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MedTrop 2014: Prazo prorrogado para 23/06

12/06/2014
As inscrições para participar do Congresso MedTrop 2014 podem ser feitas pelo site até o dia 26 de julho.

As inscrições para participar do Congresso MedTrop 2014 podem ser feitas pelo site até o dia 26 de julho.

O prazo para envio de trabalhos para o 50º Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, MedTrop 2014, foi prorrogado para 23/06. O evento será nos dias 26 a 30 de agosto em Rio Branco/AC.  Os trabalhos deverão incluir-se em um dos temas abaixo:

a)       Doenças por artrópodos e animais peçonhentos

b)       Doenças por bactérias

c)        Doenças por fungos

d)       Doenças por helmintos

e)       Doenças por vírus

f)         Doenças por protozoários

g)       Doenças sexualmente transmissíveis e AIDS

h)       Miscelânea/ Outros

Para ver outras informações sobre o envio de trabalhos ao MedTrop2014, clique aqui ou visite o site: http://www.medtrop2014.com.br/envio-de-trabalhos/

Alunos do ensino médio desenvolvem larvicida contra dengue

12/06/2014

Fonte: Exame – 11/06/2014

Alunos do ensino médio desenvolvem larvicida contra dengue  / Enerson Cleiton

Alunos do ensino médio desenvolvem larvicida contra dengue / Enerson Cleiton

Alunos do 3º ano do ensino médio do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) descobriram um extrato vegetal com alta eficiência como larvicida contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2013 na Coordenação de Ciências da instituição pela professora e bióloga Rosiane Leite, que orienta estudantes da educação profissional dentro de um programa de iniciação científica júnior.

No Brasil, existem muitas linhas de pesquisas para o combate à dengue, desde vacinas, odores, mosquitos transgênicos e seleção de extratos de plantas. Entretanto, o extrato da espécie Miconia sp. nunca havia sido testado para esse fim.

Há muitas espécies do gênero Miconia por todo o país, com nomes populares pouco conhecidos. A professora explica que, durante seu mestrado, estudou a interação das formigas com essa planta e que ela é mais conhecida entre os ecólogos, pois fornece frutos para os pássaros durante o ano todo.

Os alunos Bárbara Freitas e Gabriel Batista, que fazem curso técnico em construção civil, desenvolveram o extrato após vários testes, com o incentivo da professora e dos amigos.

Rosiane Leite conta que comprou algumas vidrarias do próprio bolso e pediu a ajuda de familiares para comprar o álcool necessário aos testes, por causa do limite por pessoa para adquirir o produto.

Outro desafio foi conseguir as larvas do Aedes aegypti. Eles acabaram indo a campo e recolheram larvas pela vizinhança, conta a professora, explicando que houve dificuldade em fazer a seleção devido às diferentes espécies e estágios das larvas encontradas.

Com a apresentação do projeto na Mostra Específica de Trabalhos e Aplicações do Cefet-MG, em 2013, o professor Fabiano Duarte Carvalho, da Fundação Oswaldo Cruz, propôs uma parceria e forneceu larvas específicas para os testes. Além disso, em agosto, Carvalho dará um treinamento para que os alunos possam criar suas próprias larvas.

Segundo a professora, será possível refazer os testes para a comprovação da eficácia do larvicida e então publicar o trabalho. “A dengue é uma preocupação bem antiga. Como educadora, sempre procuro mostrar a importância de não deixar água parada. Mesmo sendo escola básica, ainda é possível buscar soluções para minimizar os problemas, mesmo que seja em âmbito local”, disse Rosiane Leite.

No início deste ano, o projeto foi selecionado para participar da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que ocorreu em março, e foi premiado com a quarta colocação entre 40 projetos da área de biologia.

Uberaba é referência nacional de ações de combate à dengue

10/06/2014

Fonte: Jornal de Uberaba – 08/06/2014

Uberaba é referência nacional de ações de combate à dengue

Uberaba é referência nacional de ações de combate à dengue

Trabalho desenvolvido pela prefeitura Municipal de Uberaba para combater a dengue, foi premiado no XXX Congresso Nacional das Secretarias Municiais de Saúde.  Há nessa mostra “Brasil aqui tem SUS”, o projeto: “Estratégia de gestão, controle e prevenção da dengue no município de Uberaba”. Este projeto ficou entre os 10 melhores de experiências exitosas selecionadas pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) de Minas Gerais , sendo premiado no evento nacional que aconteceu em Serra, no Espírito Santo, que foi representado pelo secretário de saúde, Fahim Sawan. Entre as séries de ações implantadas no município para combate a dengue. O monitoramento eletrônico e identificação em tempo real de possíveis focos do mosquito possibilitando o combate geo referenciado foram o mais elogiado.

