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Challenges in Malaria Research

02/03/2012

Fonte: Site do Evento

BioMedCentral, in conjunction with its journals Malaria Journal and Parasites & Vectors, is hosting the second malaria conference “Challenges in Malaria Research: Progress Towards Elimination” in Basel, Switzerland from 10 – 12 October 2012.

Following the success of the inaugural malaria conference in 2010, entitled “Parasite to Prevention: Advances in the understanding of malaria”, this second conference will bring together leading malaria researchers to review current progress and to chart future challenges.

Internationally renowned speakers will present their insights into malaria elimination, including social science and policies; Artemisinin resistance; new drugs; vaccines; diagnostic challenges and vector controls.

• All participants are invited to submit abstracts for oral and poster presentations

• Highly topical scientific program

• Internationally renowned invited speakers and organizing committee
Speakers & Sessions

Speakers

Kevin Baird, Eijkman-Oxford Clinical Research Unit, Jakarta, Indonesia

Teun Bousema, London School of Hygiene & Tropical Medicine, UK

Abdoulaye Diabaté, Institut de Recherche en Sciences de la Santé, Bobo-Dioulasso, Burkina Faso

Chris Drakeley, London School of Hygiene & Tropical Medicine, UK

Simon Hay, University of Oxford, UK

Stephen Hoffmann, Sanaria Inc., Rockville, USA

Steve Lindsay, London School of Hygiene & Tropical Medicine, UK

James McCarthy, Queensland Institute of Medical Research, Australia

Hassan Mshinda, Tanzania Commission for Science and Technology, Tanzania

Halima Mwenesi, FHI 360, Washington, USA

Robert Newman, Global Malaria Programme WHO, Geneva, Switzerland

Kate O’Connell, ACTwatch PSI, Nairobi, Kenya

Robert Sinden, Imperial College London, UK

Richard Steketee, PATH, Seattle, USA

Marcel Tanner, Swiss Tropical & Public Health Institute, Basel, Switzerland

Tim Wells, MMV, Geneva, Switzerland

Nicholas J. White, University of Oxford, UK

Bryan Yeung, Novartis Institute for Tropical Diseases, Singapore

Session themes

– Malaria metrics – The challenges today

– Health systems and system-based interventions

– R&D agenda for malaria eradication and the science of elimination

– Recent research advances

– The situation of P. vivax

– Diagnostic challenges

– New drugs and drug combinations

– Artemisinin resistance

– Vector control

– Towards the malaria vaccine(s) we need

– Elimination challenges

Controle de casos assintomáticos de malária é fundamental, aponta estudo

02/03/2012

Fonte: SisSaúde -29/02/2012

Pesquisa feita na USP mostra que dois terços dos infectados em um assentamento agrícola da Amazônia não tinham sintomas, mas podiam transmitir a doença

Se o Brasil não investir em diagnóstico e tratamento das infecções assintomáticas pelo parasita da malária, especialmente nos assentamentos agrícolas da região amazônica, o sucesso do país na luta contra a doença permanecerá apenas parcial.

A análise é de Marcelo Urbano Ferreira, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), que há mais de dez anos coordena projetos de pesquisa sobre malária financiados pela FAPESP.

Segundo Ferreira, a estratégia brasileira para o controle da malária é baseada em diagnóstico precoce e tratamento das infecções confirmadas laboratorialmente. Isso porque, ao picar um doente, o mosquito do gênero Anopheles se contamina com o protozoário causador da enfermidade – o plasmódio – e o transmite para sua próxima vítima.

“Quando o doente inicia o tratamento, deixa de produzir novos gametócitos, que são as formas do parasita capazes de infectar o mosquito. Os gametócitos já produzidos continuam a circular no organismo por algum tempo. Mas, quanto mais rápido o tratamento, menos tempo o indivíduo permanece infectante”, explicou.

Para cumprir esse objetivo, o Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária, conduzido pelo Ministério da Saúde, conta com ampla rede de postos de diagnóstico e tratamento gratuitos, além de agentes que vão de porta em porta procurando pessoas com sintomas da doença. A ação permitiu reduzir à metade o número de casos entre 1995 e 2011.

Ainda assim, em 2011 foram registradas cerca de 300 mil notificações no país – 99,9% na Bacia Amazônica. Um dos fatores por trás desse alto número, segundo Ferreira, é o fato de que as infecções assintomáticas pelo plasmódio passam despercebidas pelo sistema de controle.

