico-tecnológicas:

  • Taxonomia e Bioecologia de artrópodes de interesse em saúde pública:  tem como objetivo aprimorar conhecimento sobre identificação das espécies com uma abordagem integrativa usando caracteres da morfologia, morfometria e técnicas moleculares; distribuição espacial das espécies, biodiversidade, ecologia de populações, infecção por patógenos e estudos da capacidade e competência vetorial. Principais grupos de interesse entre vetores: insetos – Culicidae (malária, arboviroses, filarioses), Phlebotominae (leishmanioses tegumentar e visceral) e Triatominae (doença de Chagas), e carrapatos (febre maculosa, Lyme-simile e erlichiose).
  • Epidemiologia e Controle das doenças veiculadas por artrópodes: o objetivo é desenvolver estudos sobre a análise de morbi-mortalidade de doenças veiculadas por artrópodes; análise da distribuição espacial dos casos e dos vetores; vigilância entomológica e manejo integrado de vetores.

As inscrições devem ser realizadas de 10 de julho a 18 de agosto. Mais informações sobre o processo seletivo devem ser consultadas no edital e na página do programa.

Com informações da Assessoria de Comunicação da FSP

Tecnologia de combate à dengue ajuda a controlar doenças ligadas a chuvas

28/06/2017

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Fonte: Folha de São Paulo

As enxurradas do fim de maio no Nordeste, que registrou quase o dobro de volume de chuva da média histórica e deixou mais de mil famílias desabrigadas em Alagoas, trazem a preocupação com as doenças causadas pelas enchentes, como leptospirose e hepatite A.

Em uma iniciativa inovadora, a Prefeitura de Marechal Deodoro, cidade histórica da região metropolitana de Maceió fortemente atingida pela tragédia, e a Secretaria de Saúde do município desenvolveram uma ferramenta de prevenção, monitoramento e combate a essas enfermidades para disseminar a cerca de 2.000 famílias atingidas o cuidado com a saúde.

O uso da tecnologia faz parte de um pacote de ações que já vêm sendo realizadas pela secretaria, por meio do envio de mensagens SMS aos números cadastrados no sistema, desenvolvido pela catarinense Tá.Na.Hora Saúde Digital, especialista em tecnologia e impacto social, que já utiliza o software para monitorar gestantes e combater dengue e zika.

Para o prefeito Cláudio Filho, iniciativas como essa são sempre bem vindas em Marechal Deodoro. “As tecnologias estão presentes em tudo na nossa vida. Por que não utilizar em favor de situações especiais em que a população precisa de um amparo maior? A saúde não pode nunca estar em segundo plano.”

O sistema chega em boa hora, pois o Estado já registrou cinco mortes por leptospirose, uma das doenças monitoradas. “Por enquanto, não houve casos em Marechal Deodoro, mas nossa sistema já identificou vários casos prováveis”, afirma Michael Kapps, cofundador da Tá.Na.Hora e finalista do Prêmio Empreendedor Social de Futuro 2016.

Além da leptospirose, a ferramenta utiliza inteligência artificial para monitorar a população e levar informações por mensagens de texto sobre os perigos de hepatite A, febre tifoide, dentre outras comuns após enchentes.

“A população, por sua vez, deve responder as perguntas e não pagará pelo envio. Daí em diante, havendo indícios de anormalidades, as enfermeiras nas unidades de saúde receberão alertas por e-mail, SMS e também no sistema de monitoramento para que possam entrar em contato ou enviar um agente de saúde até a residência”, explica Kapps.

Aérton Lessa, secretário Municipal de Saúde, ressalta a acessibilidade e a praticidade. “Qualquer cidadão em contato com as enchentes pode receber as mensagens em seu aparelho celular”, explica. Para fazer o cadastro, gratuito, é necessário enviar ao número 28403 a palavra “enchente”.

“Estamos dando mais condições de trabalho aos nossos agentes e mais comodidade à população graças à tecnologia que também nos propicia um alcance maior”, diz Lessa.

Para Kapps, foi gratificante montar uma força-tarefa para disponibilizar o serviço. “Devido à gravidade da situação, corremos contra o tempo e montamos o robô em apenas alguns dias”, relata. “Acho que esse trabalho é apenas o começo. Outras áreas no Brasil enfrentam os mesmos problemas com doenças de origem hídricas.”