O prefeito Paulo Piau declarou que estava muito satisfeito de ver que ações desenvolvidas na cidade foram reconhecidas na mostra “Brasil aqui tem SUS”, visa propiciar o intercambio de experiências municipais bem sucedidas no SUS, bem como estimular e divulgar as ações de cidades que inovaram nas soluções visando a garantia do direito à saúde. Até porque esse congresso de Conasems é conhecido como um dos maiores e mais importantes da área de saúde pública do Brasil e do mundo. “Quando assumimos a prefeitura herdamos uma epidemia e eu disse que nos próximos anos não aceitaríamos isso novamente em Uberaba. Por isso, no primeiro ano de mandato já desenvolvemos, decretamos estado de urgência e a população atendeu o nosso chamado”, conta Piau. Informou que essa parceria foi responsável por trabalhar de maneira inteligente, utilizando tecnologia e hoje, sendo premiado.

O secretário de saúde, Fahim Sawan, explicou que mesmo sendo premiado nacionalmente pelo trabalho desenvolvido de combate ao mosquito, em momento nenhum, o governo municipal vai diminuir as ações habituais para evitar que Uberaba venha a ter outro caso de epidemia. Lembrando que devido a infestação do mosquito Aedes Aegypti, várias pessoas ficaram doentes em Uberaba, inclusive alguns foram a óbito. “Nós  ficamos entre os melhores, devido o intenso trabalho contra a dengue que realizamos em 2013 e 2014 e ao resultado expressivo que obtivemos com a diminuição significativa de casos de dengue confirmados em 2014. Mesmo com esse resultado, nós não vamos deixar de realizar ações preventivas de dengue para que a população não volte a sofrer com a doença”.

Leishmaniose: vacina brasileira poderá ser comercializada na Europa

10/06/2014

Fonte: Portal Brasil – 07/06/2014 

Leishmaniose: vacina brasileira poderá ser comercializada na Europa

Leishmaniose: vacina brasileira poderá ser comercializada na Europa

Uma vacina contra a leishmaniose visceral em animais desenvolvida por pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas (INCT-V), sediado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), poderá ser comercializada para países europeus. A Leish-Tec foi lançada no mercado brasileiro em 2008 e a tecnologia foi transferida para o Laboratório Hertape Calier Saúde Animal, que, atualmente, estuda o registro da vacina no continente europeu.

“A vacina poderia ser útil em vários países da região do Mediterrâneo, como França, Espanha, Portugal e Itália. A Calier, parceira do Hertape, tem feito testes para registro da vacina na Europa”, afirma a pesquisadora e coordenadora da pesquisa que resultou na formulação da Leish-Tec, Ana Paula Salles. “Além disso, em países da América Latina, onde a leishmaniose visceral é uma zoonose e cães são reservatórios do parasita – caso do Brasil –, a droga pode ser utilizada”, acrescenta.

A vacina desenvolvida pela equipe de pesquisadores do INCT-V da UFMG recebeu duas premiações neste ano: o Prêmio Fundação Péter Murányi em saúde e o Bom Exemplo em Ciência, oferecido pela Fundação Dom Cabral, pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e pela Globo Minas.

A forma visceral da leishmaniose é uma das mais severas. A doença ataca animais, como os cachorros, e é transmitida entre eles e para o homem pela picada do mosquito palha. No organismo humano, o parasita compromete o funcionamento do fígado, do baço e da medula óssea, podendo levar à morte. Os medicamentos disponíveis no mercado são tóxicos ou muito caros. A vacina Leish-Tec é produzida por tecnologia de DNA recombinante, o que a distingue, segundo a pesquisadora, das outras disponíveis no mercado.

Ela explica que a vacina funciona por meio de indução de respostas imunes do tipo celular, necessárias para combater patógenos intracelulares com a Leishmania. “Considerando os exames parasitológicos, ou seja, a detecção do parasita nos cães após a vacinação, 96% dos animais vacinados foram protegidos, resultando em eficácia vacinal pela Leish-Tec de 71%, em geral, e de 81%, entre os animais que responderam à vacinação com produção de anticorpos anti-A2”, explica.

De acordo com ela, outra característica da Leish-Tec que a distingue das demais vacinas é que ela não induz anticorpos detectados nos testes de diagnóstico sorológico da leishmaniose visceral canina, permitindo que os animais vacinados sejam distinguidos dos cães infectados. “E assim não interfere na aplicação das medidas de controle da doença, uma vez que os cães com diagnóstico sorológico positivo devem ser sacrificados”, comenta.