A equipe coordenada pelo cientista realizou, entre março de 2010 e abril de 2011, quatro inquéritos transversais com 396 voluntários do assentamento rural do Remansinho, na fronteira do Amazonas com Acre e Rondônia. O objetivo era descobrir a prevalência de infecções assintomáticas e a porcentagem de infectados que carregava gametócitos.

Para analisar as amostras de sangue, os pesquisadores usaram uma técnica conhecida como PCR (reação em cadeia da polimerase), capaz de detectar até mesmo concentrações muito baixas do parasita, imperceptíveis para o exame microscópico padrão.

O trabalho de campo foi conduzido, em grande parte, pela bióloga Amanda Begosso Gozze, bolsista da FAPESP, e resultou em sua dissertação de mestrado.

No primeiro inquérito, 19 casos foram descobertos pela microscopia, enquanto o PCR apontou 46 infectados. Desses, 48,8% eram assintomáticos. No segundo, 16 amostras mostraram-se positivas à microscopia e 43 à PCR. O índice de assintomáticos foi de 70%.

O terceiro inquérito revelou 11 infectados pela microscopia e 17 pela PCR, com índice de assintomáticos de 72%. No último, a miscroscopia revelou apenas 3 infecções, contra 14 da técnica molecular. Quase 80% dos casos eram assintomáticos.

Para avaliar a prevalência de indivíduos infectantes, os pesquisadores selecionaram 44 voluntários com diagnóstico positivo para a presença do plasmódio e verificaram, por uma técnica de transcrição reversa seguida de PCR em tempo real, se eles apresentavam transcritos do gene pvs25, presente apenas em gametócitos maduros.

Entre os 44 infectados, 42 apresentavam gametócitos circulantes. Somente 21 tiveram os parasitas identificados pelo exame microscópico de rotina. Esses resultados deram origem à dissertação de mestrado da bióloga Nathália Ferreira Lima, bolsista da Capes.

“A conclusão preliminar é que mesmo indivíduos assintomáticos ou com concentração baixa de parasitas constituem um reservatório potencial de infecção”, disse Ferreira.

O pesquisador ressaltou ainda que, segundo as regras do Ministério da Saúde, apenas os casos confirmados pelo exame microscópico podem receber o tratamento. “Os demais podemos apenas acompanhar para saber se vão desenvolver a doença e por quanto tempo vão carregar os gametócitos. Queremos saber por quanto tempo essas pessoas ficam invisíveis para o sistema”, disse.

Imunidade adquirida

Um dos principais fatores que explicam por que algumas pessoas são infectadas pelo plasmódio e não manifestam sintomas é a exposição prévia à malária. “Depois de cinco a oito anos morando em regiões endêmicas, o número de episódios clínicos diminui, pois o indivíduo adquire certa imunidade ao parasita. Mas não necessariamente o número de infecções é menor”, disse Ferreira.

Por esse motivo, as populações ribeirinhas e de assentamentos agrícolas – alvos do projeto de pesquisa – são as que mais apresentam casos assintomáticos.

“Estudamos a população ribeirinha do Parque Nacional do Jaú. Para cada infecção sintomática, havia cinco assintomáticas. Mas, quando se pensa no problema da transmissão de malária como um todo, a contribuição dos ribeirinhos é pequena”, avaliou.

Os assentamentos agrícolas, segundo Ferreira, são hoje as grandes áreas de transmissão da doença no Brasil e deveriam ser alvo de uma busca ativa por casos assintomáticos.

Outra lacuna importante da estratégia brasileira, segundo o pesquisador, é o controle do mosquito transmissor. “A borrifação cíclica das casas com inseticida foi abandonada na última década e poucas pesquisas têm buscado alternativas para melhorar o controle do vetor”, analisou.

Durante os próximos quatro anos, o grupo da USP pretende voltar semestralmente a Remansinho para coletar mais dados. “Ainda queremos descobrir até que ponto a baixa concentração de parasitas no organismo tem relação com a imunidade adquirida e se é possível estabelecer uma concentração mínima, a partir da qual o indivíduo manifestaria os sintomas”, contou Ferreira.

A pesquisa também pretende avaliar se o exame de microscopia é suficientemente sensível para detectar essas infecções assintomáticas. “Em caso negativo, será preciso buscar uma alternativa razoavelmente prática para a saúde pública. O PCR é um exame caro e logisticamente complicado”, disse.

UFPel abre 2 vagas para professor nas áreas de Genética e Clínica Médica

01/03/2012

Fonte: SisSaúde 29/02/2012

Com o objetivo de preencher duas vagas, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Rio Grande do Sul, está com inscrições abertas desde o dia 28 de fevereiro, para o concurso destinado a contratar Professores para o Instituto de Biologia e Faculdade de Medicina.