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/2017/06/1895581-tecnologia-de-combate-a-dengue-ajuda-a-controlar-doencas-ligadas-a-chuvas.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.

Publicação da Fiocruz lidera ranking de melhor revista científica da AL

22/06/2017

Fiocruz vê risco controlado da dengue durante Copa do Mundo

Fonte: Istoé

A revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), alcançou a liderança na América Latina entre as revistas científicas avaliadas no ranking da Thomson Reuters, que avalia a relevância de publicações científicas em todo o mundo.

Com índice de 2.605, o periódico é o mais citado entre as publicações de países latino-americanos em 2016, superando a marca de seis mil referências publicadas em artigos científicos. Quando comparada com outras revistas do mundo, a publicação também é destaque na área de medicina tropical, com o quarto maior fator de impacto, e o sétimo lugar em número de citações.

De acordo com a editora-chefe da publicação, a pesquisadora Claude Pirmez, o resultado é histórico. “É o mais positivo já alcançado pela revista. Sem dúvida é resultado de uma rede de pessoas que se empenham no processo crescente de internacionalização da revista, de aperfeiçoamento de seus protocolos de garantia da ética na publicação e da editoria criteriosa para os artigos que são publicados”, comentou.

Já entre os periódicos da área de parasitologia, a revista aparece entre as 12 mais citadas e de maior fator de impacto. “Existe um componente recente com papel fundamental para esse resultado, o protocolo de fast track, que consiste na publicação acelerada, em até 24 horas após a submissão, de artigos em temas críticos da saúde pública, como foi adotado para a zika, a chikungunya e, no início de 2016, da febre amarela”, explicou Claude. “Tudo isso, é claro, sem abrir mão da gratuidade para acesso e para publicação, que é um dos alicerces da revista”.

Criada pelo cientista, médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista brasileiro Oswaldo Cruz em 1909, a revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz tem digitalizado o acervo de todas as publicações, com acesso e publicação gratuitos. A submissão online de artigos conta com o sistema DOI, um identificador internacional de artigos científicos, que confere mais credibilidade ao conteúdo. Todo o material publicado em suas páginas pode ser acessado pelo site memorias.ioc.fiocruz.br .

Recentemente, todos os artigos também estão acessíveis nos bancos de dados do Scielo e do Pubmed, permitindo o acesso de pesquisadores de todo o mundo.

Fator de impacto

O número total de citações e o cálculo do fator de impacto levam em consideração as referências ao periódico presente na base de dados Journal Citation Reports, organizada pela Thomson Reuters. O fator de impacto é calculado dividindo as citações à publicação pelo número total de itens citáveis, incluindo artigos e revisões, publicados no periódico nos últimos dois anos.

Vaga para Doutorado em Virulência de Tripanosomatídeos

22/06/2017

Resultado de imagem para LOGO UFSC CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - CCBFonte: UFSC

Informações Institucionais e do Laboratório:
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) localizada em Florianópolis, SC, Brasil, é a 10a melhor universidade Brasileira segundo o The World University Rankings 2016. O Laboratório de Protozoologia do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia (MIP) do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da UFSC desenvolve pesquisas de biologia celular e molecular com diferentes espécies de protozoários parasitos humanos e animais e seus vetores, utilizando como modelos experimentais o Trypanosoma cruzi, o Trypanosoma rangeli e Leishmania spp. São duas as principais linhas de pesquisa do laboratório: i) Biologia celular e molecular de protozoários patogênicos e, ii) Atividade antiparasitária de produtos naturais e sintéticos.

Requerimentos:
Proficiência em língua Inglesa (Leitura e escrita), experiência em técnicas de cultura celular, em técnicas básicas de biologia celular e molecular e em metodologias básicas de análise filogenética in silico. Conhecimento em análise computacional de genoma/transcriptoma/proteoma, em análise estatística e experiência prévia de estudo com protozoários patogênicos serão vantajosos.

