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Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento

03/06/2014

No último dia 29 de maio de 2012, a SBP e outras entidades científicas estiveram reunidas na sede da SBPC com o presidente da Finep, Prof. Glauco Arbix, para discutir as perspectivas para o desenvolvimento da área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no país. O Prof. Arbix inicialmente apresentou proposta do atual governo, denominada “Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento – elevar o patamar e o impacto da CT&I no Brasil”.

O programa apresentado é consequência de demanda da presidente Dilma Rousseff com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de CT&I no país. Tem como ponto de partida a constatação de que, nas últimas duas décadas, observou-se real crescimento e fortalecimento da comunidade científica e de uma base empresarial visando a criação de infra-estrutura para dar suporte ao sistema de CT&I. Todavia, embora importante, tal crescimento ainda se revela insuficiente para garantir avanços que permitam ao país galgar posições semelhantes às atingidas por outros países que, nas últimas décadas, apresentaram grandes avanços nessa área, como por exemplo a Coréia do Sul.

Pretende-se que o programa tenha abrangência de pelo menos 10 anos, visando garantir estabilidade e continuidade, independentemente do governo, constituindo-se em uma política de Estado.

A implantação e implementação do programa ocorreria por meio de três eixos principais:

1. Arranjos público-privados visando articulação com a criação de infra-estrutura de última geração, por meio de instituições de pesquisa e empresas.

2. Plataformas estruturadas objetivando a lógica de resolução de problemas.

3. O conhecimento a ser gerado deverá ter alto impacto em CT&I, visando melhoria do padrão de vida da população.

Como forma de viabilizar a implantação e o êxito do programa seria importante a proposição de um regime diferenciado de compras e contratações que agilizasse os trâmites burocráticos na área de CT&I.

O volume de recursos a ser proposto para a instalação e cumprimento desse programa atingiria a cifra de 24 bilhões de reais, no período de 10 anos, prevendo-se a constituição de até 20 plataformas concentradas principalmente nas áreas de agricultura, saúde e energia.

Ao final de sua exposição o Prof. Arbix debateu com representantes da comunidade científica, respondendo a dúvidas surgidas e defendendo sua proposta.

RO: Cientista Luiz Hildebrando recebe maior honraria do Estado

03/06/2014

Fonte: TudoRondonia.com – 02/06/2014

Luiz Hildebrando Pereira da Silva foi condecorado com a Ordem do Mérito Marechal Rondon. Foto: Marcos Freire

Luiz Hildebrando Pereira da Silva foi condecorado com a Ordem do Mérito Marechal Rondon. Foto: Marcos Freire

O cientista Luiz Hildebrando Pereira da Silva, que atuou e chefiou a equipe que desenvolveu importantes estudos sobre a imunidade protetora da malária falciparum, foi condecorado com a Ordem do Mérito Marechal Rondon – a maior honraria outorgada pelo governo estadual. A solenidade ocorreu nesta segunda-feira (2), no gabinete do governador Confúcio Moura (PMDB).

Luiz Hildebrando destacou a importância do investimento no campo da pesquisa e do trabalho em equipe. Conforme afirmou, sem essa estrutura, o pesquisador não é ninguém. “Rondônia está perto de apresentar novas soluções ao mundo porque aqui há investimentos e atuação conjunta,” disse ele, que é também pesquisador honorário da Fiocruz e coordenador da pós-graduação em biologia experimental da Unir.

O governador Confúcio Moura (PMDB) disse que a premiação é justa por tudo que o agraciado representa paraRondônia e para o mundo com descobertas científicas valiosas. “Trata-se de uma das personalidades mais ilustres do planeta. Nós é que temos que agradecer este homem. Muito obrigado por tudo, Luiz Hildebrando,” falou o governador.
A solenidade foi prestigiada pelo secretário-chefe da Casa Civil, Marco Antônio de Faria, pelo deputado Zequinha Araújo (PMDB) e por representantes de órgãos e entidades envolvidas com ações nas áreas de pesquisas científicas e tecnológicas.

Currículo de Luiz Hildebrando Pereira da Silva
Formado em Medicina em 1953 pela Universidade de São Paulo, viajou para a Paraíba em 1954 onde participou da organização do Laboratório de Parasitologia e do ensino da disciplina na nova Faculdade de Medicina de João Pessoa. Desenvolveu entre 1954 e 1956 pesquisas sobre a epidemiologia da esquistossomose e da Doença de Chagas. Convidado em 1956 para assistente de Parasitologia na FMUSP, voltou a São Paulo e integrou-se a famosa equipe que trabalhava com Samuel Pessoa.