Pesquisa

A Leish-Tec resultou de conhecimento científico e tecnológico acumulado em estudos iniciados em 1997, pela equipe de pesquisadores coordenada por Ana Paula e Ricardo Tostes Gazzinelli. Para cada fase de desenvolvimento e testes foram necessários diferentes pesquisadores com competências distintas e complementares, incluindo imunologistas, parasitologistas, biologistas moleculares e epidemiologistas, entre outros.

Os estudos incluíram, no primeiro momento, testes pré-clínicos de imunogenicidade e proteção em camundongos infectados experimentalmente.

Os resultados permitiram aos pesquisadores avançar para os testes clínicos em um pequeno número de cães mantidos em laboratório e infectados experimentalmente para avaliação de segurança e imunogenicidade (capacidade de induzir e reagir a uma resposta imunológica detectável). “Por fim, novos resultados positivos permitiram que a Leish-Tec fosse avaliada em teste clínico com grande número de animais para demonstração de eficácia vacinal, em área endêmica com intensa transmissão de LV (leishmaniose visceral)”, afirma.

O financiamento para pesquisa da vacina no INCT-V contou com aporte do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) no valor de R$ 6,6 milhões no período de 2009 a 2014. De acordo com Gazzinelli, coordenador-geral do INCT-V, os recursos foram distribuídos para uma rede de laboratórios em outras instituições de ensino de diferentes estados. “Entre 25% e 30% foram investidos na UFMG, dos quais aproximadamente R$ 1 milhão foi investido em pesquisa para o desenvolvimento da vacina”, disse.

Os estudos para a formulação da Leish-Tec receberam financiamento também da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Programa de Pesquisa para o Sistema Único de Saúde (PPSUS), da Rede Mineira de Biomoléculas da Fundação de Amparo à Pesquisa do estado da Minas Gerais (Fapemig) e do Laboratório Hertape Calier. Em 2008, a Leish-Tec recebeu os registros dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Saúde (MS) e começou a ser comercializado no País.

No momento, a vacina é vendida apenas para o setor privado. No entanto, existe um projeto de lei tramitando no congresso para que ela seja adotada pelo governo como medida de saúde pública, como ocorreu com a vacina contra a raiva.

Futuro

A partir dos resultados alcançados contra a leishmaniose visceral animal, a equipe de pesquisadores do INCT-V quer agora desenvolver uma nova droga para imunização capaz de proteger o homem. Estudos apontam que a doença mata no mínimo dez vezes mais do que a dengue no País.

Os estudos nessa linha foram iniciados há cerca de um ano. Ana Paula Salles estima que até o segundo semestre de 2015 os testes já terão sido concluídos.

A pesquisa despertou o interesse da multinacional britânica do setor farmacêutico GlaxoSmithKline, que também está financiando os pesquisadores no desenvolvimento da vacina para humanos.

Saiba mais sobre o Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), que teve seu novo formato desenhado por chamada lançada nessa sexta-feira (6) pelo ministro Clelio Campolina Diniz.

Lançado site do 50º Congresso de Medicina Tropical

06/06/2014
As inscrições para participar do Congresso MedTrop 2014 podem ser feitas pelo site até o dia 26 de julho.

As inscrições para participar do Congresso MedTrop 2014 podem ser feitas pelo site até o dia 26 de julho.

O site do 50º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, que ocorre entre os dias 26 e 30 de agosto, em Rio Branco, no Acre está on-line e pode ser acessado pelo link: http://www.medtrop2014.com.br

O prazo para submissão de trabalhos é até o dia 23 de junho de 2014. Cada resumo pode ter até 10 autores e cada autor pode inscrever até 04 resumos. O julgamento será feito com base nos resumos enviados. Os melhores trabalhos serão premiados. Mais informações podem ser obtidas em:http://www.medtrop2014.com.br/envio-de-trabalhos/

Prêmio Jovem Pesquisador
Os 15 melhores trabalhos devem preparar uma apresentação oral de 15 minutos. Eles também serão expostos no 1º dia do congresso em formato de pôster. A banca examinadora selecionará os 5 melhores trabalhos que serão apresentados em local e horário a ser definido no primeiro dia do evento. O resultado da premiação será divulgado na solenidade de abertura. Ao enviar o trabalho, o autor deve optar se submeterá à premiação. Clique aqui e veja o regulamento.

Inscrições
As inscrições para participar do Congresso podem ser feitas pelo site até o dia 26 de julho. Após esta data somente serão realizadas no local do evento, a partir das 7 horas do dia 26 de agosto. Associados da SBMT terão desconto no valor da inscrição. Para tornar-se um associado clique aqui. Após o término do seu cadastro aparecerá uma opção para a emissão do boleto bancário com pagamento da anuidade no valor de R$150,00.