De acordo com o edital, uma das vagas é para Professor Adjunto na área de Genética. Para preencher essa vaga, o candidato deverá ter Doutorado em Genética ou Biologia Celular e Molecular com tese defendida utilizando Vertebrados como modelos. A remuneração será de R$ 7.333,67 em regime de Dedicação Exclusiva. Já a a outra vaga é para Professor Auxiliar que deverá ministrar aulas na área de Clínica Médica, mas para isso será necessário ter Residência em Clínica Médica. O salário será de R$ 1.645,96 em jornada de 20 horas.

Além do vencimento básico, os contratados receberão auxílio alimentação no valor de R$ 304,00 para o regime de Dedicação Exclusiva, e de R$ 152,00 para o de 20 horas semanais.

Os interessados terão até o dia 23 de março para preencher a ficha de inscrição no Centro de Gerenciamento de Informações e Concursos, localizado na Rua Gonçalves Chaves, nº. 3126, Pelotas, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30, salvo os dias 28 e 29 de fevereiro e 1 e 2 de março, cujo horário será das 8h30 às 13h30.

No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar a cópia autenticada ou cópias simples acompanhadas dos respectivos originais da seguinte documentação:

- Comprovante de Titulação exigida;

- Prova de quitação com o serviço militar, para brasileiros;

- Título de eleitor e prova de quitação com as obrigações eleitorais, para brasileiros;

- Passaporte atualizado, com visto para estrangeiros. No momento da posse, o passaporte deverá ser reapresentado, segundo as normas do Conselho Nacional de Imigração e com visto permanente.

- Uma fotografia 3X4;

- Cédula de identidade;

- Recibo de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 40,00 para Professor Auxiliar e de R$ 160,00 para Adjunto;

- Curriculum Lattes atualizado.

A previsão é que os inscritos sejam avaliados por meio de provas de títulos, escrita e didática. Elas deverão ocorrer no período de abril a 08 de maio.

Este concurso será válido por um ano, mas poderá ser prorrogado por igual período.

Comitiva de Instituto português visita o Inpa para firmar parceria

01/03/2012

Fonte: Planeta Universitário – 28/02/2012

Na manhã dessa segunda-feira (27), professores do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) de Portugal, conheceram as instalações do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). A oportunidade serviu para firmar uma cooperação futura entre os dois Institutos em áreas específicas de conhecimento. Na ocasião, a coordenadora de capacitação do Inpa, Beatriz Ronchi Teles, apresentou os programas de pós-graduação. Além do professor e coordenador do curso de doutorado em Ciências Médicas do IHMT, Henrique Silveira, apresentar toda a estrutura em conhecimento que são ministrados pelo Instituto português, a professora Fátima Nogueira falou sobre a importância na troca de conhecimentos relacionados à parasitologia e o intercâmbio de alunos e professores portugueses. “Viemos saber o que o Inpa faz em relação à investigação e ensino”, disse Nogueira.

O coordenador de Malária e Dengue do Inpa, Wanderli Tadei, destacou a qualidade dos trabalhos dos lusitanos em relação às pesquisas sobre o controle de malária, e frisa o fortalecimento de uma parceria. “Queremos que os nossos cursos de pós-graduação possam ter um vínculo internacional. Seria um entrosamento interessante, pois novas áreas seriam introduzidas em nossos cursos, ampliando as linhas de pesquisas”, destacou.

Sobre o Instituto IHMT

O Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) é uma escola de pós-graduação da Universidade Nova Lisboa (UNL). Com uma linha de pesquisa diversificada na área de saúde, são oferecidos cursos de doutorado, mestrado, dentre outros.

Palestra

Além das reuniões em busca da parceria, nesta quarta-feira (29), às 17h, no mini-auditório da Diretoria (Campus I), será realizada palestra proferida pela professora Fátima Nogueira sobre seus trabalhos no IHMT, relacionados à resistência de parasitas aos antimaláricos.

Congresso de 2012 da SBPC/ML será em Salvador

23/02/2012

Fonte: Site da SBPC/ML

Pela 5ª vez, a cidade de Salvador vai receber um Congresso da SBPC/ML, Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial. Em sua 46ª edição, o evento será no Centro de Convenções da Bahia, de 4 a 7 de setembro de 2012. O tema central é “A evolução do diagnóstico na medicina laboratorial”.