Desenvolveu com sucesso, entre 1956 e 1960, em colaboração com Ferreira Fernandes, pesquisas em quimioterapia da tripanosomiase americana utilizando análogos de purina para inibir a biossintese de salvação de purinas do parasita. Depois de 1960, quando obteve a livre docência em parasitologia, viajou como bolsista do CNPq para Bruxelas, onde trabalhou com René Thomas em genética molecular do bacteriófago lambda. Em 1962-3 trabalhou no Instituto Pasteur com François Jacob que vinha de publicar com Jacques Monod o célebre modelo de regulação da expressão gência em procariontes que lhes valeu o Premio Nobel de Medicina de 1965.

Voltando ao Brasil em fins de 1963, organizou com Erney Camargo o Laboratório de genética de protozoários na FMUSP e o primeiro seminário paulista sobre Biologia Molecular reunindo pesquisadores de várias Instituições locais. Militante de esquerda conhecido, foi preso após o golpe militar de 1 de abril de 1964 e depois processado e demitido da USP pelo Ato Institucional n.1. Voltou a Paris e ao Instituto Pasteur e trabalhou com Harvey Eisen com quem descreveu o gene CRO, responsável pela regulação da expressão do repressor do fago lambda.

Em previsão de um retorno ao Brasil organizou um curso sobre genética molecular de bacteriófagos no Departamento de Bioquiica da USP em 1967 e em 1968 aceitou a posição de professor no Departamento de Genética da USP- Ribeirão Preto com Warwick Kerr voltando a trabalhar com genética de eucariontes unicelulares. Em 1969, entretanto, foi novamente demitido pelo Ato Institucional nº 5 e voltou a Paris onde foi nomeado chefe do Laboratório de Diferenciação celular, adotando o modelo de Dyctiostelium discoideum. Em 1976 foi convidado por Jacques Monod, diretor do Instituto Pasteur, a organizar uma nova unidade de Parasitologia, associando sua experiência em Protozoologia médica com a nova formação em Biologia Molecular.

Entre 1977 e 1996 trabalhou em malária, reunindo uma equipe brilhante de colaboradores como Jurg Gysin, Arthur Scherf, Odile Mercereau, Gordon Langsley, Pierre Druilhe, Frnçois Trape, Christophe Rgierm entre outros que desenvolveram importantes estudos sobre a imunidade protetora de malária falciparum, definindo, isolando as respectivas moléculas recombinantese estudando em modelos primatas experimental e em voluntários humanos luma série de moléculas antigênicas candidatas a vacina contra a malária que até hoje permanecem como moléculas prioritárias para futuras vacinas. Organizou igualmente a unidade de produção de primatas modelo para malária experimental em Cayenne e a Unidade de terreno em Diemo, Senegal para estudo de malária humana.

De volta a Brasil, após sua aposentadoria no Pasteur, integrou com Mauro Tada o Centro de Pesquisa em Medicina Tropical de Rondônia e organizou depois o IPEPATRO Rondônia que reúne atualmente alguns especialistas de renome e várias dezenas de jovens pesquisadores formados nos programas de pós graduação da Universidade Federal de Rondônia local (Unir).

Atualmente o IPEPATRO foi absorvido pela Fundação Oswaldo Cruz e se tornou uma das cinco novas unidades da Fiocruz, projeto que se iniciou em 2009, denominada de Fiocruz Rondônia. Hildebrando é pesquisador honorário da Fiocruz, coordenador da pós-graduação em biologia experimental da Unir, conselheiro da CAPES e do Conselho Superior do MCTI da Presidência da República. É membro do Comitê Gestor do InPeTAm da UFRJ e colabora com várias universidades do Brasil e do exterior.

Chegou o momento de sua pesquisa ser reconhecida!

30/05/2014
O mundo precisa da Ciência. A Ciência precisa de mulheres.

O mundo precisa da Ciência. A Ciência precisa de mulheres.

A cada ano, jovens doutoras que desenvolvem trabalhos científicos em instituições brasileiras de pesquisa, nas áreas de Ciências Físicas; Ciências Biomédicas, Biológicas e da Saúde; Ciências Químicas; e Ciências Matemáticas, têm a oportunidade de ter os seus projetos reconhecidos com a conquista do Prêmio “Para Mulheres na Ciência”. Outras informações em http://loreal.abc.org.br/index.asp
Entre 2006 e 2013, cinquenta e quatro jovens e talentosas cientistas brasileiras tiveram seus trabalhos premiados, um merecido reconhecimento e incentivo à continuação de suas destacadas pesquisas científicas.