Medicamento pode reduzir o tratamento da malária para uma dose

06/06/2014

Fonte: G1 – 30/05/2014

Há dez anos, pesquisadores iniciaram em Manaus um estudo internacional sobre a tafenoquina, um medicamento que pode reduzir o tratamento da malária para apenas uma dose.

Há dez anos, pesquisadores iniciaram em Manaus um estudo internacional sobre a tafenoquina, um medicamento que pode reduzir o tratamento da malária para apenas uma dose.

Um novo tratamento pode revolucionar a luta contra a malária. Só no ano passado a doença fez mais de 200 milhões de vítimas em todo o mundo e matou mais de 600 mil pessoas.

A malária é transmitida principalmente pelo mosquito anopheles. Ainda não existe uma vacina. A melhor forma de evitar a doença é o uso de mosquiteiros, porque o anopheles costuma atacar quando anoitece.

O grande desafio no tratamento da malária é justamente a duração, que varia de sete a catorze dias. Quando ele é interrompido, a doença acaba voltando ainda mais forte.

Há dez anos, pesquisadores iniciaram em Manaus um estudo internacional sobre a tafenoquina, um medicamento que pode reduzir o tratamento da malária para apenas uma dose. “Tratar uma doença com um medicamento, com um comprimido, durante um dia só, é um avanço imenso”, explica a diretora da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas Graça Alecrim.

Cem pacientes vão receber o medicamento e ficar internados durante três dias. Depois eles serão acompanhados por seis meses. Os pesquisadores acreditam que um tratamento mais eficiente deve dificultar a transmissão da malária porque o mosquito só passa a doença depois de picar uma pessoa infectada.

“Isso diminui substancialmente o número de casos, menos infecção de mosquitos, portanto é uma ferramenta muito importante pra gente de fato tentar controlar essa doença na Amazônia brasileira”, completa o pesquisador Marcos Lacerda.

O estudo da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas deve ser concluído no ano que vem. Se for comprovada a eficácia da tafenoquina o novo tratamento estará disponível para os pacientes até 2017.

No Brasil, 90% dos casos de malária acontecem na Amazônia. Lá, qualquer médico reconhece os sintomas, na hora. Mas no resto do Brasil, o risco de uma pessoa contaminada morrer de malária é vinte vezes maior.

É que muitos profissionais de saúde confundem a doença com dengue, ou virose. Por isso, para facilitar o diagnóstico, quem voltar da Amazônia com febre alta, tremores e dor no corpo,  precisa contar ao médico que esteve recentemente na região.

Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento

03/06/2014

No último dia 29 de maio de 2012, a SBP e outras entidades científicas estiveram reunidas na sede da SBPC com o presidente da Finep, Prof. Glauco Arbix, para discutir as perspectivas para o desenvolvimento da área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no país. O Prof. Arbix inicialmente apresentou proposta do atual governo, denominada “Programa Nacional de Plataformas do Conhecimento – elevar o patamar e o impacto da CT&I no Brasil”.

O programa apresentado é consequência de demanda da presidente Dilma Rousseff com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de CT&I no país. Tem como ponto de partida a constatação de que, nas últimas duas décadas, observou-se real crescimento e fortalecimento da comunidade científica e de uma base empresarial visando a criação de infra-estrutura para dar suporte ao sistema de CT&I. Todavia, embora importante, tal crescimento ainda se revela insuficiente para garantir avanços que permitam ao país galgar posições semelhantes às atingidas por outros países que, nas últimas décadas, apresentaram grandes avanços nessa área, como por exemplo a Coréia do Sul.

Pretende-se que o programa tenha abrangência de pelo menos 10 anos, visando garantir estabilidade e continuidade, independentemente do governo, constituindo-se em uma política de Estado.

A implantação e implementação do programa ocorreria por meio de três eixos principais:

1. Arranjos público-privados visando articulação com a criação de infra-estrutura de última geração, por meio de instituições de pesquisa e empresas.

2. Plataformas estruturadas objetivando a lógica de resolução de problemas.

3. O conhecimento a ser gerado deverá ter alto impacto em CT&I, visando melhoria do padrão de vida da população.

Como forma de viabilizar a implantação e o êxito do programa seria importante a proposição de um regime diferenciado de compras e contratações que agilizasse os trâmites burocráticos na área de CT&I.

O volume de recursos a ser proposto para a instalação e cumprimento desse programa atingiria a cifra de 24 bilhões de reais, no período de 10 anos, prevendo-se a constituição de até 20 plataformas concentradas principalmente nas áreas de agricultura, saúde e energia.

Ao final de sua exposição o Prof. Arbix debateu com representantes da comunidade científica, respondendo a dúvidas surgidas e defendendo sua proposta.

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