“Será um grande evento, que vai reunir conhecimento científico, ensino e novidades do mercado laboratorial”, afirma o presidente do 46º Congresso, o patologista clínico José Carlos Lima, que tem a experiência de ter presidido outros outros congressos da SBPC/ML.

A primeira vez que um congresso de patologia clínica aconteceu na capital da Bahia foi em 1970, na 6ª edição, realizado na Faculdade de Medicina da Bahia. Um fato curioso foi que um grupo de congressistas viajou do Rio de Janeiro a Salvador a bordo do navio Ana nery, do Lloyd Brasileiro, e nele ficou hospedado durante todo o evento.

As edições seguintes foram em 1996 (30º), 2001 (35º) e 2007 (41º), todos no Centro de Convenções da Bahia.

Primeira edição de 2012 de Cadernos de Saúde Pública já está disponível

23/02/2012

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias – 16/02/2012

Entrando em seu 28º ano de publicação, a revista Cadernos de Saúde Pública, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), torna disponível a primeira edição de 2012. O volume 28, fascículo 1 traz, em seu editorial, um debate sobre as estratégias de enfretamento do câncer de mama no Brasil. Esta edição apresenta ainda 22 trabalhos publicados, entre artigos, artigos de revisão, fórum, nota e resenha. A pesquisadora da Ensp Ana Glória Godoi Vasconcelos é autora, junto com Mirian Carvalho de Souza (Inca) e Oswaldo Gonçalves Cruz (Procc/Fiocruz), do artigo Tendência de mortalidade por câncer de pulmão no Brasil de 1980 ao século 21: uma análise idade-período-coorte. Os objetivos do trabalho foram descrever os padrões da tendência de mortalidade por câncer de pulmão no Brasil e identificar os efeitos dos fatores idade, período e coorte (APC) sobre as taxas.

“O efeito coorte indica menor risco para os homens nascidos desde 1950 e risco crescente para mulheres de todas as coortes. Os resultados para gerações jovens indicam que as tendências atuais devem continuar. O efeito coorte entre mulheres sugere aumento do risco. Estas tendências refletem as medidas de controle do tabaco adotadas desde 1986″, destacam os pesquisadores. A íntegra do volume 28, fascículo 1, do Cadernos de Saúde Pública pode ser conferida aqui.

CSP em 2011
Com um total de 15 fascículos publicados no ano de 2011 – totalizando 12 publicações mensais e 3 suplementos -, a revista Cadernos de Saúde Pública (CSP) “consolida, este ano, uma trajetória que vem se delineando há algum tempo, de grande captação de artigos junto à comunidade de pesquisadores em Saúde Coletiva, não só no Brasil, mas também em países da América Latina e até mesmo da América do Norte”, destaca um dos editores da revista, Carlos Coimbra, pesquisador do Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Segundo ele, muitos são os fatores que contribuem para o aumento do interesse dos autores em enviar artigos, mas o fato de ser uma revista de acesso aberto e amplamente indexada internacionalmente, com certeza, é um dos mais significativos para a escolha dos autores pela publicação nos CSP.

Dia 15/3 termina prazo para submissão de trabalhos ao ICTMM 2012

23/02/2012

Quem quiser submeter trabalhos para ser apresentado no XVIII Congresso Internacional de Medicina Tropical e Malária e no XLVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, tem até o dia 15/3 para enviá-lo. Abaixo seguem outras instruções:

Instructions for poster abstract submission
Deadline: march 15, 2012

Chosen abstracts will be selected for presentation at either an oral or poster session.

The Scientific Committee reminds the attendees that the material deemed appropriate for presentation at the symposium should have the following characteristics:

Original, and new scientific work.

Submitted abstracts must adhere to the following specifications:
Abstract preparation:

Text (including title, authors and affiliation) must be limited to 3000 characters under the headings of Introduction;

Material and Methods; Results; and Main Conclusions.

Abstracts should be in English.

Abstracts must be formatted as a Microsoft Word document and single-spaced

font: Arial size 12

margins: exactly 1 inch on all sides
Abstract title:

Group the authors together – last name followed by first initial and middle initial. Omit academic degrees and titles.

Group institutions together, and provide institution names, cities, countries.

Indicate the e-mail of the corresponding author at the end of the text.

Accepted abstracts will only be included in the abstract book and CD when the presenting author pay the registration fee..
Authors & Institutions:

Group the authors together – last name followed by first initial and middle initial. Omit academic degrees and titles.

Group institutions together, and provide institution names, cities, countries.