2 bolsas para pós-doutrado na Unesp

30/05/2014
O Instituto de Biociências, Departamento de Parasitologia da Universidade do Estado de São Paulo, Unesp, abriu o edital para seleção de bolsistas para dois pós-doutorand

O Instituto de Biociências, Departamento de Parasitologia da Universidade do Estado de São Paulo, Unesp, abriu o edital para seleção de bolsistas para dois pós-doutorand

O Instituto de Biociências, Departamento de Parasitologia da Universidade do Estado de São Paulo, Unesp, abriu o edital para seleção de bolsistas para dois pós-doutorandos. “O foco dos estudos são os aspectos moleculares de parasitos, bactérias e vírus de peixes, dentro de um projeto temático” explica o Professor Reinaldo José da Silva. Abaixo segue o resumo do edital (em inglês). Outras informações

The project “Improved quality of cultured fish for human consumption” is offering two Postdoctoral fellowship opportunity to conduct research in the Biosciences Institute of São Paulo State University “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, São Paulo State, Brazil (UNESP). The objective of this project is to describe macroscopic and microscopic lesions, identify pathogens by means of transmission electron microscopy and molecular tests (PCR and sequencing) in tilapias cultured in cages system in São Paulo State.

The selected candidates will work in the Laboratory of Molecular Diagnostic, which belongs to the Biosciences Institute of São Paulo State University “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, São Paulo State, Brazil, and must have expertise and experience in pathology and molecular diagnostic of fish diseases.

The post-doc student will be responsible for necropsy, sampling organs and microorganisms for the histology, transmission electron microscopy, PCR and genome sequencing or part of them, of pathogens found in tilapias sampled in São Paulo State. The post-doc student will perform the following activities:

A) Standardization of qPCR (or RT-qPCR) for the pathogens:

1) Bacteria: Aeromonas spp., Flavobacterim columnare, Saprolegnia spp., and Streptococcus spp;

2) Parasite: Henneguya spp., Myxobolus spp., Diplostomum spp., nematodes of the family Anisakidae, helminthes of the class Monogenea, Trichodina spp., Ichthyophthirius multifiliis, and Amyloodinium ocellatum;

3) Virus: Betanodavirus, Birnavirus, Circovirus, Herpesvirus, Iridovirus

4) Fungus: Cryptococcus neoformans

B) Analysis of images obtained by histology and transmission electron microscopy; and sequence analysis. The student will also be responsible for writing manuscripts related to this study

 

For subscription, the candidate must send Curriculum Vitae and presentation letter containing the reasons and arguments to plead this vacancy for the e-mail jpessoa@ibb.unesp.br and reinaldo@ibb.unesp.br. The deadline for subscriptions is June 30, 2014.

The selected candidate will receive a Postdoctoral fellowship from FAPESP (http://www.fapesp.br/3162) and Technical Reserve. The Technical Reserve of the PD fellowship corresponds to 15% of the annual value of the scholarship and it aims to attend unforeseen expenditure related to research activity.

If the PD student lives in a different city and need to move to the city of institute research, there will be an Installation Aid. More information about Postdoctoral fellowship from FAPESP is available in: www.fapesp.br/bolsas/pd.

Quer fazer doutorado no Reino Unido?

28/05/2014

Fonte: LSTM

A Escola de Medicina Tropical de Liverpool foi fundada em 1898 e é a primeira instituição do mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. Estamos na vanguarda da luta contra doenças debilitantes, incapacitantes e mortais em comunidades com recursos escassos.

A Escola de Medicina Tropical de Liverpool foi fundada em 1898 e é a primeira instituição do mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. Estamos na vanguarda da luta contra doenças debilitantes, incapacitantes e mortais em comunidades com recursos escassos.

Nós da Escola de Medicina Tropical de Liverpool temos o prazer de anunciar a nossa participação no programa de bolsas do governo brasileiro Ciência Sem Fronteiras. As inscrições estão abertas e candidatos que desejam aplicar para uma vaga são bem-vindos. Queremos atrair os melhores estudantes brasileiros para o nosso programa de pós-graduação e temos um amplo espectro de projetos em doencas tropicais. Alguns desses projetos estão listados abaixo.

A Escola de Medicina Tropical de Liverpool foi fundada em 1898 e é a primeira instituição do mundo dedicada à pesquisa e ao ensino em medicina tropical. Estamos na vanguarda da luta contra doenças debilitantes, incapacitantes e mortais em comunidades com recursos escassos.

Trabalhamos em mais de 70 países em todo o mundo, muitas vezes em circunstâncias muito difíceis, para cumprir a missão de melhorar a saúde das pessoas mais pobres do mundo, ajudando a trazer inovação e investigação das descobertas científicas do laboratório para os mais necessitados. Nosso foco de pesquisa sempre foi similar ao de várias instituições de pesquisa brasileira e o nosso primeiro laboratório no exterior foi fundado em 1905 no Brasil, em Manaus, para estudar a febre amarela.