Descrição dos interesses e expectativas do grupo de pesquisa:
É esperado do Doutorando selecionado que estude, de forma comparativa, as vias de defesa antioxidante de tripanosomatídeos patogênicos e não patogênicos. O estudo de genes de função central nesse sistema envolvendo desde a clonagem e sequenciamento até a expressão/silenciamento e estudo de atividade são esperados. A busca de novos alvos para o desenvolvimento de drogas e/ou vacinas é encorajado. Este estudo deve considerar análises de genômica e proteômica comparativas visando a compreensão da evolução do parasitismo e dos mecanismos de infectividade, virulência e/ou patogenicidade, dentre outros.

Publicações recentes/relevantes na área:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27036062
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21390155
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24761813
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26033728
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27840574

Como aplicar:
O ingresso como estudante de Doutorado no laboratório é realizado através de processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências (PPGBTC) da UFSC. Os editais de seleção usualmente são lançados entre setembro a outubro de cada ano, podendo haver outros editais em função da disponibilidade de bolsas. A realização de estágio prévio no laboratório é condição para a emissão de carta de aceite exigida pelo PPGBTC para inscrição no processo seletivo. Neste estágio serão trabalhados conceitos relacionados aos requerimentos acima. A concessão de bolsas de estudo é regulada pelo PPGBTC, sendo descrita nos editais de processo seletivo. Somente estudantes classificados com bolsa no processo seletivo serão aceitos no laboratório. Interessados em realizar estágio prévio devem enviar por email ao Prof. Edmundo C. Grisard (E-mail: edmundo.grisard@ufsc.br) uma carta explicando sua motivação e disponibilidade, apontando sua posição atual, experiências prévias e atendimento aos requerimentos acima descritos.

Para maiores informações visite:
http://www.proto.ufsc.br
http://www.biotecnologia.ufsc.br

Pesquisador alerta para risco de nova epidemia de zika em 3 anos

20/06/2017

Fonte: GazetaWeb

O neurologista e pesquisador da Universidade de Liverpool (UK), Tom Solomon, alertou para o risco de um novo surto do vírus da zika na América Latina, nos próximos três anos. A declaração foi feita durante uma palestra entre profissionais de saúde sediada no Hospital da Restauração (HR), área central do Recife, na manhã desta quinta-feira (8). A preocupação dos cientistas está associada ao fenômeno climático El Niño.

Segundo o pesquisador, em 2015 e 2016, houve uma uma explosão das infecções pelo vírus. Solomon ressaltou que muitas pessoas foram infectadas nesses anos e ponderou que, uma vez expostas, as vítimas não serão mais atingidas. “O fenômeno El Niño se apresenta a cada dois ou três anos com maior ou menor intensidade. Isso ocasiona o aumento da temperatura e também da umidade, que são propícios para a proliferarão do mosquito transmissor”, afirma.

No início deste ano, pesquisadores da universidade inglesa publicaram um artigo a respeito dessa ligação entre o vírus da zika e o El Niño, um dos mais fortes já registrado nos últimos anos. O cálculo foi feito pelos cientistas para determinar um risco de transmissão do vírus Zika. Segundo a conclusão fo estudo, em 2015, esse risco foi o maior na América do Sul, desde 1950.

El Niño é um aquecimento das águas do Oceano Pacífico. O fenômeno é responsável por causar impacto no clima na América Latina como também em todo o mundo, já que tende a aumentar a temperatura global, liberando calor do mar para a atmosfera. O artigo foi publicado pela universidade na revista Proceedings of the Nacional Academy of Sciences (PNAS).

Para a médica e pesquisadora da Fiocruz em Pernambuco Fátima Militão, a única forma de prevenir uma nova epidemia é controlar o vetor. “O controle é a única maneira, realmente, de diminuir a transmissão pelo Aedes aegypti. Em termos de diagnóstico, universalidades estão desenvolvendo testes rápidos para detecção do vírus”, disse.

Transmitido por mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, o vírus da zika chamou a atenção da sociedade científica por causa dos casos de microcefalia em bebês e problemas neurológicos associados. A microcefalia em bebês foi considerada questão de Emergência de Saúde Pública de Preocupação Internacional pela Organização Mundial da Saúde.

Fortaleza recebe projeto piloto de vacinação

20/06/2017

Fonte: Diário do Nordeste

Fortaleza e Brasília foram selecionadas para implantação do projeto piloto de vacinação contra a Leishmaniose (Calazar), autorizado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura. A parceria da Prefeitura de Fortaleza com o laboratório Ceva vai permitir a imunização de 800 animais, em média. As doses foram doadas pela entidade para o desenvolvimento da pesquisa sobre a doença, em áreas da Capital, por meio da imunização e o controle do mosquito transmissor. A vacinação acontece nesta terça-feira (13/06), a partir das 9h30, nos animais do Abrigo São Lázaro.