Indicate the e-mail of the corresponding author at the end of the text.

Accepted abstracts will only be included in the abstract book and CD when the presenting author pay the registration fee.

Submit your work (access the form)

II International Symposium on Leishmaniasis Vaccines

18/02/2012

Fonte: Site do Simpósio

The search for leishmaniasis vaccines is more urgent than ever. A meeting gathering 60 of the world’s best researchers in the field, debating, exchanging ideas, experiences and data will rush the finding of a vaccine that may free mankind form these scourges. Let’s work together; let’s think together at the Metallurgic Park Convention Center in the important historic city of Minas Gerais, Ouro Preto – Brazil, offering the perfect comfort needed for our meeting.

More in the website: http://www.leishvaccines2012.ufop.br/

Secretaria da Saúde promove ações para o controle da doença de Chagas no Tocantins

18/02/2012

Fonte : Secom/Governo do Tocantins

O Governo do Estado deu início na manhã desta terça-feira, 14, as Oficinas de Prevenção e Controle da Doença de Chagas para 2012, no anexo I da Secretaria Estadual da Saúde, em Palmas. De acordo com a gerente de Doenças de Chagas da Sesau, Anália Fagundes, além do curso, que vai preparar representantes da saúde dos 139 municípios para o controle da doença, o Governo desenvolve outras ações, já que, atualmente, 80% das cidades tocantinenses estão em risco de transmissão da doença.

Para a enfermeira do Hospital de Referência de Dianópolis, Sônia Toscana, a oficina contribui para ampliar os conhecimentos dos trabalhadores da saúde.

A Oficina de Prevenção e Controle da Doença de Chagas para 2012 acontece até o dia 9 de março.

A doença de Chagas é infecciosa, causada pelo Trypanosoma cruzi, que se caracteriza por fase inicial aguda com sintomas quase sempre silenciosos. A doença pode evoluir para a fase crônica e acarretar problemas cardíacos.

Com 743 casos para cada 100 mil habitantes, Palmas vive epidemia de dengue

15/02/2012


Fonte: Surgiu – 14/02/2012

 
Apesar da queda do número de casos de dengue e de mortes decorrentes da doença este ano, 91 municípios ainda seguem com risco de enfrentar surto da doença até o fim do verão. Outros 265 estão em estado de alerta. Palmas, capital do Tocantins, é uma das cidades onde a quantidade de casos já indica surto da doença, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, 13, pelo Ministério da Saúde.
A Capital do Tocantins tem a maior taxa de incidência da doença, com 743,7 casos por grupo de 100 mil habitantes. “A taxa superior a 300 casos por 100 mil habitantes é encarada como situação epidêmica”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O Tocantins é, também, o estado com a maior incidência, 249,4 casos para cada 100 mil pessoas. A taxa nacional é 21,2 por 100 mil.
O número de cidades com risco de surto (91) é superior à previsão divulgada pelo governo em dezembro (48). De acordo com Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde, o aumento já era esperado, pois as informações do ano passado tinham como base a pré-temporada de verão. “É natural que cresça o número de municípios por causa do clima mais propício à proliferação do mosquito”, explicou.
Das 91 cidades em risco de surto, a maioria está nos estados da Bahia, do Maranhão e de São Paulo (46). Nesses municípios, em cerca de 4% das casas e imóveis visitados pelos agentes de vigilância sanitária foram encontradas larvas do mosquito transmissor da doença.
“Como ainda estamos na metade de fevereiro, temos de manter o alerta e a mobilização, para que a gente chegue até o fim do verão [com queda de registros]”, disse Jarbas Barbosa.
A incidência também aumentou em Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Sergipe. O levantamento mostra a predominância do vírus tipo 4 nas regiões Norte e Nordeste e do tipo 1 nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Os quatro tipos de vírus provocam os mesmos sintomas e nenhum é mais grave que o outro.
Nas regiões Norte e Centro-Oeste, a maioria dos criadouros do mosquito foi encontrada em recipientes e depósitos de lixo. No Sudeste e no Sul, os focos principais são pratinhos de plantas, calhas entupidas e outros locais que acumulam água dentro das casas. No Nordeste, o problema maior está nas caixas d`águas.
Os dados mostram redução de 62% dos casos de dengue entre os dias 1º janeiro e 11 de fevereiro, equivalente a 40,4 mil casos, em comparação ao mesmo período de 2011, com 106,3 mil registros. O número de casos graves caiu 86% e o de mortes passou de 95 em 2011 para 32 no começo deste ano.

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