Como estudante da nossa Instituição, você vai participar de uma comunidade acadêmica diversificada de colegas comprometidos em aprender. Nossos estudantes vêm de todo o mundo e proporcionam um corpo estudantil rico e dinâmico. Se você estiver interessado em se juntar à nossa instituição, por favor siga os seguintes passos ou contacte a Dra Daniela Ferreira no email df13@liv.ac.uk

Cientistas descobrem proteína com potencial contra malária

27/05/2014

Fonte: Galileu – 23/05/2014

Pesquisadores americanos descobriram uma proteína que promove a geração de anticorpos e pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina contra a malária, revela um estudo divulgado nesta quinta-feira.

Pesquisadores americanos descobriram uma proteína que promove a geração de anticorpos e pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina contra a malária, revela um estudo divulgado nesta quinta-feira.

Pesquisadores americanos descobriram uma proteína que promove a geração de anticorpos e pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina contra a malária, revela um estudo divulgado nesta quinta-feira.

A proteína, chamada de PfSEA-1, mostrou potencial contra as formas mais severas da malária, uma doença que mata mais de 600 mil pessoas a cada ano no mundo, especialmente crianças na África subsaariana.

A PfSEA-1 foi vinculada à geração de anticorpos e à redução do volume do parasita em diversas crianças e adultos em áreas da África onde a malária é endêmica, destaca o estudo publicado na revista americana Science.

Ratos de laboratório expostos à proteína em uma vacina experimental apresentaram redução dos níveis de parasitas no sangue.

A proteína poderá ser agregada ao grupo limitado de antígenos utilizados em potenciais vacinas contra a malária, destacam os cientistas responsáveis pelo estudo no Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA.

As populações que vivem em áreas onde a malária é comum geralmente desenvolvem respostas imunológicas naturais que limitam o número de parasitas no sangue e evitam febre alta e sintomas severos.

Os pesquisadores basearam seu estudo em amostras de sangue de crianças de dois anos provenientes da Tanzânia que eram resistentes ou suscetíveis à malária.

Fiocruz vê risco controlado da dengue durante Copa do Mundo

27/05/2014

Fonte: Terra – 24/05/2014

Fiocruz vê risco controlado da dengue durante Copa do Mundo

Fiocruz vê risco controlado da dengue durante Copa do Mundo

Em resposta às publicações estrangeiras alertando para o risco de surto de dengue no Brasil durante a Copa do Mundo, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fizeram um estudo que apontou que a probabilidade de uma epidemia de dengue é pequena.

O relatório indica que no período do Mundial teremos uma incidência menor do que 100 casos por 100 mil habitantes em Brasília, Cuiabá, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, considerada baixa incidência. No Rio de Janeiro, e Belo Horizonte, em Salvador e em Manaus há um risco de média incidência de dengue, entre 100 a 300 casos.

Já as capitais Recife, Fortaleza e Natal, têm um risco alto, com probabilidade de mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes. Apesar disso, a probabilidade de acontecer uma alta incidência nestas três capitais é considerada baixa pelos pesquisadores, 19%, 46% e 48%, respectivamente.

De acordo com um dos autores da pesquisa, Christovam Barcellos, a situação está controlada. “As previsões são muito mais baixas do que falam os jornais do mundo inteiro”, avaliou o pesquisador. Ele acrescentou ainda que com o estudo é possível agir pontualmente nos locais de maior risco.

Para a pesquisa, que foi publicada esta semana na revista científica inglesa The Lancet Infectious Deseases,  foram avaliados fatores que influenciam na proliferação do mosquito e na transmissão da doença, como o número de casos registrados nas cidades nos últimos 12 anos, volume de chuvas e temperatura no período da competição, além de questões sociais e ambientais.

Segundo Barcellos, houve uma redução de 80% no número de casos de dengue considerando o verão de 2014 com relação ao de 2013. “Tivemos este ano um verão atípico, muito quente e seco, clima pouco propício para a proliferação do mosquito”.

 Os últimos números do Ministério da Saúde mostram que até o dia 3 de maio, foram notificados 394.614 casos de dengue, contra 1.218.306 em 2013 – queda de 67,6%. Os casos graves da doença também caíram 56% no período – foram confirmados 2.478 casos graves da doença, contra 5.674, em 2013.

Apesar disso, na capital paulista o número de casos saltou de 2.617 em 2013 para mais de 5 mil casos considerando os registros feitos até a primeira semana de maio.

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