A capital cearense foi escolhida devido às políticas públicas adotadas pela Célula de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), com atividades de prevenção, controle e educação desenvolvida na área. Serão aplicadas três doses em cada animal, divididas em intervalos de 21 dias entre elas. Foram escolhidas, ainda, duas áreas para a intervenção da pesquisa: os bairros Boa Vista e Cajazeiras. Ao todo, o projeto irá imunizar aproximadamente 2 mil animais.

Doença 
A Leishmaniose é causada por um protozoário flagelado do gênero Leishmania, transmitido na picada de fêmeas do Lutzomyia longipalpis, conhecido como mosquito-palha. Os cães são as principais fontes de infecção para o vetor. Ele se reproduz em materiais orgânicos e úmidos. Nos casos dos animais doentes, a orientação do Ministério da Saúde é a eutanásia, uma vez que não existe cura para esta enfermidade. O tratamento apenas atenua os sintomas, deixando o animal como recipiente da doença, para infestação de outros cães. O teste para confirmação acontece gratuitamente por meio dos boxes de zoonoses.

A leishmaniose de humanos é uma doença que pode levar a morte. Entre os principais sintomas estão a febre, perda de peso, anemia, perda de apetite, modificações dos glóbulos brancos e das plaquetas, hemorragias e imunidade baixa.

O Brasil está entre os cinco países onde residem 90% dos casos de leishmaniose do mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A cidade de Fortaleza registrou 87 casos humanos com oito óbitos e 5.101 casos caninos em 2016. Brasília foi a outra cidade  selecionada pelo projeto.

Pesquisador alerta para risco de nova epidemia de zika em 3 anos

13/06/2017

Fonte: Gazeta de Alagoas

O neurologista e pesquisador da Universidade de Liverpool (UK), Tom Solomon, alertou para o risco de um novo surto do vírus da zika na América Latina, nos próximos três anos. A declaração foi feita durante uma palestra entre profissionais de saúde sediada no Hospital da Restauração (HR), área central do Recife, na manhã desta quinta-feira (8). A preocupação dos cientistas está associada ao fenômeno climático El Niño.

Segundo o pesquisador, em 2015 e 2016, houve uma uma explosão das infecções pelo vírus. Solomon ressaltou que muitas pessoas foram infectadas nesses anos e ponderou que, uma vez expostas, as vítimas não serão mais atingidas. “O fenômeno El Niño se apresenta a cada dois ou três anos com maior ou menor intensidade. Isso ocasiona o aumento da temperatura e também da umidade, que são propícios para a proliferarão do mosquito transmissor”, afirma.

No início deste ano, pesquisadores da universidade inglesa publicaram um artigo a respeito dessa ligação entre o vírus da zika e o El Niño, um dos mais fortes já registrado nos últimos anos. O cálculo foi feito pelos cientistas para determinar um risco de transmissão do vírus Zika. Segundo a conclusão fo estudo, em 2015, esse risco foi o maior na América do Sul, desde 1950.

El Niño é um aquecimento das águas do Oceano Pacífico. O fenômeno é responsável por causar impacto no clima na América Latina como também em todo o mundo, já que tende a aumentar a temperatura global, liberando calor do mar para a atmosfera. O artigo foi publicado pela universidade na revista Proceedings of the Nacional Academy of Sciences (PNAS).

Para a médica e pesquisadora da Fiocruz em Pernambuco Fátima Militão, a única forma de prevenir uma nova epidemia é controlar o vetor. “O controle é a única maneira, realmente, de diminuir a transmissão pelo Aedes aegypti. Em termos de diagnóstico, universalidades estão desenvolvendo testes rápidos para detecção do vírus”, disse.

Transmitido por mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, o vírus da zika chamou a atenção da sociedade científica por causa dos casos de microcefalia em bebês e problemas neurológicos associados. A microcefalia em bebês foi considerada questão de Emergência de Saúde Pública de Preocupação Internacional pela Organização Mundial da Saúde.